Estejam à Vontade

… para dizerem o que vos apetece.

 

 

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78 comentários

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  1. Se alguém estranho é esta criatura.

  2. Só posso dizer que este homem (“h” pequeniiiiiiiino!!) tem um trauma! Espero (desejo!!!) que tenha sido causado por um colega do meu grupo!!! Este é um dos que reconhece outro da sua laia quando se cruzam: laia dos palhaços!!!

  3. Não comento, pq não vou ver tudo e já conheço a opinião dele sobre os professores.

  4. Podia e devia estar calado. Mas não é novo esse senhor diz sempre mal dos professores. É mesmo ordinário este homem.

    • educarportugal on 17 de Junho de 2013 at 22:09
    • Responder

    Bem… este sujeito é um perfeito A _ _ _ _ _L … Ainda bem que imundices são NORMA, vindas deste pseudo-fazador-de-opinião-de-meia-tigela.

    • Lena Santos on 17 de Junho de 2013 at 22:17
    • Responder

    Lá está ele a puxar para o privado… a referir que no privado não se realizaram greves… só gostaria de saber o que um(a) colega do privado fazia se o diretor(a) do estabelecimento o comunicava que para o próximo ano iria lecionar a mais de 200kms de casa, numa outra filial…

    • Pedro on 17 de Junho de 2013 at 22:18
    • Responder

    Ka feio!!!

    • Cruz on 17 de Junho de 2013 at 22:20
    • Responder

    Lá está este Sousa Tavares a tentar denegrir os professores. Nem tenta perceber os constantes ataques à escola pública com cortes e mais cortes…aumento alunos por turma, eliminação de contratados, aumento da burocracia, tentativa de entregar a privados a ensino , acabar com os concursos e colocar professores por “amizades pessoais”.

  5. O livro novo é mau. Não presta.

  6. E não é por revanchismo que digo que o livro não presta. É mesmo porque é mauzinho.

    • José on 17 de Junho de 2013 at 22:23
    • Responder

    Este homem…. definitivamente tem um problema…. com o álcool.

    • anónimo on 17 de Junho de 2013 at 22:25
    • Responder

    Este comentador tem mesmo algo mal resolvido com os professores. Mas quem ou o quê terá provocado tamanho trauma? Alguém que me explique!!!

    • Pedro on 17 de Junho de 2013 at 22:33
    • Responder

    É mta feio….

    • Saruman on 17 de Junho de 2013 at 22:33
    • Responder

    Quando vai falar de professores, bebe sempre vinho de má qualidade

      • Paula on 17 de Junho de 2013 at 23:05
      • Responder

      Bem visto! Ou então foi a erva que apanhou chuva e provocou-lhe azia!

    • Observador de hipócritas on 17 de Junho de 2013 at 22:53
    • Responder

    Sendo a mulher deste a deputa da do CDS, teresa caeiro, estavam à espera de quê?

    • Paula on 17 de Junho de 2013 at 23:03
    • Responder

    Mas é mesmo, este tipo odeia os professores. Coitado, deve ter a ver com um “recalcamento emocional” “trauma” ou mesmo loucura. É um “Cromo” estúpido ao extremo. Eu aconselhava-o a ir para assessor do “outro”. faziam uma boa parelha!

    • scpalways on 17 de Junho de 2013 at 23:07
    • Responder

    PALHAÇO……………….

  7. Miguel Sabe Tudo no seu melhor

    • Maria on 17 de Junho de 2013 at 23:15
    • Responder

    Não comento, porque deixei de ouvir este senhor há muito tempo, as suas opiniões para mim valem zero.

  8. Depois do que este alucinado, desgrenhado disse só temos de fazer o que foi feito há um tempo atrás…quando se manifestou contra nós. Publicar os livros dele na net…para assim baixar o volume de vendas.

  9. A natureza aproveita os filhos dos génios para descansar, ou seja, para descansar um pouco do esforço de ter dado muito aos pais (no caso, à mãe). Neste caso, o resultado foi um aborto falante, que come, mata animais com requintes de crueldade e bebe para comemorar a sua própria degradaçao enquanto ser humano.

    • Maria Silva on 17 de Junho de 2013 at 23:24
    • Responder

    Palhaço… Recalcado… Com a mania que é culto…

  10. essa criatura é um palhaço com cara de mau: é o palhaço mau!

    • Pepa on 17 de Junho de 2013 at 23:43
    • Responder

    Tive de desligar a meio… Não aguento tanta teoria da treta por parte deste senhor!!

