Estou limpo, não votei em grandes quilos de toucinho nem em maiores onças de tabaco, foi uma questão de metrologia; deve ser deformação insistir em parasitas.
Está a fazer uma enorme confusão, o Fafe e o Guinote são pessoas distintas, aquele foi colaborador no Umbigo, mas, pelo que pude ler recentemente no novo blogue “O meu quintal”, entrou em litígio com o Paulo, pois era extremamente abusador e invasivo. Não admira, uma pessoa com um discurso tão desequilibrado não deve ser fácil de suportar, lamento pelos seus alunos…
Sim, Eduarda, tem razão. Deixo aqui uma imagem que retirei da internet e que complementa o que diz; na qual o próprio Paulo Guinote diz quem é quem.
E sim, eu também lamento, e muito, pelos alunos.
Às vezes é preciso pensar um bocado antes de falar! É claro que se o ilíquido aumentar, vai sempre existir alguém que sobe de escalão nos descontos do IRS e no final ganha menos! A isto chama-se azar! Pelo lado positivo, agora poderá receber mais aumentos que a próxima subida estará longe! 🙂
E provavelmente o reembolso do IRS do próximo ano também será maior… Porque se aumentou a taxa de retenção na fonte sem que tenha aumentado significativamente o rendimento vai ser “recompensado” quando acertar as contas com o fisco na próxima declaração de IRS! 🙂
Basicamente, em vez de poupar um pouco de dinheiro nos próximos meses, as finanças vão tratar disso por si até Maio/Junho do próximo ano…
Já o “iluminado” imbecil acima não pensa antes de escrever e imputar identidades a terceiros. Se soubesses do que falavas, não escrevias os disparates ali acima. “O Guinote” sou eu tenho cara e não preciso de múltiplas identidadeesd. Percebeste, ó palerma?
Imbecil e palerma és tu ó anormal! Para mim, és o Fafe! Como se prova nas imagens que alguém publicou aqui nos comentários, até já se fala disso há muito tempo! Já desde os tempos do Umbigo… Pelo menos até prova em contrário, será assim!
Um imbecil é um imbecil. Quando duas pessoas têm nomes diferentes, moram em sítios diferentes, famílias diferentes, aparecem publicamente em fotos com rostos, corpos, faces completamente diferentes (como foi amplamente divulgado quando vários bloggers almoçaram em conjunto, incluindo o Arlindo e o Ricardo Montes), só alguém muito estúpido pode continuar a afirmar barbaridades. Pior ainda… é capaz de achar que está em condições de dar aulas a alguém.
O pior ignorante é o que não entende as coisas, mesmo que sejam por demais evidentes. Mas quem assina “tuga” só pode mesmo ter cimento no cérebro.
Cimento no cérebro têm os professores licenciados numa ciência não exacta, já com teias de aranha e que se acham eruditos só porque vão ao dicionário decorar meia dúzia de palavras pouco utilizadas! Se o “Tuga” lhe parece adjectivo de quem é pouco sabedor posso trocar por “Lusitano” só lhe para satisfazer a cabeça velha!
A coisa de se “achar capaz de dar aulas a alguém” é só característica de Guinotes iluminados! Os restantes mortais são seres inferiores que nunca lhe chegarão aos calcanhares… Já sabíamos isso, que o seu umbigo às vezes é maior que a barriga! Mas fique sabendo que não lhe reconheço mérito algum: Fracos artigos nos jornais, blogues miseráveis que fracassaram e textos que demonstram claramente o mal educado e estúpido que é… Também já ouvi falar que as histórias que conta nas aulas não são nadas extraordinárias…. Por isso, apesar de fazer muita propaganda por si próprio, não lhe reconheço mérito algum! Quanto às minhas aulas, fique tranquilo, são só normais e chega serem assim… 🙂
Porque é que o meu comentário foi eliminado? Não utilizo nenhuma palavra ofensiva, apenas opino com uma linguagem muito normal. Entretanto, este Efeito Doppler utiliza termos depreciativos e parece que está tudo bem!!!
