E se os “Continentais” se Lembrarem de Impugnar o Concurso?

O governo regional poderá abrir 350 vagas para o concurso de vinculação de professores.

 

Gilberto Pita conta pelo menos com esses para suprimir as necessidades das vagas criadas nas escolas, motivadas pela saída de cerca de 300 professores por reforma.
Estes números podem contudo, vir a ser aumentados, segundo o dirigente do Sindicato Democrático dos Professores da Madeira, dependendo do que a Secretaria Regional de Educação vier a apurar.

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29 comentários

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    • Maria on 6 de Março de 2013 at 17:39
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    Que impugnem! Logo que tenha o mesmo resultado que a última tentativa por parte do SPM… Mas sabes o que era mesmo bom, Arlindo????? Em vez de alimentar estas diferenças , começares a ajudar a acabar com estas parvoíces…

  1. Uma sugestão, Arlindo:

    Reescreve lá a frase do título, com o “se” no sítio dele, assim:
    “E se os continentais se lembrarem de impugnar o concurso?”

    Fazem bem abrir vagas na Madeira. 300! Boa!

    • sandra s. on 6 de Março de 2013 at 17:53
    • Responder

    350 vagas? Mais de metade das vagas que abriram no continente para a Vinculação Extraordinária? Cá saem 25000 e entram 600. Lá saem 300 para a reforma e entram 350 nos quadros. Muito bem! Depois estes novos vinculados ainda exigem concorrer às poucas vagas que abrem no continente nem que para isso recorram aos tribunais. Sim senhor. Concordo com o Arlindo. Os continentais deviam impugnar também este concurso.

    • Melo on 6 de Março de 2013 at 18:46
    • Responder

    Eu sou continental a trabalhar na Madeira desde 2004 e acho muito bem que vai para a frente uma vinculação cá também e de preferência que excluam do concurso os que trabalham nas escolas do continente, fazer exactamente o que fizeram aí. Quanto à impugnação feita pela Madeira tem que ver com a exclusão do pessoal da Madeira e Açores e não com as prioridades, pois como a ignorância é uma coisa feia deviam ler mais, o pessoal do quadro da RAM concorre em 2a prioridade para os quadros de agrupamento e isso até acho bem não venham é depois queixar da prioridade no concurso da RAM.

      • Ribeiro on 6 de Março de 2013 at 21:16
      • Responder

      mas o pessoal da madeira e dos açores puderam concorrer! é só confirmar nas listas provisórias..estão lá às centenas

        • Alice on 6 de Março de 2013 at 21:44
        • Responder

        Bastava ter trabalhado apenas 365 no “contenente” nos últimos 3 anos

          • Melo on 7 de Março de 2013 at 9:41

          Só puderam concorrer os que trabalharam 365 dias nos últimos 3 anos no continente.

    • Alice on 6 de Março de 2013 at 20:00
    • Responder

    Colega,

    Está muito enganado porque os colegas do quadro da RAM concorrem em pé de igualdade com os do Quadro do continente. Todos concorrem na 2ª prioridade porque a 1ª é reservada aos colegas cujas escolas extinguiram ou fundiram.

    1. Os das regiões autónomas concorrem em 3ª prioridade juntamente com quem quer mudar de grupo de recrutamento.

        • Angy on 6 de Março de 2013 at 21:20
        • Responder

        Arlindo o que diz o art 10º do dl 132/2012 relativamente ao concurso interno é:

        “2.ª prioridade — docentes de carreira dos agrupamentos
        de escolas ou de escolas não agrupadas, os de zona
        pedagógica e os docentes dos quadros das Regiões Autónomas
        que pretendam a mudança do lugar de vinculação”

      1. Sim, têm razão. Apenas concorrem na 3ª prioridade se também mudarem de grupo.

          • nortenho on 6 de Março de 2013 at 22:26

          O que acontece mt pq o grupo da educaç especial é diferente . Logo é considerado mudança de grupo

    • anita on 6 de Março de 2013 at 20:38
    • Responder

    eu que prioridade concorre um “continental” ao concurso da madeira?? alguem me sabe dizer? obrigada

      • nortenho on 6 de Março de 2013 at 22:29
      • Responder

      Eu sou continental e concorro na 1º…

    • Alice on 6 de Março de 2013 at 21:42
    • Responder

    De todas as formas, as prioridades mudaram. A partir do próximo concurso, todos os do quadro poderão concorrer na mesma prioridade, ou seja, na 2ª para todos os grupos de recrutamento para os quais têm habilitações

    • fernando on 6 de Março de 2013 at 21:46
    • Responder

    A nossa profissão é das mais tristes devido a alguns trastes que nela exercem!!!!
    A frase do titulo revela isso mesmo!!!
    Lembrem-se de que os professores que foram excluidos do concurso extra, são com certeza oriundos do continente, apenas querem voltar as suas origens!!!!
    Deixem-se de separatismos estúpidos, basta a classe politica e o pseudojornalismo a fazer este trabalho sujo como manobra de diversão para paspalho ver e ter algo em que pensar!

    Como formados que são pensem bem e aprendam a ser objetivos, criticos e isentos na analise daquilo que sai na comunicação social!!!

      • Alice on 6 de Março de 2013 at 21:48
      • Responder

      Os coelgas só estão revoltados porque toda a gente sabe que nas ilhas funciona o fator “cunha” e poucos são os que conseguem lá entrar….