  11. verdadeiro palhaço

  12. Este PALHAÇO, peço desculpa aos palhaços, tem um trauma doentio contra os Professores. Quando fala de Professores até os olhos lhe ficam vidrados, fica com os nervos em franja, é um caso patológico. Consegue argumentar desta maneira:
    O ensino é um direito dos alunos
    Os exames são um momento do ensino
    Logo os professores não podem fazer greve.
    Vejam esta falácia que só dá direito aos professores de fazer greve a momentos que não sejam considerados de ensino tipo… greve nos intervalos e assim por diante…
    Mete pena ver estes palhaços no circo em que se transformou a TV em Portugal.

      • Teresa Maria Almeida Rodrigues on 18 de Junho de 2013 at 10:19
      • Responder

      Concordo com a tua opinião. Alguém deveria dizer a este sujeito, que, pelo sua óptica, ninguém tem direito a greve porque: andar de metro é um direito dos utentes, ter consultas é um direito dos pacientes, andar de transportes públicos é um direito de todos e por aí adiante… assim, nenhum profissional pode fazer greve!… Também lhe deveria ser lembrado que o ensino privado leva imenso dinheiro do estado, mais que o público, e que não tem regras nem critérios de selecção a não ser o amiguismo e o lucro para alguns.

    • Saruman on 18 de Junho de 2013 at 0:14
    • Responder

    Vai trabalhar, Miguel….

  13. Este Miguel Sousa Tavares tenta contaminar a opinião pública e colocar a mesma contra os professores. Ainda ameaça dizendo que o melhor seria privatizar o ensino para encher o “papo” de meia dúzia de “abutres” ligados aos partidos.
    Querem acabar com o ensino público de qualidade através de cortes e mais cortes aumentando nº alunos por turma, colocando no desemprego milhares de contratados e dos quadros para aumentar o financiamento dos colégios privados. A seguir querem acabar com os concursos para colocar os filhos e enteados dos “amigos” dos partidos. O mérito passa a nada valer é a selva.

  14. De facto, este senhor deve ter um trauma muito sério. Os governos vão mudando e os ministros de educação também, mas o discurso deste indivíduo é sempre o mesmo; um profundo ódio contra os professores e sempre com os mesmos argumentos da treta. De facto, que o seu último livro seja mau não me espanta nada. Deve estar à imagem dos outros anteriores( à exceção de Sul -viagens do qual gostei imenso, e é para ver que não sou facciosa),e de acordo com o seu ego pretencioso, achando que é um grande escritor! A única coisa que ele disse acertada, logo no início do seu comentário, foi que não esperava que os seus apêndices pseudo-literários, no âmbito do PNL, fossem escolhidos nas escolas, mas que ainda assim, iria dizer o que pensava.Pois fez muito bem, mas realmente a sua opinião, para mim, é para o lado que eu durmo melhor! Pessoalmente, há muitos anos que não leio nada dessa criatura rancorosa e assim será, para sempre. Recuso-me pura e simplesmente a encher os bolsos deste energúmeno!

    • Tretas on 18 de Junho de 2013 at 0:44
    • Responder

    Anormaloide

  15. É difícil ouvir esta K7 até ao fim, ainda mais debitada por uma abécula deste tamanho!

    • carlos on 18 de Junho de 2013 at 1:03
    • Responder

    Como não sou escritor, não opino nem critico o trabalho dos escritores, pq é algo que desconheço. Como ele não é professor, nem faz a mínima ideia da realidade escolar… mais valia estar calado! Como se costuma dizer: “Cada macaco no seu galho!”

    • Carlos Roda on 18 de Junho de 2013 at 1:36
    • Responder

    Este Bêbado abjecto nem merece a Mãe que teve….

  16. Por favor nem vale a pena comentar…. Ignorem.. O que ele quer é visibilidade… E uns copos claro…

    • lopes on 18 de Junho de 2013 at 8:11
    • Responder

    Seremos uma classe mais unida se nos mantivermos focados no essencial. Fatores acessórios não nos devem fazer perder energias.

    • josé lourenço on 18 de Junho de 2013 at 8:12
    • Responder

    A AEEP (Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo) está neste momento a negociar um novo Contrao Coletivo de Trabalho que muda drasticamente as regras comummnente aceites: Horário de trabalho alargado para 40h; Componente letiva entre as 30 e as 33h; Uma hora letiva corresponderá a um período de 60 m; Criação de um Banco de Horas (200 horas a funcionar durante um ano letivo); Alteração das tabelas salariais; A componente não letiva abrange a realização de trabalho a nível individual e a prestação de trabalho a nível do estabelecimento de ensino (Atividades de apoio educativo; Acompanhamento e apoio aos alunos em espaços não letivos.).
    Não serão somente os docentes do ensino privado e cooperativo a sofrer com este Contrato Coletivo de Trabalho, mas também todos os professores que desempenham funções no setor público.

      • luisa on 18 de Junho de 2013 at 16:28
      • Responder

      Concordo com o que diz, José.