Nas aulas do professor José Fava, os alunos vestem bata azul, calçam bota de biqueira de aço e circulam livremente entre a sala de computação, a oficina geral e os armazéns. A poucos dias do fim ano letivo e do início do último estágio profissional feito em empresas da região, os estudantes reúnem-se em pequenos grupos. Uns estão à volta da rebarbadora, outros da soldadura ou dos tornos mecânicos a apurar os pormenores dos trabalhos que desenvolveram durante o ano. Outros ficam-se pela sala de desenho e computação para acabar a prova de aptidão profissional (PAP). Para os alunos do 12.º ano dos cursos de produção metalomecânica e de mecatrónica da Escola Secundária de Vale de Cambra, em Aveiro, é o fim de um ciclo e o começo de outro, no mundo do trabalho. O professor de educação tecnológica está satisfeito com o desempenho dos seus estudantes e com o trabalho que desenvolveram, que é cada vez mais reconhecido pelas empresas da região: «A maior parte deles vai estagiar e fica a trabalhar. A taxa de empregabilidade destes cursos é superior a noventa por cento.»
Por ironia do país, José Fava dos Santos, 52 anos, o professor de educação tecnológica que talha estes jovens é que corre o sério risco de não ter trabalho já a partir de setembro. A situação não é nova. Com licenciatura e mestrado em engenharia têxtil, mais de vinte anos de ensino (dez deles passados a lecionar na Universidade do Minho) e trabalho docente reconhecido dentro e fora das escolas, José Fava nunca teve vínculo ao ME. Mas com isso já ele não se impacienta. O que o indigna é nunca saber onde vai recomeçar a vida em setembro seguinte: «Durante dez anos dei aulas na Universidade do Minho, no polo de Guimarães. Quando vim para as escolas, tudo mudou. Já estive em Vila Nova de Foz Coa, em São Pedro da Cova, no Mindelo, em Santo Tirso e em Beja. Há três anos que ensino nesta escola de Vale de Cambra. É a de que mais gosto e é para aqui que vou concorrer em primeiro lugar. Mas é tudo uma incerteza. Na lista seguir-se-ão mais vinte estabelecimentos de diferentes zonas pedagógicas do país.»
Onde é que o professor vai parar? Essa é a incógnita que só vai ser desvendada em setembro ou outubro próximo. Até lá, José Fava dos Santos não vai pensar muito no assunto: «Já não tenho idade para me desgastar. Não me parece que haja vontade política para resolver este problema – para o ME é mais barato manter professores com vínculos precários e, além disso, nesta matéria os sindicatos não têm qualquer peso.»
Quanto à greve de amanhã, diz que está a pensar não fazer: «Já fui criticado por aderir a greves e por não aderir. Além disso, os sindicatos sabem muito bem apontar os caminhos por onde não se deve ir mas não apresentam alternativas. Têm uma postura que faz lembrar o que se passa entre o governo e a oposição. Basta verificar que este ministro da Educação está a fazer à escola precisamente o contrário daquilo que defendia.»
Meu caro, também tens de perceber que o sumo palerma, utilizando as tuas palavras, é o que insulta diferenciais estados de pedras negras e brancas, sem terra para referência, para o pote, agitato por nunca lhe confiarem a ida a ministro; isto de pensar é muito divertido, um geadas aguarda as tais “salutares bofetadas” dos auto-cultos e auto-deuses e que venham a ser bem dadas para que eu me divirta ainda mais.
Já agora, podes achar-te dono do teu quintal, o qual aparenta ser virtual, o meu pode ser medido a gps e só tem subidas e descidas e imensas pedras, não tem médias de esforço, só lá foste uma única vez e nem lençóis levaste para a tarimba, aguçoso dos servos, embora avisado. Pergunto se é palerma o que serve por humanidade ou o que quer ser servido por palermas que o rodeiem, num deserto guinótico? Não fui eu que mudei, nem sequer me preocupei em omitir o nome original ou tivesse feito o oposto.
Seja como for, ainda estou orgulhoso do que fiz e, especialmente, do que me recusei a fazer – era só o que faltava!
É simples, vá à secretaria e indique o seu endereço de correio electrónico.
Estou preocupado por me tornar um serviço público daquilo que é evidente, pois conhecer o seu endereço e a sua palavra-chave ajuda muito.
Existo e sou – e não tenho nada a ver com aquela família esquisita do socras nem do costa – muito menos com pessegueiros, com silvas ou com todos os outros cristãos-novos, por medo do que pensarão os de silva, os de pessegueiro e outros de panamá.
Já em ceroulas de pijama às riscas e já um pedaço inclinadas ou talvez oblíquas, ainda gargalho acerca do esforço mínimo, já é tarde para decidir quantos e quão palermas serão uns ou outros, estão misturados na sua bulhice, talvez amanhã apareça aqui com um palermómetro já muito usado, au jour de oui je vais me jeter, ou seja, talvez me apeteça julgar se a acção virtual é uma defesa tutti-nada.
