Teodora Cardoso propõe taxar imposto através de conta bancária
A presidente do Conselho de Finanças Públicas, Teodora Cardoso, deixou aos deputados do PSD uma nova forma de cobrar impostos no pós-troika: taxar os levantamentos que são feitos nas contas bancárias onde são depositados os salários e as pensões.
Porque a ser assim, bem que prefiro comprar um colchão com chave de código e também não me importo de fazer fila para receber o vencimento em papel.
Já estou a ver que estas jornadas parlamentares estão a servir para puxarem pela imaginação para tirar-nos o resto que falta.



19 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
É apenas uma proposta. Importa debater e Teodora Cardoso é uma pessoa séria, não exprime discursos baratos e demagógicos. Quem quiser continuar a acreditar nas promessas vãs deve, pois, votar no PS, partido que, enquanto governo, levou, por três vezes, à intervenção do FMI. Quem quiser uma utopia pouco democrática, deve vota PCP-PEV e BE. Como em tudo na vida há que fazer escolhas e assumi-las.
Já agora é uma pena não apresentar o momento em que o Engenheiro Sócrates é confrontado com o seu passado discurso. Isso aconteceu ontem na RTP1. Uma maravilha! Desconcertante! Higiénico! Esclarecedor! Simbólico! Os socialistas são sempre desmascarados pela realidade do único juiz insubornável – o tempo.
Uma pessoa séria????? ah …ah…ah….
Quem é sendo sério quer impor mais restrições aos contribuintes???
Que tal serem eles a descontar mais??? e a não receberem os 14 meses de ordenando??
LADRÕES
Desculpem o erro, ” Quem é que sendo sério….!
Ridículo.
O que a Teodora apresentou foi (mais) um convite ao incremento da economia paralela. (Re)taxar o que os suspeitos do costume.
O meu vizinho, que não recebe salários nem pensões, nem movimenta dinheiro através do banco, continua a dormir descansado.
Como diz o Ultraliberal, é apenas uma proposta. Faltou apenas acrescentar: …de merd@!
Outro palerma! Se fosses esperto percebias que o autor do blog não morre de amores por Socrates e por isso mesmo não vai publicar um momento em que é Socrates quem brilha. O antigo PM, no improviso, dá uma valente duma banhada a um jornalista que deve ter passado várias semanas feito otário a recortar artigos de jornal para no fim se embrulhar em inábil argumentação.
Ó ultraliberal já vi que está bem na vida. Ainda bem para si. Agora diga-nos. Esse bem estar deve-se ao fator “c”, ter nascido em berço de ouro, pertencer ao gang que nos rouba ou simplesmente é o resultado de uma tripadela?!
Neste momento os efetivos, putativos, e afins decisores dos destinos do país oscilam entre uma cambada de ignorantes e incompetentes, sem o mínimo sentido do que é dirigir democraticamente uma nação, maioritariamente oriundos das jotas, nunca tendo conhecido outra realidade para além da vida na bolha partidária, e outra cambada de caquéticos esclerosados (tipo a Teodora, o Belmiro, alguns gajos dos bancos, o próprio Cavaco,…, crescentemente especializados em chutar para o ar bitaites ridículos – passo a redundância), que não se compreende muito bem o que é que ainda por ali andam a vaguear tipo almas penadas, quando o seu lugar deveria ser (aproveitando as reformas douradas) sentadinhos num alpendre a apanhar sólinho, com uma mantinha a cobrir as pernitas, olhando o mar,… podiam sempre aproveitar para ler uns clássicos enquanto saboreavam um martini ou emborcavam umas tequilas (com a senilidade, os efeitos já pouco se notariam, estavam felizes e os disparates ficavam entre a família e os amigos e não tínhamos que aturar mais tonterias públicas, que já não há paciência).
Ó B, quem levou um banho foste tu, Sócrates e os democratas avançados do BE, PCP-PEV.
Não publicou porque não quis. O blogue é da responsabilidade de Arlindo, logo está no seu direito de não publicar, assim como estou no meu direito de comentar o que considero correcto da minha parte. B, saberá o que é uma democracia? A sua democracia é avançada? Hum…
Deveriam de taxar era a incompetência dos políticos! Esta medida permitiria amealhar muitos milhões e sairiamos logo logo desta austeridade!
Ultravibranteliberal, vai mas é limpar o cu á Teodora .Séria? Tão séria que fechou os olhos ao BPNn quando estava no banco de Portugal. Séria uma. merda. Um autêntico cemitério de desprazeres.Uma Senil sádica.
Eu se tivesse o salario da Teodora, tb queria taxar tudo e mais alguma coisa.
Estes FDP Nem bom senso tem para ficar calados!
Vocês gostam é de palavras de mel e, ulteriormente, realidades de fel. Continuem! Votem na demagogia falante, mas depois assumam as responsabilidades.