      Os sindicatos não estão interessados em defender os direitos dos professores. Veja o facto da FNE estar ausente da conferência de imprensa realizada ontem. Responda-me qual o motivo que levou a FNE a não subscrever a greve que decorre.

      A FNE estão comprometida com o governo. Por este mesmo motivo João Dias da Silva foi condecorado, no dia 10 de junho, pelo Presidente da República.
      Foi condecorado por defender os direitos dos docentes? Foi premiado por entregar, de bandeja, os docentes, assinando ruinosos acordos com a tutela. Grande parte deste cenário da Escola Pública deve-se à lealdade canina de João Dias da Silva em concordar sempre com a tutela.

    • josé lourenço on 18 de Junho de 2013 at 8:13
    • Responder

    As medidas que o privado está a negociar rapidamente serão aplicadas ao setor público. O privado não pôde fazer greve, porque rapidamente lhes indicariam a porta da rua.
    Presentemente, um dos argumentos do ministro Nuno Crato para querer aumentar o número de horas da componente letiva nas escolas de ensino público é o facto dos privados já praticarem esse horário. Se não defendermos o ensino privado e não negarmos esta proposta, brevemente veremos estas propostas serem aplicadas igualmente no ensino público, como a convergências das tabelas salariais e aplicação das demais condições.

    • josé lourenço on 18 de Junho de 2013 at 8:14
    • Responder

    Esta proposta da AEEP (Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo) é um prelúdio para a privatização do ensino em Portugal. Os grandes grupos económicos interessados na privatização do ensino (GPS, Didáxis, Ribadouro, etc.) só aceitam tomarem conta das escolas públicas se esta contrato for aprovado. Todos os professores deveriam estar contra esta proposta e deveriam manifestar-se já.
    Neste momento, os sindicatos não estão a defender os direitos e interesses dos professores do Ensino Particular.

  17. Como é que é possível que um homem que chama palhaço ao PR, venha para aqui dizer que os professores não têm respeito pelos alunos… que grande estúpido!!!!

    • prof contratado on 18 de Junho de 2013 at 8:48
    • Responder

    Com as condições de trabalho propostas pela AEEP não há professor que consiga “durar” vivo um periodo letivo que seja. É a escravatura. A aniquilação de qualquer réstia de esperança de qualidade no ensino. Mas penso que a ideia é essa… preservar as elites a todo o custo com o emagamento do resto da sociedade.

  18. Entre outros erros desta análise, destaco a ideia de que os professores estão sempre contra o Ministério da Educação. O que este fazedor de opinião não sabe, ou não quer dizer, é a realidade do ME é bem mais complicada do que essa análise tão simplista. Em nenhuma outra área profissional existe uma entidade gestora que diariamente produz dezenas de intenções legislativas que afetam tão profundamente as condições de vida de quem por lá anda (professores, alunos, etc). Dessas centenas de alterações muitas delas não têm qualquer contestação, algumas terão aprovação, outras têm reduzida contestação, outras têm forte contestação. Portanto, face à quantidade de constantes alterações feitas por TODOS os diferentes ministros da educação, podemos dizer que os professores até contestam pouco. Mais, contestações como estas às avaliações e aos exames existiram apenas duas na história da nossa democracia. Todas sempre por motivos muito fortes que assim determinaram esta forma de luta. Uma vez mais, não podemos encontrar aqui exemplos de “excessos” de contestação.

  19. Este tem a mania que é culto e que conhece tudo…Só prova que é um grande ignorante e que nada sabe da vida dos professores! Devia é ter que pagar 2 casas que distam entre si 300 km, deixar filhos para ir trabalhar, deixar pai com AVC dependente com baixa reforma e sem dinheiro para um lar, pagar para trabalhar pois as despesas são mais que muitas…SE UM FUNCIONÁRIO PÚBLICO NÃO PODE SER DESLOCADO A MAIS DE 60 KM DA SUA CASA PORQUE É QUE UM PROFESSOR PODE ? IGNORANTE É O QUE ESTE sr É!!!! NÃO CONHECE NADA DO QUE É O TRABALHO DE UM PROFESSOR PARA ALÉM DE “DAR AS AULAS” …

    • João on 18 de Junho de 2013 at 11:15
    • Responder

    Aquando das manifestações gozava que não tinham impacto, perda de tempo. Agora ataca-nos desta maneira por causa do impacto. Se calhar é por coisas destas e tipos destes que a sic tem cada vez menos audiência!

    • Paula Gomes on 18 de Junho de 2013 at 11:18
    • Responder

    O livro dele não presta. Está mal escrito, não tem emoção, etc, etc… O facto de eu não ter lido o livro, não interessa para nada. Neste país todos, ou quase todos, falam daquilo que não sabem.