Bem, o recibo deste mês aparece com menos 30 euros-parece que subi de escalão IRS. Com reposição de mais 25% recebo esta bonificação…Como a carreira está congelada e não se prevêm aumentos futuros, onde está o aumento de poder de compra? Lamentável, se era para isto preferia não ser aumentado
Tudo isto é um absurdo total. O IRS é um imposto progressivo e se A ganha mais do que B, não pode, de maneira nenhuma, após a aplicação do imposto, receber menos do que B, e neste caso, mesmo retirando as diferenças do subsídio de refeição, é isso que ocorre.
Algo está muito errado na aplicação informática que calcula o IRS.
Um aumento de vencimento ilíquido, tem que produzir sempre, após a aplicação do imposto, um aumento líquido. Nunca a mudança de escalão, por aumento do ilíquido, reduz o líquido em relação ao vencimento anterior, no escalão mais baixo. Não sei se não haverá mesmo alguma ilegalidade nestes cálculos. Talvez alguém mais versado nas questões jurídico-fiscais possa esclarecer a esta “anomalia” que está a ocorrer no resultado dos cálculos.
35 comentários
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Já me tinha perguntado que raio se está a passar com o meu ordenado. Qual é a explicação para isto?
Mudança de escalão no desconto de IRS.
Mas o desconto para o IRS não é sobre o ordenado bruto?
Já verificou que tendo março 21 dias úteis, deveria ter recebido 89,67 de subsídio de refeição em vez dos 93,94?
Se a taxa de retenção na fonte mudar, o aumento pode não compensar.( desculpem a rima )
Estou limpo, não votei em grandes quilos de toucinho nem em maiores onças de tabaco, foi uma questão de metrologia; deve ser deformação insistir em parasitas.
Ó Guinote, deita-te e descansa, estás cos fusíveis queimados!
Está a fazer uma enorme confusão, o Fafe e o Guinote são pessoas distintas, aquele foi colaborador no Umbigo, mas, pelo que pude ler recentemente no novo blogue “O meu quintal”, entrou em litígio com o Paulo, pois era extremamente abusador e invasivo. Não admira, uma pessoa com um discurso tão desequilibrado não deve ser fácil de suportar, lamento pelos seus alunos…
Sim, Eduarda, tem razão. Deixo aqui uma imagem que retirei da internet e que complementa o que diz; na qual o próprio Paulo Guinote diz quem é quem.
E sim, eu também lamento, e muito, pelos alunos.
Não consigo ver imagem alguma, Helena.
Mas eu vejo a imagem, logo a seguir ao meu comentário. Vou tentar publicar a imagem sem texto, já a seguir.
Eduarda, deixo aqui novamente a imagem. Espero que consiga ver agora.
Já vejo! Obrigada!
Deixo aqui o link para a página. É o 30º comentário.
https://educar.wordpress.com/2014/03/26/da-ignorancia-emplumada/
Boa noite.
Às vezes é preciso pensar um bocado antes de falar! É claro que se o ilíquido aumentar, vai sempre existir alguém que sobe de escalão nos descontos do IRS e no final ganha menos! A isto chama-se azar! Pelo lado positivo, agora poderá receber mais aumentos que a próxima subida estará longe! 🙂
E provavelmente o reembolso do IRS do próximo ano também será maior… Porque se aumentou a taxa de retenção na fonte sem que tenha aumentado significativamente o rendimento vai ser “recompensado” quando acertar as contas com o fisco na próxima declaração de IRS! 🙂
Basicamente, em vez de poupar um pouco de dinheiro nos próximos meses, as finanças vão tratar disso por si até Maio/Junho do próximo ano…
Já o “iluminado” imbecil acima não pensa antes de escrever e imputar identidades a terceiros. Se soubesses do que falavas, não escrevias os disparates ali acima. “O Guinote” sou eu tenho cara e não preciso de múltiplas identidadeesd. Percebeste, ó palerma?
Imbecil e palerma és tu ó anormal! Para mim, és o Fafe! Como se prova nas imagens que alguém publicou aqui nos comentários, até já se fala disso há muito tempo! Já desde os tempos do Umbigo… Pelo menos até prova em contrário, será assim!