Aí está, palavras de mel (o Coelho na campanha a clamar que iria fazer tudo diferente do que efetivamente veio a fazer) e depois a realidade de fel. Quanto a assumir as responsabilidades, concordo, está na hora de Passos e cia. assumirem as responsabilidades da destruição maciça a que sujeita(ra)m o desgraçado povo/país (e já agora, a restante cambada do chamado arco governativo, é tudo igual)… Temo é já termos ultrapassado o ponto do não retorno da desgraça.
esta senhora est´+a senil..,,quanto ao ultraliberal…aconselho o senhor a ver isto..
http://inflexaoblog.blogspot.pt/2014/03/afinal-o-mercado-financeiro-faz-mal-as.html
ah e aqui…
o curioso é as previsões para a Irlanda estarem já a falhar..o tal exemplo de bom aluno..e de sucesso do programa…
Mas o que significa realmente a saída da Irlanda? Pagou o empréstimo? Longe disso! Se tudo correr bem, lá para 2042. Os cortes orçamentais proporcionaram um orçamento equilibrado? Nem pensar! Este ano a Irlanda terá um défice de 7,3%, mais do dobro do previsto no Tratado de Maastricht. Então, certamente, conseguiram, com a política de austeridade, reduzir a dívida a um nível aceitável. Pelo contrário! Em 2014, a dívida ultrapassará os 130% do PIB e é só uma questão de tempo até ultrapassar a Grécia, enquanto Estado mais endividado da EU.
Mas então por que é a Irlanda um caso de sucesso, elogiado unanimemente pelos políticos apoiantes do Governo e os comentadores, sem exceção, com acesso à comunicação social? A economia real está em franco crescimento? Não se vislumbra. Pela segunda vez, no ano passado, a Irlanda esteve em recessão. O investimento privado, correspondente a 10% do PIB é o mais baixo da EU, o desemprego triplicou, a emigração aumentou, a dívida privada é a maior do mundo e não se vê nenhuma verdadeira inversão de tendência.
A «saída limpa» significa somente que a Irlanda se irá financiar nos mercados financeiros. Desde meados do ano passado que os juros se encontram a um nível em que não faz quase diferença se o país faz empréstimos junto à Troika ou junto dos bancos. Mas a acreditar nos editoriais e nos políticos da maioria, a Irlanda é o exemplo de que a política de austeridade começa a dar frutos, como aliás também em Portugal.
Que razões têm os investidores para confiar na Irlanda? Nenhumas, mas sabem que o BCE fará tudo o que estiver ao seu alcance para impedir a Irlanda de entrar em bancarrota. E sabem também que a Irlanda se transformou na menina dos olhos dos fundamentalistas austeritários. Se a Irlanda, que aplicou o programa da troika, entrasse em bancarrota, seria a prova de que as políticas da troika são erradas. E quem quer que isso fique demonstrado?
Ninguém sabe quanto tempo durará este «final feliz» irlandês. Como a economia real continua pelas ruas da amargura e os bancos irlandeses precisarão este ano de mais dinheiro, o país precisará de pedir muito dinheiro emprestado e não é certo que os juros se mantenham a um nível baixo.http://ruadopatrocinio.wordpress.com/2014/02/24/a-lenda-da-saida-limpa-a-irlandesa/
em resumo..
Noam Chomsky diz que guerra de classes é a base das medidas de austeridade
Publicado em 2014-02-19
O intelectual norte-americano Noam Chomsky considerou que as medidas de austeridade na Europa estão a “funcionar muito bem para os bancos”, mas estão a “esmagar” as populações dos países mais fracos.
“É difícil pensar numa razão para isto, para além de uma guerra de classes. O efeito das políticas é enfraquecer medidas de previdência social e reduzir o poder dos trabalhadores. Isso é a guerra de classes. Funciona muito bem para os bancos, para as instituições financeiras mas, para a população, é terrível”, disse Noam Chomsky, 86 anos, numa série de entrevistas publicada em livro, lançado esta semana em Portugal.
Em “Mudar o Mundo – Noam Chomsky e David Barsamian analisam as grandes questões do século XXI”, editado em Portugal pela Bertrand, o linguista, filósofo e pensador norte-americano afirmou que é “bastante difícil” explicar o que o Banco Central Europeu está a fazer, sublinhando que a austeridade é a “pior política possível” durante uma recessão.
“O efeito é que, sob estas políticas, os países mais fracos da União Europeia nunca conseguirão saldar a dívida. Na verdade, os níveis de dívida estão a piorar. ” medida que se reduz o crescimento, reduzem-se as possibilidades de pagamento da dívida. Assim, essas nações afundam-se cada vez mais na miséria”, criticou Noam Chomsky, referindo-se aos países do sul da Europa.
Citar Chomsky????????????? Só faltava o ChomskY. Está tudo dito…
É preferível citar Chomsky a nada citar…como é o seu caso! Para além do mais, os fatos falam por si e contra fatos não há argumentos…A população em geral está pior, muito pior e quem tem saído a ganhar com estas politicas da treta são uns poucos, que até têm dobrado as suas fortunas…e o mais ridículo disto tudo é que se chama a este processo de empobrecimento a “DIMINUIÇÃO DAS DESIGUALDADES SOCIAIS”.
A hipocrisia no seu apogeu.
Com estes fatos só fica satisfeito dois tipos de pessoas, os sociopatas e os psicopatas.
O que mais me surpreendeu nesta senhora (tinha a ideia de uma pessoa bastante inteligente), foi o seu sorriso, a dizer que era uma ideia bastante inovadora, que até agora ninguém se lembrou de tal coisa.
Porque será Teodora Cardoso?