  20. O meu filho de 5 anos quando o vê diz: Papá, está a dar o cão! (cara de cão, lol)

    • Samuel on 18 de Junho de 2013 at 12:21
    • Responder

    Ontem tive de mudar de canal assim que começou a falar, agora estava a tentar ver o video e só aguentei os primeiros 30 segundos. Meterem o Tavares a falar de Educação é tão válido como meterem o João Baião a falar de Engª Aeroespacial,l porque tanto um, como outro, estão às cegas sobre o assunto. Mas ao menos o segundo só fala sobre o que conhece, todos aqueles envoltos na paródia trágica que foi a opinião de Miguel Sousa Tavares (especialmente o próprio) deviam ter vergonha. Eu já decidi, se as 40 horas forem pra frente, só trabalharei, efetivamente, 40 horas, se querem que sejamos iguais, então seremos,acabou a perda de vida por dedicarmos todo o nosso tempo ao ensino, quero ver depois se há queixas.

    • contratada há 20................. on 18 de Junho de 2013 at 12:26
    • Responder

    No comments at all!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”%#?8*X

    • José on 18 de Junho de 2013 at 12:44
    • Responder

    Este senhor sabe tudo, comenta tudo. E quando assim é, o mais certo é que não domine nada! Quando fala dos professores, o melhor é mudar de canal!!!

    • Dinis on 18 de Junho de 2013 at 13:05
    • Responder

    Miguel, faça-me um grande favor…Nunca, mas mesmo nunca, se lembre de se propor ou a aceitar o cargo de Ministro da Educação. Muito obrigado.

    • ellece on 18 de Junho de 2013 at 13:24
    • Responder

    Não sei quem é esta criatura, nem quero saber.

  21. Miguel Sousa Tavares esteve ontem no seu pior! Começa a ser um hábito, mas ontem ultrapassou todos os limites do aceitável. Como é que este senhor se atreve a dizer que os professores revelaram falta de brio profissional ao aderirem à greve? Será que alguém ainda tem dúvidas que também é pelos direitos dos alunos que os professores lutam? Bom, pelo menos um português ainda não percebeu: Miguel Sousa Tavares, dono e senhor de toda a razão.
    Acha que ao terem feito greve, os professores não respeitaram o direito dos alunos ao ensino. Certamente é da opinião que aumentar o número de alunos por turma é respeitar os direitos dos mesmos. Diminuir o crédito de fotocópias (e respetivas fichas de trabalho, apoio, etc), devidos aos cortes que o MEC já impôs, é, com toda a certeza, respeitar os direitos dos alunos.
    Aumentar o número de turmas por professor proporcionará maior qualidade ao ensino e, mais uma vez, isso é respeitar os direitos dos alunos.
    Falar de brio profissional? Saberá Miguel Sousa Tavares o que significa “brio”? Não precisa de consultar nenhum dicionário de renome para saber que brio significa dignidade. E é por um ensino público digno que os professores portugueses lutam. Aqueles que estão anos a fio à espera que o estado lhes reconheça o direito à profissão e aqueles que há anos a fio fazem “malabarismos”(já que o senhor é tão dado às artes circenses!) para darem o melhor e do melhor aos seus alunos. Alunos, esses, que muitas vezes chegam à escola com fome, sem material escolar, mal agasalhados. E quem os ajuda? Aqueles que revelam falta de brio profissional, veja lá! Mas disto o senhor não fala!
    Na minha opinião (e graças ao “dia inicial inteiro e limpo”, também a posso dar), Miguel Sousa Tavares devia comentar os “novos ratos que mostram a avidez antiga” e deixar-se de palhaçadas!

    • Cavaco Silva on 18 de Junho de 2013 at 13:49
    • Responder

    E o palhaço sou eu???

    • P540 on 18 de Junho de 2013 at 15:12
    • Responder

    Este “indivíduo” fala muito bem … naquilo que não conhece e daquilo em que nunca trabalhou, já era tempo de a comunicação social começar a ter comentadores com conhecimento de causa e não borrifadores balelas.

    • Vitor Santos on 18 de Junho de 2013 at 16:03
    • Responder

    Acho que por ter chamado “palhaço” ao Sr. Presidente da República Portuguesa, ficou em dívida a alguém. Quem o ouviu e quem o ouve. E quer ser um exemplo na nossa democracia. Onde estava ele no 25 de abril de 1974????

    • Cassiopeia on 18 de Junho de 2013 at 16:10
    • Responder

    Convido MST a acompanhar um dia na sala de aula, e também na componente de estabelecimento, e até no trabalho individual. Vale mais um dia de prática, do que anos de conversa para conhecer a realidade… Professores do privado a fazer greve?!… Anda em que planeta?! Marte? Ou noutro sistema? Ou noutra galáxia? Este mundo não é só viagens e beijocas….

