O Blogue ComRegras continua a dar um contributo fulcral para olharmos o interior da sala de aula.
Ainda que o número de alunos apresentado corresponda ao nº de alunos por professor, no estudo do CNE, revelando, assim, um total abaixo daquilo que experimentamos na realidade, este gráfico obriga-nos a refletir.
São várias as questões que se levantam:
a) Qual a origem e tipologia desta indisciplina que perturba o decorrer normal da aula?
b) Em que medida a motivação do aluno contribui para este desequilíbrio?
c) Que estratégias podem ser empregues para inibir esta problemática?
A reflexão é lançada, sem se alongar, antecipando o 3º período.
Contudo, seria pertinente que vários aspetos da escola pública fossem submetidos a uma reflexão cuidada por parte da tutela e dos intervenientes. Um ano sabático sem mais alterações legislativas impunha-se. Porque a escola é verdadeiramente feita de todos nós.
Merecia que a debatessemos de forma séria e sem desvios anedóticos que passam pela implosão liminar dos trabalhinhos de casa que cansam os neurónios das criancinhas.



4 comentários
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As turmas de 30 alunos só favorece o ensino particular. O ensino particular só querem exames! Indisciplina é problema do ensino público. O professor do ensino particular trabalha 33 horas ou mais por semana! Nas escolas do ensino particular não se matriculam alunos institualizados, abandonados, com problemas sociais e emocionais ou em perigo.
Ahhhhhhhh.
Indisciplina é um problema do ensino público. Acredite na virgem…
A indisciplina é o grande problema da escola pública. Com indisciplina não existe aprendizagem formal, informal. É necessário estudar, debater, analisar as causas e agir. Existem situações de elevada violência para os alunos e professores causados por alguns elementos. Já se sabe que existe. Esta é a realidade escolar da escola pública e agora ???
Se eu fosse do grupo do “debatessemos” é que seria!