Informações sobre as Negociações de Hoje

… que vão ser prolongadas para a tarde. (Post em atualização ao longo do dia)

 

 

Ministério da Educação não desiste de prova para professores

 

(Notícia do público em atualização)

Na RTP Informação

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=nfAe4so8YpY]

Na Antena 1

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=5Z_j0mZUMug]

Contra prova de acesso à docência, FNE quer que seja gratuita e só para alguns

 

 

Já da parte da tarde:

 

Fenprof recusa que só professores com 15 anos de serviço fiquem isentos de exame

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2013/08/primeira-informacao-sobre-as-negociacoes-de-hoje/

33 comentários

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  1. se alguém puder que lembre as actas das reuniões…. penso que entenderam onde quero chegar…

    • Joi on 23 de Agosto de 2013 at 13:50
    • Responder

    Sim, tudo preto no branco, para não subsistirem dúvidas. Se eles querem mesmo muito a prova, cabe aos sindicatos negociar para a esvaziarem o mais possível, de candidatos possíveis e de sentido…

    • Profa farta de medíocres on 23 de Agosto de 2013 at 15:24
    • Responder

    Como docente estou disponível para fazer a prova. Como encarregada de educação exijo que todos a façamos.

      • Alijó on 23 de Agosto de 2013 at 15:40
      • Responder

      ehehehe
      Vai passar a ser incompente com(prova)da.

      Idiota.

        • Profa farta de medíocres on 23 de Agosto de 2013 at 23:49
        • Responder

        Tremes que nem varas verdes. De que tens medo?

      • Adnema on 23 de Agosto de 2013 at 16:33
      • Responder

      Esta profa farta de medíocres é mesmo… medíocre. Pessoas destas não fazem falta. Então não é QA/QE?

        • Profa farta de medíocres on 23 de Agosto de 2013 at 23:43
        • Responder

        QZP

      • Pestanaaberta on 23 de Agosto de 2013 at 19:53
      • Responder

      Profa farta de medíocres- farto-me de rir com os seus comentários, parecem um filme cómico, eheheh. Relativamente ao seu comentário: olhe parabéns!!

        • Profa farta de medíocres on 23 de Agosto de 2013 at 23:47
        • Responder

        Obrigado. É preciso coragem para defender o que eu defendo. Quero só afirmar que em Espanha este tipo de prova existe há décadas. Todos gostamos muito de falar nos espanhóis, o seu modo de vida, o seu estado social generoso, o seu salário médio duas vezes maior que o nosso. Quando falamos do trabalho e do sacrifício que eles fazem….bom, é melhor passar à frente!

          • Safira on 24 de Agosto de 2013 at 0:27

          Então porque é que não pede para fazer a prova também?

          • Pestanaaberta on 24 de Agosto de 2013 at 0:55

          Bem está a perder qualidades, agora não me fez rir. Eu sei que em Espanha acontece isso tudo…mas não quer dizer que o modelo de prova que eles aplicam seja o mais correto.
          Esqueceu-se de referir a percentagem de desemprego espanhol!!!

          • Profa farta de medíocres on 24 de Agosto de 2013 at 15:12

          Safira, não tenho que a pedir. Acredito que ela vai ser extensiva a todos os docentes, pelo princípio da igualdade. Pestanaaberta, o que tem a ver a % de desemprego a ver com com a prova?

          • Pestanaaberta on 24 de Agosto de 2013 at 17:17

          Profa farta de medíocres

          O meu comentário vem na sequência do seu comentário. Passo a citar “….o seu modo de vida, o seu estado social generoso, o seu salário médio duas vezes maior que o nosso” e eu acrescentei: a percentagem de desemprego em Espanha (e volto a acrescentar) é maior do que em Portugal.

          O que referiu também não tem nada a ver com a prova!

          O que é que não percebeu?

          • Profa farta de medíocres on 25 de Agosto de 2013 at 14:59

          Tem sim. O país está mais organizado para escolher os melhores para cada lugar. Vai aumentar a produtividade, a riqueza total, e é sempre mais fácil distribuir quando se tem muito do que quando se tem pouco.