    • fernando sousa on 18 de Junho de 2013 at 16:54
    • Responder

    Proponho a todos os leitores deste comentário que se organizem e peçam a saida deste sujeito da televisão. Veremos quem tem mais força, nós ou o sujeito que tem “dor de corno” por não ser professor.

    • Pedro F. on 18 de Junho de 2013 at 17:12
    • Responder

    O problema da sociedade contemporânea é que qualquer pessoa tem uma ideia/opinião, sem mérito ou necessidade de estar inteirado do assunto. Assusta-me que os media gostem da polémica e que esta pessoa esteja simplesmente a ser um “peão” no jogo de xadrez. Apetecia-me interromper-lhe o discurso e perguntar: ” Quem é o senhor para falar de Educação quando ofende os outros?”
    O problema da sociedade contemporânea é que algumas pessoas não têm o botão para off.

    • Cecília Silva on 18 de Junho de 2013 at 17:20
    • Responder

    Sou professora do ensino privado e vou ser uma voz dissonante entre estes comentários, alguns deles insultuosos, o que não fica bem a nenhum professor…
    Partilho a opinião do Miguel Sousa Tavares ao dizer que os professores, com a greve de ontem, mostraram que não teem respeito pelo serviço público que desempenham. Fazer greve em dia de exame nacional é nitidamente estarem-se nas tintas em prejudicar os alunos e as famílias.
    E não venham dizer que se preocupam com a qualidade de ensino porque, ao longo desta última década de facilitismo apadrinhado pelo Sócrates y sus muchachos, não vi nenhuma posição clara dos sindicatos ou associações de professores sobre tal. Aliás, os alunos que tive no externato onde leciono vieram todos da pública e teem uma falta gritante de conhecimentos básicos. Os professores estão contra o sistema mas não estão isentos de culpas!!!
    Ah, e eu não seria despedida se fizesse greve, desenganem-se. O privado vai é ficar com os alunos que os profes da pública não querem e não respeitam.

      • Inês 510 on 18 de Junho de 2013 at 17:59
      • Responder

      Deixo uma questão: Quando os médicos estão em greve, os doentes não são prejudicados em virtude das cirurgias terem que ser adiadas? Quando os estivadores (trabalhadores dos portos) estão em greve não existirão portugueses a serem prejudicados por não receberem por exemplo mercadorias?

      É necessário cair na real: NÃO SÃO OS ALUNOS DO PÚBLICO QUE PASSAM PARA O PRIVADO, SÃO OS DO PRIVADO QUE PASSAM PARA O PÚBLICO, PORQUE OS PAIS DEIXAM DE TER CONDIÇÕES PARA PAGAR A MENSALIDADE.

      • Vitor Santos on 18 de Junho de 2013 at 19:07
      • Responder

      Colega Cecília:
      – Deduzo que esteja à espera de um “tacho” no governo, com esta sua opinião.
      Gostaria de saber como trabalha com os seus alunos, quanto à aquisição de VALORES E IDEIAS DEMOCRÁTICOS.
      Confesso que pelo facto de um cidadão português ter “chamado alguns nomes” ao Sr. Presidente da República, começo a ter medo de escrever ou falar. Mas gostaria de lhe chamar p…
      Sempre ao seu dispor.
      Vitor Lisboa dos Santos

      • Maria on 18 de Junho de 2013 at 19:38
      • Responder

      Cara Cecília, os alunos que vão para o ensino privado podem não ter mais nada, mas têm (repare como se escreve esta palavra “têm”) DINHEIRO. Venha a colega trabalhar para o público, como eu já vi acontecer nos últimos anos, colegas dos privados que saem das salas de aula a CHORAR BABA E RANHO porque não têm pedalada. E mais uma coisinha: eu estou onde estou pela minha GRADUAÇÃO PROFISSIONAL, sabe o que é que isso quer dizer ou só quando perder o seu (esse sim) TACHO é que vem para o público?

      • fjcf on 18 de Junho de 2013 at 22:37
      • Responder

      Percebe-se porque teve que ir para o privado: “teem”!!!!????

    1. Oh, colega, (perdão, cara professora competentíssima – afinal, tem de ensinar aos alunos que vêm do ensino público aquilo que os malandros dos outros profs não fazem…)
      A caríssima prof só pode estar a falar de barriga cheia. Certamente de algum externato financiado pelo estado, não? Olhe que o privado tb não está lá muito bem… É que não sei se já reparou, mas a classe média que sustentava as escolas privadas está cada vez mais “mediana” e graças certamente a esta gentinha que parece defender. Mais, continuo a dizer que não reconheço o direito a MST (nem a si) de dizer que faltei ao respeito aos meus alunos por ter feito greve. Se quiser entender, perante as razões que acima apresentei, muito bem, se tiver alguma dúvida de interpretação, cá estarei para a esclarecer (mas digo-lhe já que fui sempre aluna do ensino público, desde a primária até à universidade!; ah e tb fui sempre prof do público, azar o meu!). Caso não queira entender, pois o problema é todo seu. Não dou mais para este peditório! Estou farta de palhaços!

