… se alguém ficou a ganhar com o que foi anunciado por Nuno Crato na conferência que assinalou o fim do dia de reuniões com as organizações sindicais e que o debate se prolongou pela SICN no Expresso da Meia Noite.
- Ficou no ar o compromisso do alargamento para as 40 horas de trabalho incidir apenas na componente de trabalho individual.
- Ficou no ar um período experimental de um ano para só depois ser aplicada a requalificação.
- Ficou no ar a recontagem do tempo na requalificação após colocação do docente em funções letivas.
E no entanto grande parte do tempo foi para se falar no exame do dia 17 que se mantém com o pré-aviso de greve.
Também não percebi se o Mário Nogueira ficou com ciúmes por não estar na lista de organizações sindicais anunciadas por Nuno Crato, mas pelas justificações que deu achava que também devia estar nessa lista.
Se calhar durante o dia de hoje vou perceber melhor tudo isto.



16 comentários
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Quanto a mim a FNE já “”resolveu”” a questão!
…e “”” prontos”” a FNE resolveu!
“Preferimos apostar na negociação do que estar a entrar num galope de greves que não trariam a solução. Preferimos a negociação para este tempo que agora se aproxima”, declarou Dias da Silva.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/aproximacao-a-posicoes-sindicais-pode-ser-trabalhada-mas-greve-mantem-se-fne=f814119#ixzz2WEWwrZB2
Na hora H = a momento decisivo, o PS, a FNE, a UGT aparecem a fazer o frete, a trair, cumprindo uma missão com mais de 200 anos!
Deixem-se de birras sindicais. Não estraguem tudo por via de “egos” mais inflamados . Não se esqueçam que esta em causa muito mais do que lutas entre sindicatos.
Não se trata disso. Juro! Mas perante estas notícias…
Por favor, outra vez não!
Espero que não aconteça o mesmo que com a Milu, quando os profs se mostravam finalmente unidos e, aparentemente, no ensejo de levar a “coisa” até onde fosse preciso na defesa dos seus direitos (aliás, presentemente parece-me estarmos até mais determinados nesse propósito, em conformidade com a bem maior gravidade da situação), e eis que aparecem os sindicatos, fazem um qualquer acordo – memorando de entendimento – da treta, e foi mesmo o princípio da nossa desgraça…
O e o PSD e o PS não querem os professores unidos. Isso está mais do que esclarecidos. Nesta altura, cabe-nos a nós e só a nós que, mesmo assim, somos capazes de o ser.
Não há qualquer dúvida nisso… O PS, PSD e CDS, têm todo o interesse numa futura privatização do Ensino Público….
Governo pediu à ugt para pressionar os professores .— http://expresso.sapo.pt/a-primeira-pagina-do-expresso=f814124
Ficou no ar??? Mau sinal! Vai acabar por cair e, quando cair, será sobre as nossas cabeças, como sempre. “Ficar no ar” significa admitir. Mau sinal! Não podemos admitir nada a Nuno Crato. O sorrateiro já nos pôs a dar 24 aulas lectivas por semana com a história dos minutos… mostrem-lhe o pescoço, mostrem e, num ápice, verão os dentes do vampiro cravados até à expiração.
ficou no ar ……..tudo! De repente, vem o vento e leva …..tudo!
O problema dos sindicatos é que têm cores partidárias e a FNE é de direita.
No entanto, lamento que muitos não façam greve no dia 17, justificando que preferem continuar com as greves ás avaliações, pois fica mais barato. Mas não é a greve ás avaliações que anda a agitar o ME. Pensem nisso!
Estou a fazer greves às avaliações e segunda também irei fazer greve.
Aqueles que dizem que não querem perder muito dinheiro pensem um bocadinho… e se para o ano ficarem sem emprego? Depois aí já podem fazer greve todos os dias não é?
Prezados professores, os Sindicatos deram-vos um pontapé no cú…. Se nada ficou escrito, tudo vai ficar igual… o MEC tem o compromisso perante a TROIKA de cortar…. Vai cortar, com a conivencia dos sindicatos…. Têm de lutar vocês… deixem os sindicatos de fora…
Caro colega MP,
O problema é que a estruturação da luta depende dos sindicatos. São eles que podem marcar as greves que são o meio realmente efetivo, leia-se eficaz, de protesto – nomeadamente greves como estas, às avaliações e exames (não falo daquelas de um dia durante o tempo de aulas, que não dão em nada). Sem eles, nós não podemos lutar “a sério”
É por isso que temos de incitar os sindicatos para que não cedam e se mantenham unidos. É que queiramos ou não precisamos deles, e isto é lutar por nós.
Eu, professor contratado, com experiência docente de 17 anos de serviço público precário, não me revejo na posição política daqueles que se dizem dignos representantes da classe docente. Tenho dito!
Concordo MP! Ou lutamos por nós ou ficamos sentados à espera da fatalidade q se aproxima! Esqueçam os sindicatos, ignorem os fura greves que são os únicos a quem o dinheiro lhes faz falta, e ajam em conformidade com a vossa consciência! É agora ou nunca!!!
Adorei as entrevistas na sicn! todos focaram aspetos desta luta bem fortes e pertinentes e muitos foram aqueles (como eu) q assumiram esta luta enquanto profs e pais!!
HÁ Q TER QUALQUER COISA ENTRE AS PERNAS!!