… prefiro não me pronunciar.
E porque também não tenho grande orçamento para mudar o telhado da minha casa.
Mar 18 2014
… prefiro não me pronunciar.
E porque também não tenho grande orçamento para mudar o telhado da minha casa.
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8 comentários
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Há 20 anos umpaís da Commonwealth indemenizou todos os trabalhadores da construção civil que tinham trablhado com amianto.Deixo aqui o mais vivo repúdio por em 2014 quando os tribunais portugueses deixam prescrever a dívida de um milhão de euros de Jardim Gonçalves, ainda não tenham ordenado a remoção dessas malditas placas de amianto das escolas.Estamos perante um grave atentado aos direitos humanos: as crianças expostas ao amianto podem contrair doenças oncológicas.Desde há uns anos para cá surgem muitos alunos no secundário e até mais novos com doenças oncológicas.Já alguém equacionou que um dos fatores causadores destes casos podem ser as instalações frequentadas por estes jovens?Porque não um levantamento do número de jovens falecidos ou que tiveram doenças oncológicas, e a verificação do tipo de material das escolas que eles frequentaram? Caso houvesse correlação apurada por peritos estrangeiros os pais desses alunos deviam ter direito a uma indemnização.
Isto do amianto é uma tanga total…. estou como o Arlindo,também quero mudar o telhado do meu prédio… Mudem é de vida
“Isto do amianto” não é tanga. É real. Em tempos também havia quem não acreditasse que o tabaco matasse. Mas mata. É como o amianto.
O amianto é prejudicial para as crianças porque embora o seu tempo de exposição seja limitado estão em desenvolvimento.
Mas, é muito mais prejudicial para os profissionais que passam anos em contacto com ele, professores e funcionários.
Há escolas em que o teto do ginásio é de fibrocimento com amianto e em que os profs. de EF tem uma exposição prolongada ao mesmo. Era interessante estudar a incidência de cancro.
Brincar com isto é idiota.
Pois… a mim ninguém me tira a ideia de que contraí um linfoma por exposição ao amianto numa escola onde dei aulas 3 anos (manifestou-se no 3º ano em que lá estive) e que é das que consta da “lista negra” das escolas com amianto já há vários anos. Ainda pouco se falava deste “fenómeno” nas escolas, mas eu considerei logo essa hipótese. Acho um pouco “coincidência” uma colega minha da escola, mais ou menos da minha idade (na altura próximas dos 30), ter contraído o mesmíssimo tipo de cancro um ano antes de mim.
Os comentarios dos professores que brincam com isto dá o retrato da sabedoria e do rigor científico dos atuais docentes.Não sou professora, mas investigadora em bioquímica sei do que estou a falar.Se não adianto mais é para não alarmar ninguém.Esclareço que me formei na Faculdade de Ciências do Porto, uma universidade desconhecida em Portugal.Perdoem-me os senhores professores a minha santa ignorância, infelizmente os meus pais não me mandaram cursar a prestigiada Faculdade de fFelgueiras.Foi nela que se licenciou e tirou mestrado a mestre professora do 1º ciclo, que dá aulas ao meu neto.Se eu tivesse cursado a faculdade de Felgueiras certamente teria sido convidada para a Universidade de Barkeley ou de Cambridge.Como todos sabem no ranking das 100 melhores universidades mundiais apenas há duas.A conceituada Faculdade de Felgueiras e a Faculdade de Torres Vedras, que ombreiam em paridade com com os melhores MBA pelos cursos de Administração Escolar.A Universidade de Heidelberga gaba-se muito de ter 5 prémios Nobel.Isto não é nada, pois como todos sabemos o Instituto Piaget desde a sua fundação em 1980 em Chelas já conquistou 7 prémios Nobel.O Saramago que se saiba não tinha qualquer curso superior, eo Dr.Egas Moniz era médico.Nos 9 prémios Nobel atribuídos a Portugal registamos que 7 foram ganhos por cientistas formados pelo Piaget.
duas universidades portuguesas
Bom… devo dizer que sou docente com cerca de 30 anos de carreira e subscrevo as preocupações do amianto nas escolas que a comentadora Cândida Costa refere. É com muito agrado que vejo aqui exaltarem-se preocupações comuns aos professores e pais e alunos.
Registo com muito agrado saber que há outros sectores da sociedade que se preocupam com este grave problema de saúde pública.
O voto não legitima toda a ação e portanto temos obrigação de uma participação ativa no bem comum.
É preciso exigir que se cumpram as condições de bem estar e de segurança. Esta exigência é uma obrigação que deve caber a cada um de nós, individualmente, pois os sinais dos tempos implicam a necessidade de uma participação ativa em todos os locais e por todos os meios possíveis.