      • Eu500 on 19 de Junho de 2013 at 17:21
      • Responder

      Realmente… Grande lata… No público não aprenderam… No privado aprendem com professores que nem escrever sabem… É a piada do dia…

    • Miguel Tocha on 18 de Junho de 2013 at 18:12
    • Responder

    Só hoje ouvi este homem falar do que desconhece e não revela ter: EDUCAÇÃO!

    Não é por nada mas primeiro deve-se procurar conhecer o que se vai comentar.

    Por exemplo, fala de os alunos terem a entrada na faculdade “adiada para Novembro ou mais tarde até”…
    Já aconteceu em 1989 esse adiamento! Vá ver aos arquivos!
    Eu lembro-me pois na altura era um dos alunos.
    E não foi por isso que, iniciando as aulas em Dezembro, não estudei e me formei em 5 anos.
    Talvez tenha sido um discurso encomendado pelos “amigos”.
    Para falar assim sem saber completo, entreter com palhaçadas e criar polémicas qualquer “palhaço” serve. E assim sendo prefiro o verdadeiro palhaço!

      • Inês 510 on 18 de Junho de 2013 at 20:49
      • Responder

      Comigo aconteceu a mesma coisa. O primeiro dia de aulas foi a 15 de Janeiro.
      Foi complicado?. Foi, mas deu para fazer dois semestres até 31 Julho.

    • Carmelita on 18 de Junho de 2013 at 18:38
    • Responder

    Rua com o Miguel de Sousa Tavares,com o Sócrates e outros afins.É PARA ISTO QUE SERVE A TELEVISÃO?Sabe do que fala este anormal ao dizer que os professores tiveram falta de brio profissional.Conhece este senhor o que é a realidade da nossa profissão para estar a falar sobre ela?RUA COM ELE ,METE NOJO NA TELEVISÃO1

    • pretor on 18 de Junho de 2013 at 19:55
    • Responder

    ALGUMAS DÚVIDAS A ESCLARECER:

    1º – se tiver mais serviço no dia (outras reuniões, vigilâncias, secretariado de exames, etc) a falta por greve a uma reunião só conta dois tempos;
    Os sindicatos só anunciaram greve ás avaliações e não ao dia. ver:

    http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_234/Doc_7534/Anexos/Esclarecimento_sobre_efeitos_da_greve.pdf

    http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_234/Doc_7534/Anexos/Greves_de_Junho_de_2013_PerguntasFrequentes_2.pdf

    “Um professor que, nas greves de dias 7, 11, 12, 13 e 14 (com incidência no serviço de avaliações) adira à greve, qual o desconto que lhe é feito no salário? Apenas o proporcional às horas a que faz greve. O facto de o artigo 94.º do ECD considerar a falta a reuniões de avaliação sumativa dos alunos como falta a um dia, a adesão à greve não configura uma falta, pois “a greve suspende o contrato de trabalho de trabalhador aderente, incluindo o direito à retribuição e os deveres de subordinação e assiduidade” (artigo 536.º do Código do Trabalho). Ou seja, estando suspenso o dever de assiduidade, em caso de greve não há lugar à marcação de falta, pois o trabalhador tem suspensa a sua relação laboral com a entidade patronal. Assim, tendo o professor trabalhado parte do dia em atividade letiva ou outra não relacionada com as avaliações, essa atividade terá de lhe ser paga. Isto é, apenas lhe será deduzido o valor correspondente às horas em que aderiu à greve.”

    “Nestes termos, não pode aplicar-se aos docentes em greve, o disposto nos números 5 e 9 do artigo 94º do ECD, isto é, a remuneração mensal do docente apenas pode ser deduzida do valor correspondente ao/aos períodos em que decorrendo os conselhos de turma de avaliação do 3º período, os docentes não tenham estado presentes e não o tenham justificado, isto é, não tenham comparecido por terem aderido à greve convocada.”

    2º – se fizerem fundo de greve por todos os profs da escola a coisa fica baratinha e dá para aguentar até até…

    3º – as férias já estão marcadas, são um direito. Ponto final parágrafo.