Um imbecil é um imbecil. Quando duas pessoas têm nomes diferentes, moram em sítios diferentes, famílias diferentes, aparecem publicamente em fotos com rostos, corpos, faces completamente diferentes (como foi amplamente divulgado quando vários bloggers almoçaram em conjunto, incluindo o Arlindo e o Ricardo Montes), só alguém muito estúpido pode continuar a afirmar barbaridades. Pior ainda… é capaz de achar que está em condições de dar aulas a alguém.
O pior ignorante é o que não entende as coisas, mesmo que sejam por demais evidentes. Mas quem assina “tuga” só pode mesmo ter cimento no cérebro.
Cimento no cérebro têm os professores licenciados numa ciência não exacta, já com teias de aranha e que se acham eruditos só porque vão ao dicionário decorar meia dúzia de palavras pouco utilizadas! Se o “Tuga” lhe parece adjectivo de quem é pouco sabedor posso trocar por “Lusitano” só lhe para satisfazer a cabeça velha!
A coisa de se “achar capaz de dar aulas a alguém” é só característica de Guinotes iluminados! Os restantes mortais são seres inferiores que nunca lhe chegarão aos calcanhares… Já sabíamos isso, que o seu umbigo às vezes é maior que a barriga! Mas fique sabendo que não lhe reconheço mérito algum: Fracos artigos nos jornais, blogues miseráveis que fracassaram e textos que demonstram claramente o mal educado e estúpido que é… Também já ouvi falar que as histórias que conta nas aulas não são nadas extraordinárias…. Por isso, apesar de fazer muita propaganda por si próprio, não lhe reconheço mérito algum! Quanto às minhas aulas, fique tranquilo, são só normais e chega serem assim… 🙂
ciência não exacta? Alarvidade. Como disse alguém de uma dita ciência exacta só existem duas coisas infinitamente estúpidas o tuga é uma delas.
Estúpido és tu Doppler :
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncias_humanas
Lê!
Porque é que o meu comentário foi eliminado? Não utilizo nenhuma palavra ofensiva, apenas opino com uma linguagem muito normal. Entretanto, este Efeito Doppler utiliza termos depreciativos e parece que está tudo bem!!!
José Fava dos Santos
«Os meus alunos têm emprego certo.»
Nas aulas do professor José Fava, os alunos vestem bata azul, calçam bota de biqueira de aço e circulam livremente entre a sala de computação, a oficina geral e os armazéns. A poucos dias do fim ano letivo e do início do último estágio profissional feito em empresas da região, os estudantes reúnem-se em pequenos grupos. Uns estão à volta da rebarbadora, outros da soldadura ou dos tornos mecânicos a apurar os pormenores dos trabalhos que desenvolveram durante o ano. Outros ficam-se pela sala de desenho e computação para acabar a prova de aptidão profissional (PAP). Para os alunos do 12.º ano dos cursos de produção metalomecânica e de mecatrónica da Escola Secundária de Vale de Cambra, em Aveiro, é o fim de um ciclo e o começo de outro, no mundo do trabalho. O professor de educação tecnológica está satisfeito com o desempenho dos seus estudantes e com o trabalho que desenvolveram, que é cada vez mais reconhecido pelas empresas da região: «A maior parte deles vai estagiar e fica a trabalhar. A taxa de empregabilidade destes cursos é superior a noventa por cento.»
Por ironia do país, José Fava dos Santos, 52 anos, o professor de educação tecnológica que talha estes jovens é que corre o sério risco de não ter trabalho já a partir de setembro. A situação não é nova. Com licenciatura e mestrado em engenharia têxtil, mais de vinte anos de ensino (dez deles passados a lecionar na Universidade do Minho) e trabalho docente reconhecido dentro e fora das escolas, José Fava nunca teve vínculo ao ME. Mas com isso já ele não se impacienta. O que o indigna é nunca saber onde vai recomeçar a vida em setembro seguinte: «Durante dez anos dei aulas na Universidade do Minho, no polo de Guimarães. Quando vim para as escolas, tudo mudou. Já estive em Vila Nova de Foz Coa, em São Pedro da Cova, no Mindelo, em Santo Tirso e em Beja. Há três anos que ensino nesta escola de Vale de Cambra. É a de que mais gosto e é para aqui que vou concorrer em primeiro lugar. Mas é tudo uma incerteza. Na lista seguir-se-ão mais vinte estabelecimentos de diferentes zonas pedagógicas do país.»