      1. Essa agora é boa!!! De certeza que nunca trabalhou nas ilhas… Fator cunha??!! Já estive nos Açores e agora Madeira e entras pelas regras que existem tal e qual como aí. Segue-se a lista, renovações etc. Mas enfim estamos aqui a esgrimir argumentos e esquecendo o que realmente importa que era o fato todos irmos para quadro.

          • Rui on 2 de Maio de 2013 at 22:20

          sabes muito bem que há muitas cunhas na madeira. Se estás cá desde 2004 sabes isso muito bem. respira-se cunhas, tachos e favores. Um exemplo flagrante vê-se na secretaria regional os montões de pessoas a querer falar com a Dona G….sabes isso muito bem!!!

        • Maria on 7 de Março de 2013 at 10:23
        • Responder

        Realmente vê-se mesmo que não sabe o que diz!!!!!
        Eu concorri para a Madeira e fiquei colocada e sem nenhuma cunha.
        Porque será que muita gente não teve coragem ou melhor preferiu ficar perto de casa do que estar longe da família? Que eu saiba a Madeira nunca proibiu ninguem de concorrer nem nunca fechou as portas aos continentais!!!!

    • ribeiro on 7 de Março de 2013 at 11:53
    • Responder

    isso é uma verdade. tanto os açores e a madeira nunca impediram ninguém de concorrer para lá. vêm praqui mts colegas criticar mas n têm coragem de concorrer pras ilhas, pelo menos enquanto estiveram bem, agora que mts andam à rasca se calhar já querem arriscar. e mesmo assim há mts q n querem ou n se adaptam. é..mt mar em volta…muito isolamento..n é pra qq um..criticam mas n querem ir pra trabalhar. acho até q deveria haver benefícios pra quem lá concorre. se abriram lá vagas óptimo. aqui deveriam fazer o mesmo. fatores cunhas nas ilhas? e no continente? hehe

    • Maria II on 7 de Março de 2013 at 11:55
    • Responder

    OH ARLINDO, essa frase era escusada!Sempre acreditei que havia alguma ISENÇÃO da sua parte!Mas pelos vistos enganei-me. As pessoas fazem as suas opções quando decidem ir para as ilhas ou para outro sítio qualquer do país.Agora respeitem-se essas pessoas. Talvez o ARLINDO, felizmente, nunca tenha estado longe dos seus a quem deve prestar assistência, a quem basta pegar no carro e andar, não dependa de aeroportos e de caprichos das condições meteorológicas e da natureza.Eu respeito essas pessoas e todas as que estão longe ou nem tenham sequer um emprego em lado algum do país CONTINENTE OU ILHAS.Porque é muito fácil falar-se quando se está instalado e se o tem certinho ao fim do mês!

    1. O título do post é apenas uma crítica ao facto de o governo regional da madeira colocar a vinculação extraordinária de 603 professores em causa quando se sabe que também existem essas prioridades nas ilhas.

        • Melo on 7 de Março de 2013 at 12:28
        • Responder

        E eu volto a lembrar que aqui ninguém é excluído, o problema é que a vinculação poderia ter prioridades mas não excluir professores.

  2. quando é que começa o concurso na madeira?

    • Melo on 7 de Março de 2013 at 12:34
    • Responder

    Ainda não está nada certo. Porque segundo a Secretaria irá haver legislação nova ainda a ser debatida com os sindicatos.

    • Madeirense on 7 de Março de 2013 at 12:36
    • Responder

    Já agora e porque vejo por aqui muita gente que trabalha na Madeira, lembro que existe um fórum aqui no blog do Arlindo e que se podem inscrever para dinamizarmos a parte madeirense.

  3. Sou natural de uma localidade próxima do Porto. Estou na Madeira desde 2005. Entrei no sistema de ensino desta ilha através de concurso público, numa opção de vida para lutar pela profissão que adoro desempenhar e para a qual tenho frequentado especializações e um mestrado. Ao longo destes anos paguei de modo árduo o facto de estar longe da minha família. O meu pai faleceu oito dias após ter chegado à Madeira, em finais de um agosto. Para regressar, a tempo do velório, tive de pagar uma passagem aérea de ida e volta que me custou 623 euros (não importa o dinheiro, mas sim o quanto estamos limitados nas opções e quanto pagamos por este simples direito). É difícil… estar longe da família. Há todo um conjunto de sentimentos e momentos que se perdem no diluir do tempo.
    Arlindo, tu melhor do que ninguém (pelo facto de seres tantas vezes o recetáculo de inúmeros desabafos) sabes o quanto é difícil ser-se professor no presente. Não basta a classe política e alguns jornalistas à caça de notícia fácil, tentarem denegrir a dignidade e menosprezar o empenho, a dedicação e a entrega de tantos colegas nossos. Já não basta as instituições que nos deveriam defender e pugnar pelos nossos direitos (sindicatos, FEN, Fenprof…) renderem-se aos partidos políticos, às suas miserabilistas ideologias e reformas, entregarem-se igualmente a negociatas a negociatas que, irremediavelmente, nos têm conduzido às presentes situações que põem em causa a Educação, em sentido geral.
    O seu blogue deveria ser, acima de tudo, uma plataforma que informasse e unisse a classe docente. Só unidos é que nós poderemos ser mais.
    “Aquila non capit muscas”

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