  22. Como é que ainda se comenta este merdas que a única coisa boa que teve foi a sorte de ter aquela mãe e não pode escolher, porque senão se calhar não a escolhia. Eu não o leio nem oiço aconselho-vos a fazerem o mesmo

    • cocas on 18 de Junho de 2013 at 22:43
    • Responder

    Nenhum jardim é perfeito
    Não gostei de maneira alguma, do julgamento que fez em relação á atitude dos professores de fazerem greve.
    Atenha-se a julgar o que é relevante, em vez de criticar os professores sem fundamento.
    É com muito agrado que visito o Jardim Botânico, no Porto, mas sempre que vou lá lembro-me de uma erva daninha que nasceu, cresceu e que se transformou numa pessoa insuportável e arrogante, neste jardim quase perfeito.
    Em vez de fazer julgamentos, pense naqueles que transmitiram grandes saberes, que despertaram o interesse pela leitura e que divulgaram grandes escritores aos alunos, nas salas de aulas e bibliotecas escolares. Quando me refiro a grandes escritores, não me refiro a Miguel Sousa Tavares, mas sim à sua falecida mãe.
    Porque se não fossem os professores, muitos dos alunos ainda não eram capazes de saber quem era Sophia de Mello Breyner, autora dos contos infantis (A Menina do Mar, O Cavaleiro da Dinamarca, A Floresta, O Rapaz de Bronze, A Fada Oriana, etc.).
    Acha os professores personas non gratas? Que impedem os alunos de absorverem experiencias e de desenvolverem-se profissionalmente?

  23. Se quiserem, vão a este link
    https://www.facebook.com/pages/Miguel-Sousa-Tavares/108732135817739?fref=ts
    cliquem na estrelinha e façam a denúncia de página, alegando “discurso que incentiva o ódio ou ataque pessoal”

    • Rui Taveiras on 19 de Junho de 2013 at 1:35
    • Responder

    “VÃO-SE FODER, por Helena Almeida

    “.. pois..

    Pelos vistos, todos.

    Quando a classe se une;

    quando a inércia se sacode;

    quando a doentia tendência que os professores têm para cumprirem tudo, aceitarem tudo sem um queixume – se transforma na revolta de quem já não aguenta mais;
    quando os professores tomam consciência do poder que detêm – e o exercem, o país treme.

    Tremem os políticos ao verem escapar-se-lhes debaixo das garras dominadoras a classe que (justificadamente, diga-se..) acreditavam mais submissa, a mais sensível à chantagem emocional. Os direitos dos jovens, pois claro!

    Tremem os pais ao verem ameaçados .. basicamente, os seus organizadinhos planos de férias, pois que outra coisa?

    Hipócritas, uns e outros.

    Não os comovem as crianças com fome, a única refeição diária retirada das escolas, a ASAE que há anos se pôs a medir batatas e encerrou ou inviabilizou as boas cantinas escolares, agora reféns da normalizada fast food de empresas duvidosas.

    Não os comovem as escolas fechadas, as crianças deslocadas, as escolas-fábrica em que cada aluno não é sequer um número, o interior do país desertificado, as longas viagens de e para casa, o tempo com a família, inexistente.

    Não os comovem os livros deitados fora, que deixaram de servir porque sim: o novo programa de matemática para quê se o outro dava mostras de funcionar, o (des)acordo ortográfico para benefício de quem..

    Não os comovem os professores massacrados que lhes aturam os filhos todo o dia, : «Já não sei o que fazer dele, dela.., em casa é a mesma coisa.. »,

    Não os comovem os alunos que querem aprender e não podem, a indisciplina na sala de aula e os professores esgotados, deprimidos, muitas vezes doentes, os professores que desabam a chorar no meio da aula, a tensão, as pulsações que disparam e como é que se pode ensinar assim?

    Não os comovem os professores hostilizados publicamente por ministras, escritores, comentadores, opinadores – e já lá vão anos de enxovalhamento!

    Não os comovem as políticas aberrantes do ministério da Educação, as constantes alterações aos curricula, aos programas, as disciplinas de uma hora semanal a fingir que existem e os professores que se adaptam aos caprichos todos, formações atrás de formações, obrigatórias todas, pagas do próprio bolso algumas;

    Não os comovem as condições de trabalho e de saúde de quem lhes zela pelos filhos, as horas insanas passadas na escola, as tarefas sem sentido e as outras, o tempo e a disposição que depois faltam para tudo o resto que fazem em casa, preparar aulas, orientar trabalhos, corrigir testes, as noites que não dormem e amanhã aguenta-te que não são papéis que tens à frente, mas sim pessoas!

    Não os comovem vidas inteiras de andar ‘com a casa às costas’, 10, 20, 30 anos contratados (dantes chamavam-se ‘provisórios’), de Trás-Os-Montes ao Algarve e é se queres ter emprego, SEMPRE assim foi até conseguirem um lugar no quadro de efectivos numa escola – e agora aos 40, 50, à beira de vínculo nenhum! – as regras que mudam, a reforma que se alonja, a carreira de há muito congelada, os sucessivos cortes no salário, os impostos uns atrás dos outros e depois ……

    cara alegre que tens a responsabilidade de ensinar, formar, educar os nossos jovens, futuro deste país ou de outro para onde emigrem, será mais certo.

