É o Fim do Estado de Graça do Ministro da Educação?

Educação. O ministro das trapalhadas e das guerras com ajudantes

 

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O cientista que Costa pôs à frente da Educação tem sido um caso sério de erros e trapalhadas. Tiago Brandão Rodrigues acabou com os exames e anunciou provas de aferição este ano para os 2.º, 5.º e 8.º anos. Falhou. De obrigatórias passaram a facultativas, depois de Marcelo ter ameaçado vetar o diploma. Agora vê um secretário de Estado bater com a porta em profundo desacordo com as suas políticas

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13 comentários

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    • Informante on 15 de Abril de 2016 at 10:36
    • Responder

    Segundo consta a história está mal contada. Ouve-se por aí que o Wengorovius foi despedido

    • Ana Lima on 15 de Abril de 2016 at 10:46
    • Responder

    Diz que disse que disse. Será possível deixarem o homem trabalhar? E a cabecinha dele, pensa sozinha? Os senhores assessores que já vêm do tempo da MLR andam a ajudar a enterrá-lo a elevá-lo???

    • gerimbeco . on 15 de Abril de 2016 at 11:25
    • Responder

    A questão do secretário de estado é de somenos importância. A grande questão, e que, desde escolhe deste “jovem” foi vista por todos aqueles com 2 dedos de testa é a de que o “jovem” em questão não tem a mínima qualificação para o cargo, é apenas mais um tretas que não sabe nada da vida, não conhece a realidade portuguesa, não conhece a escolas nem tão pouco sabe o que deve e tem que ser feito para melhorar a Educação em portugal. Mas a culpa nem é dele, coitado, ele é apenas mais um “passageiro” neste comboio que se chama governo. Quem tem culpa é o primeiro ministro, que, coitado, nem para ele sabe, quanto mais para um país! Escolher uma pessoa sem experiência, apenas porque disse uma tretas sem valor, ou porque é um teórico, é a mesma coisa que convidar um comentador de futebol para treinar um clube na vida real. Dá nisto!
    E já se têm visto experiências muito maradas!!

    • Sílvio Miguel on 15 de Abril de 2016 at 11:36
    • Responder

    Até pode ser o “Fim do Estado de Graça do Ministro da Educação” mas, até agora, existe uma diferença considerável nos procedimentos tomados relativamente ao anterior governo e ministério da educação e ciência o qual fez tudo para dar cabo da vida profissional de muitos professores.
    Para mim, essa corja anterior que se requalifique agora.

    • PAF puf... on 15 de Abril de 2016 at 12:24
    • Responder

    Este blogue já está com saudades do Crato! Aliás, ficou com saudades logo a partir do primeiro dia em que o Maravilhoso Crato foi embora!

    • Daniel Caridade on 15 de Abril de 2016 at 13:18
    • Responder

    Um comentário demasiado engagée para ser levado a sério. Ainda não existe informação suficiente para se fazer comentários desta natureza. Deixemos as agendas pessoais de lado e analisemos os factos com serenidade.

  1. Não haverá aqui um problema técnico? O link remete para a fotografia que está abaixo dele. Não era suposto ser para um artigo?

      • José Santos on 16 de Abril de 2016 at 17:57
      • Responder

      http://www.ionline.pt/504210

    • Helena terleira on 15 de Abril de 2016 at 22:11
    • Responder

    Nao percebo estas críticas ao atual ministro!!!!! O Crato era o teu ídolo ??
    Pior … Impossível !

    • Vanda on 16 de Abril de 2016 at 0:32
    • Responder

    Se ele ao menos fizesse alguma coisa de útil aos professores, tal como dar uma hora de redução letiva caso passássemos dos 100 alunos…

    • José Bernardo on 16 de Abril de 2016 at 17:01
    • Responder

    …está a acabar-se o tempo das amêndoas (como se diz no norte!)

    • José Bernardo on 16 de Abril de 2016 at 17:04
    • Responder

    …ser professor em Portugal é ser prostituta(o)!

  2. Portugal precisava de um Ministro da Educação como este, jovem e conhecedor de realidades educacionais públicas muito mais avançadas do que a nossa, nomeadamente no que concerne à forma como a escola pública trata ( deveria tratar em Portugal e não o faz) de forma justa e equitativa os seus alunos. E não falhou quando acabou com os exames existentes, redutores na forma como avaliam o conhecimento, apostando antes nas provas de aferição com o objetivo de informar, responsabilizar os docentes na procura de soluções que garantam o sucesso escolar dos seus alunos, respeitando as assimetrias regionais, de forma a não penalizar o percurso escolar dos mesmos. Esta PEQUENA lufada de ar fresco e tentativa de responsabilizar as escolas pelo sucesso escolar dos seus alunos surtirá efeito quando se apostar na formação docente.

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