Onde é que o professor vai parar? Essa é a incógnita que só vai ser desvendada em setembro ou outubro próximo. Até lá, José Fava dos Santos não vai pensar muito no assunto: «Já não tenho idade para me desgastar. Não me parece que haja vontade política para resolver este problema – para o ME é mais barato manter professores com vínculos precários e, além disso, nesta matéria os sindicatos não têm qualquer peso.»
Quanto à greve de amanhã, diz que está a pensar não fazer: «Já fui criticado por aderir a greves e por não aderir. Além disso, os sindicatos sabem muito bem apontar os caminhos por onde não se deve ir mas não apresentam alternativas. Têm uma postura que faz lembrar o que se passa entre o governo e a oposição. Basta verificar que este ministro da Educação está a fazer à escola precisamente o contrário daquilo que defendia.»
Meu caro, também tens de perceber que o sumo palerma, utilizando as tuas palavras, é o que insulta diferenciais estados de pedras negras e brancas, sem terra para referência, para o pote, agitato por nunca lhe confiarem a ida a ministro; isto de pensar é muito divertido, um geadas aguarda as tais “salutares bofetadas” dos auto-cultos e auto-deuses e que venham a ser bem dadas para que eu me divirta ainda mais.
Já agora, podes achar-te dono do teu quintal, o qual aparenta ser virtual, o meu pode ser medido a gps e só tem subidas e descidas e imensas pedras, não tem médias de esforço, só lá foste uma única vez e nem lençóis levaste para a tarimba, aguçoso dos servos, embora avisado. Pergunto se é palerma o que serve por humanidade ou o que quer ser servido por palermas que o rodeiem, num deserto guinótico? Não fui eu que mudei, nem sequer me preocupei em omitir o nome original ou tivesse feito o oposto.
Seja como for, ainda estou orgulhoso do que fiz e, especialmente, do que me recusei a fazer – era só o que faltava!
Boa tarde, gostaria de saber onde tenho acesso aos recibos de ordenado, tenho o código mas não sei o resto.
É simples, vá à secretaria e indique o seu endereço de correio electrónico.
Estou preocupado por me tornar um serviço público daquilo que é evidente, pois conhecer o seu endereço e a sua palavra-chave ajuda muito.
Venho anunciar que eu sou eu e não outro, embora alguns sempre tendam a pretender que eu seja muito parecido com convicções alheias.
Pim!
O Fafe existe e já nos provou quem é…um fava.
Existo e sou – e não tenho nada a ver com aquela família esquisita do socras nem do costa – muito menos com pessegueiros, com silvas ou com todos os outros cristãos-novos, por medo do que pensarão os de silva, os de pessegueiro e outros de panamá.
A diferença é – 24,86 € pois o Sub. de Refeição não é o mesmo nos dois meses.
Enquanto o tributo do trabalho tiver subsídio dependeremos!
Já em ceroulas de pijama às riscas e já um pedaço inclinadas ou talvez oblíquas, ainda gargalho acerca do esforço mínimo, já é tarde para decidir quantos e quão palermas serão uns ou outros, estão misturados na sua bulhice, talvez amanhã apareça aqui com um palermómetro já muito usado, au jour de oui je vais me jeter, ou seja, talvez me apeteça julgar se a acção virtual é uma defesa tutti-nada.
Bem, o recibo deste mês aparece com menos 30 euros-parece que subi de escalão IRS. Com reposição de mais 25% recebo esta bonificação…Como a carreira está congelada e não se prevêm aumentos futuros, onde está o aumento de poder de compra? Lamentável, se era para isto preferia não ser aumentado
Tudo isto é um absurdo total. O IRS é um imposto progressivo e se A ganha mais do que B, não pode, de maneira nenhuma, após a aplicação do imposto, receber menos do que B, e neste caso, mesmo retirando as diferenças do subsídio de refeição, é isso que ocorre.
Algo está muito errado na aplicação informática que calcula o IRS.
Um aumento de vencimento ilíquido, tem que produzir sempre, após a aplicação do imposto, um aumento líquido. Nunca a mudança de escalão, por aumento do ilíquido, reduz o líquido em relação ao vencimento anterior, no escalão mais baixo. Não sei se não haverá mesmo alguma ilegalidade nestes cálculos. Talvez alguém mais versado nas questões jurídico-fiscais possa esclarecer a esta “anomalia” que está a ocorrer no resultado dos cálculos.