    E eu digo, professora que fui, professora que serei sempre e já não vos aturo: VÃO-SE FODER com as vossas preocupações da treta, a vossa chantagem e as vossas ameaças, os vossos apelos aviltantes. E não, não peço desculpa pela linguagem, que outra não há que dê a medida da raiva.

    Quem é que vocês, políticos, associações de pais, pensam que são?

    Vocês, que destroem tudo o que de bom se tinha conseguido neste país? Que promovem o regresso à miséria, ao cinzentismo, à ignorância? Que se estão borrifando para os alunos e as famílias, a qualidade do ensino nas nossas escolas públicas? Que tiram ao estado para darem aos privados? Que acabam com apoios onde eles eram vitais, aos alunos mais pobres, aos alunos com deficiências? Que despedem psicólogos e professores do ensino especial? Que, em exames, recusaram tempo extra aos alunos que a ele tinham direito? Que não fazem nada para promover a educação, os vossos podres serviços públicos reféns do vosso oportunismo, da vossa falta de valores, do vosso cinismo?

    Vocês, que atacam os professores mas lhes confiam os vossos filhos? Que não os educam em casa, mas esperam que eles o façam na escola? Que agora defendem a “mobilidade especial” quando antes defendiam a estabilidade, se queixavam de que as crianças mudavam de professores todos os anos? Que não percebem que um professor maltratado é um profissional menos disponível para os alunos que tem à frente? Que a luta dos professores é a luta pelos vossos filhos, pela qualidade da sua educação, pelas oportunidades do seu futuro?

    E vocês, opinadores ‘de bancada’ que continuam a achar que os professores trabalham pouco e ganham muito, por que se queixam agora desta greve (três meses de férias, é?!), quando nunca antes se queixaram das condições miseráveis em que vocês próprios sempre viveram?
    Por que não se queixam dos dinheiros mal-gastos destes políticos?
    Por que não se queixam de um serviço público de televisão que vos embrutece e vos torna prisioneiros de quem vos engana todos os dias, vos impede de terem pensamento próprio?
    Por que não se queixam da razia deste governo sobre os funcionários públicos, dos serviços que vão funcionar muito pior, das horas de espera que vão aumentar, nos hospitais, nos centros de saúde, nos correios e nas repartições todas, a ‘má-cara’ de quem, maltratado, vos vai atender com pouca paciência e muito cansaço?

    A vocês, que pelos vistos não sabem o que é uma greve, nunca vos vi defenderem os professores do vosso país. Vi-vos aplaudirem uma ministra que vos ‘ganhou’, ‘perdendo-os’. Vi-vos porem-se contra eles, ao lado dos filhos que vocês não souberam nem se preocuparam em educar. Vi-vos irem às escolas apenas para insultarem ou ameaçarem os que nela todos os dias ‘dão o litro’ para que os vossos filhos sejam melhores que vocês, tenham as condições de vida que vocês não puderam ter.

    Os professores não estão de férias, como vocês, que tudo julgam saber, gostam de apregoar.
    Os Professores estão em greve. Finalmente!
    Os Professores levaram anos a aguentar pauladas. Anos e anos a serem, eles, prejudicados.
    Agora fazem greve, dizem BASTA!
    Vocês, deviam fazer o mesmo, assim a educação que a escola pública vos proporcionou vos tenha garantido sentido crítico, pensamento autónomo e DIGNIDADE.”

    (Helena Almeida)

    • 5ergion on 19 de Junho de 2013 at 12:05
    • Responder

    Ó Miguelito, NÃO ANDAVAS COM O RABO ENTRE AS PERNAS, depois de te teres EXCEDIDO?! Não me digas que és daqueles para quem tudo está mal, mas… «tudo menos tirarem-me 2 dias de praia»?!!!

    Deves estar a ficar nervoso com a eminência de perderes alguns dias de férias por causa da greve dos professores!!! HIPÓCRITA… Mete lá outra vez o rabo entre as pernas, COBARDE!…

    Espero que o palhaço processe o palhaço que tu (também) és!

  24. O Miguelito está assim desde que uma colega nossa ( há uns bons 25 anos) lhe mandou a roupa pela janela, os haveres e as garrafas de álcool. Cobertinha de razão mas que nos arranjou um trauma falante, lá isso arranjou. Além disso, até a sua mãe (ser humano extraordinário teve dificuldades para educar o “menino”. Partilhámos carteiras… Ai! Ai! Miguel! E se o passado começasse a falar. Sorte a sua que as pessoas são bem mais educadas, cultas e preparadas do que o menino e depois de o ver a poluir as areias do deserto com as suas bebedeiras já nada mais resta a dizer menos esta: é um porco chauvinista, mal amado…

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