      • Pois on 23 de Agosto de 2013 at 19:53
      • Responder

      Finalmente se revelou… lol. Passei a ser a favor da prova 🙂

        • Profa farta de medíocres on 23 de Agosto de 2013 at 23:48
        • Responder

        Óptimo, já somos então dois. Pergunta ao contribuinte que te alimenta, o que ele pensa da prova. Pergunta, não tenhas medo!!

      • Profa farta de medíocres on 23 de Agosto de 2013 at 23:37
      • Responder

      Obrigado amigos. Já deu para ver que apreciam o contraditório. São todos licenciados pelo Piaget? Sim???? Então tremei!!!!

    • Paulo História on 23 de Agosto de 2013 at 15:33
    • Responder

    Estamos perante um ato KAFKIANO. E que tal uma prova para invalidar o grau de licenciado do Sr. Nuno Arrobas Crato? Nas ditaduras também existem funcionários públicos saneados, inclusive muitos professores universitários.

    • Wilson on 23 de Agosto de 2013 at 15:38
    • Responder

    No tempo em que ainda havia perspectivas dos contratados ingressarem numa carreira fazia sentido, neste momento, serve mesmo para quê?

    • Pedro Santos on 23 de Agosto de 2013 at 15:57
    • Responder

    Só sei que nada sei.
    Os maiores imbecis julgam saber tudo e ser mais que os outros.
    Os maiores ignorantes escondem se atrás da sua certeza de competência.
    Os inteligentes mostram se no trabalho em prol do grupo.
    Os incompetentes querem ser vistos sozinho para parecer que sobressaem.
    Cabe ao inteligentes sobreporem se aos espertos…

    • Patrícia on 23 de Agosto de 2013 at 16:23
    • Responder

    Idiota^2

    • JoaoNogueira on 23 de Agosto de 2013 at 16:28
    • Responder

    E porque não uma prova de acesso à profissão, mas uma prova de acesso a sério e com consequências, ou seja um amplo teste de avaliação de conhecimentos sobre as matérias a lecionar e uma aula pública perante um juri composto por inspectores da IGE? Para que fizesse sentido deveria ser geral para todos os professores contratados e dos quadros e o resultado da mesma (após ponderação da parte teórica e prática letiva) substituir a nota da licenciatura para efeitos de graduação dos docentes – desta forma valorizavam-se os bons professores (que dominam a materia e mais importante que tudo a sabem explicar) e penalizavam-se aqueles que à conta da idade de licenciaturas desatualizadas e/ou profissionalizações de serviço inflacionadas apresentam um lugar que lhes permite considerar-se “intocável”. O culminar deste processo seria um concurso nacional OBRIGATÓRIO para TODOS os professores cuja graduação espelhasse o resultado desta prova. Assim sim, haveria moralização e valorização – caso contrário é uma iniciativa pífia, panfletária e destinada a estigmatizar ainda mais os colegas contratados empurrando-os para o desemprego e a emigração.

    NOTA: Sou um professor do quadro (nomeação definitiva desde 2005) que não teme ser testado, avaliado e submetido a qualquer tipo de provas, desde que em moldes justos, universais e com consequências – se é só para “fazer de conta” estejam quietos, poupem dinheiro e deixem-nos trabalhar em paz!

    1. “… poupem dinheiro …” está enganado! Somos nós a pagar! Como alguém já disse deve ter aparecido mais algum “buraco” e é preciso dinheiro!!!!!

    • Daniel on 23 de Agosto de 2013 at 16:41
    • Responder

    Qual é o problema de existir uma escola quantitativa?

    Ou um razoável equivale a um excelente?

    • Miguel on 23 de Agosto de 2013 at 17:15
    • Responder

    Os sindicatos são mesmo engraçados, vejamos:
    -Tentaram que quem tivesse a classificação de bom já não fizesse a prova, mas não resultou;
    -Os sindicatos admitem que haja prova (como é só para o contratados, nem dão luta);
    -A preocupação do sindicato é que a prova seja gratuita, lol;
    -O sindicato quer transporte gratuito até ao local da prova, tipo um autocarro a passar por casa dos professores para irem ao matadouro (como se os professores não fizessem centenas de km todas as semanas);
    -Para eles, o que é imperativo é mudar o sistema de escala de avaliação, pois de 0-20 não dá… talvez de 0-100 ou de insuficiente a Excelente.

    Isto é uma vergonha de país, como se os contratados ganhassem balúrdios e não estivessem desempregados. Quando uma pessoa pensa que a situação é péssima e temos de mudar de área, ainda nos cagam em cima da cabeça.

    • Hugo on 23 de Agosto de 2013 at 18:06
    • Responder

    Eu como docente contratado há oito anos não farei a prova. Não farei mesmo. Nem que isso signifique a minha saída do ensino. De qualquer das formas com os cortes orçamentais dificilmente teria lugar,infelizmente.

  2. Se todos os contratados se unissem e não fizessem a prova queria ver muitas escolas deste país a funcionarem, algumas, a 70%; quando os colegas QA e QZP metessem baixa os alunos ficariam sem aulas … e, assim, talvez, chegassem à conclusão de que precisam de nós! Mas esta união só nos meus sonhos de verão!!!!!

    • Outra Maria :)) on 23 de Agosto de 2013 at 19:44
    • Responder

    Não confio na correção dessa prova

  3. Parece que para alguns dos comentadores a culpa disto tudo é a existência de QE/QA. Será que não sabem que os QE/QA também já foram contratados e hoje muitos destes professores com 20 e mais anos de serviço também estão sujeitos a ir para a rua, especialmente professores do 1ºciclo e professores de EVT. Conheço muitos e altamente competentes. Porque é que estes comentadores não canalizam a sua fúria e ódio para o MEC. Porquê?

      • ginbras on 23 de Agosto de 2013 at 22:40
      • Responder

      Não há nenhum prof do quadro de escola com mais de 20 anos de serviço q vá pra rua..só se quiser. eu n critico os colegas do quadro mas sim qd tentam comparar o que era a vida de um contratado há 20 anos com a de um contratado recente. Qt à prova..totalmente descabida..este ano vai servir para sondar qts profs poderiam reprovar com uma prova de um determinado grau de dificuldade..se no ano seguinte precisarem de despedir fazem uma prova mais difícil e pronto resolvido..esta primeira prova vai servir de modelo para despedir ou não.

  4. Mas os sindicatos já perguntaram ao ministério quanto é que cada contratado vai ter que pagar pela prova? É que cada vez mais parece que esta…prova…é apenas uma comissão de engajadores, destinada a financiar os custos de exploração, vulgo “défice”. Algo do tipo: “dá-me x, que eu dou-te trabalho por uns dias”…

      • Miguel on 23 de Agosto de 2013 at 23:45
      • Responder

      Essa taxa parece esquema cigano… tipo comissões para tirar o país do défice. É tipo: eu preciso de uma empregada doméstica, aparecem 720 pessoas à entrevista de selecção e eu cobro 10€ a cada uma… sempre são 7200€ e contrato apenas uma empregada, já tenho dinheiro para lhe pagar alguns salários.

    • Alberto on 24 de Agosto de 2013 at 0:19
    • Responder

    A ideia será disparar sobre os “contratados”, para o ricochete da “equidade e justiça no exercício da profissão” atingir o verdadeiro alvo os “quadros”… se esta “prova” passar, será fácil despedir “quadros” com justa causa, logo sem chatices de indemnizações ou subsídios de desemprego…
    Repare-se, atacar ainda mais quem já foi aniquilado (“contratados”) faz todo o sentido numa lógica de sadismo e desumanidade pura, no entanto, os “contratados” já são moribundos… assim, há que passar a quem ainda está meio vivo (“quadros”)…

    Pode parecer incrível, mas tudo indica ser esta a caixa de Pandora para também exterminar definitivamente os “quadros” sem gastar dinheiro nem balas… Aquilo que aparentemente “é um problema dos “contratados” será usado para exterminar os “quadros”… Repare-se, perante a opinião pública o “governo” apenas vai limpar os “quadros” dos incompetentes responsáveis pelos péssimos resultados dos últimos exames… Será que estou a delirar?… Qualquer “distracção” da FNE-FENPROF e será o fim… Entende-se agora por que motivo há tanta pressa e se escolheu este preciso momento…)

    Parece que estamos definitivamente feitos!!!!…

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