Síntese da reunião entre a FNE e o MEC

O tema do dia continua a ser a BR2.

Segundo o comunicado da FNE o MEC assumiu a correção dos erros da BR2. Resta saber se será através do recurso hierárquico sem fundamentações legais ou se ele próprio assumirá a correção.

1 – Horários considerados temporários na aplicação e que deveriam ter sido horários anuais, de acordo com os motivos explicitados pelas escolas aquando da sua declaração. Esta situação impediu a colocação nestes horários de professores e educadores que apenas se candidataram a horários anuais, vendo-se assim ultrapassados por outros com menor graduação profissional.

O MEC informou que todos os horários pedidos pelas escolas como horários anuais ou temporários foram assim considerados na aplicação de concursos.

Havendo dúvidas consistentes sobre a dimensão temporal dos horários – anuais ou temporários –, o MEC procedeu a uma primeira verificação das situações, tendo detetado a necessidade de corrigir algumas delas.

A FNE considerou que se deveria persistir na verificação da conformidade dos horários, devendo ser analisadas todas as situações que mereçam dúvidas.

De qualquer modo, e apesar destes procedimentos, se houver docentes que se sintam ultrapassados, estes deverão reclamar no tempo devido, tendo havido o compromisso do MEC de, como lhe compete, analisar e dar resposta a cada uma das situações identificadas.

O MEC assumiu o compromisso de, tal como a FNE exigiu, corrigir a colocação dos professores que foram indevidamente ultrapassados e que reclamaram dessa situação, permanecendo nessa mesma escola os docentes que entretanto aí tenham sido colocados.

A FNE exigiu ao MEC que todas as situações de irregularidades sejam corrigidas, devendo os docentes que foram ultrapassados serem colocados no lugar a que têm direito, sem que o docente entretanto nele colocado tenha de sair dessa escola.

Nestes casos a escola deverá distribuir serviço docente a estes professores.

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16 comentários

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    • Nandinha on 21 de Setembro de 2011 at 23:23
    • Responder

    Muitos parabens pelo esforço e dedicação na defesa dos direitos dos professores. tenho reparado que de facto tenho sido ultrapassada por colegas com menos tempo de serviço. Vou analisar minuciosamente as listas e protestar.

    • ana isabel aires on 21 de Setembro de 2011 at 23:42
    • Responder

    Tem que ser feita justiça. e a justiça é só uma. Anular a Bolsa 2 e proceder a novas colocações e, aqueles que foram colocados indevidamente, t~em que ocupar os lugares que sobrarem no concurso e a que tiverem efectivamente direito. Dois na mesma escola não pode ser. Em tempo de crise como é? Quem paga? A justiça não é isso. A jutiça é voltar ao minuto antes de sair a Bolsa 2 e fazer as devidas correcções. Aí sim é ser justo. Reivindicar outras situações é perder a razão. Razão é dar a cada um aquilo a que tem direito. Os que foram colocados indevcidamente não têm direito a esses lugares e têm que deixá-los esperar pela sua vez. O Minsitério não pode gozar com a spessoas. Se alterou as regras do jogo tinha que colocar aqueles que pediram horários anuais e não deixá-los de fora. O Sr. Secretário Casanova não me parece tão bem preparado assim para estas funções. Lutem para que as colocações sejam feitas pela lista de graduação porque a autonomia das Escolas ainda seria pior que isto….

      • isabel on 21 de Setembro de 2011 at 23:56
      • Responder

      Os professores que foram colocados na BR2 não podem ser responsabilizados pelos erros do ministério. Eu, por exemplo, apesar de trabalhar há 10 anos, optei por concorrer a vagas temporárias e anuais. Mas foi apenas isso, uma opção. E eu fiquei colocada, num horário temporário que provavelmente será anual, mas que a nível informático é mesmo temporário. E estou perto de casa.
      Mas e aqueles colegas que ficaram em vagas temporárias que são mesmo anuais, mas que estão longe de casa, e que entretanto já organizaram a sua vida em função do local onde vão trabalhar, pelo menos até julho? É justo dizer a esses professores que agora, depois de terem tido trabalho a reorganizar a sua vida numa nova cidade, têm que abandonar tudo e voltar ao desemprego, só porque houve erros nas colocações?
      SInceramente, não me parece correcto e acho que isso é ainda menos legal do que o que eles fizeram com os concursos!

        • on 22 de Setembro de 2011 at 12:04
        • Responder

        É. É justo. Porque concorreste a um horário temporário. Deves aceitar e sujeitar-te à opção que fizeste.O teu horário está numa lista que é pública e toda a gente sabe qdo termina. Não se ponham a inventar coisas.

        • Anónimo on 22 de Setembro de 2011 at 12:14
        • Responder

        Vou dar-lhe um exemplo:
        Ontem, no sindicato encontrei uma professora que ficou num temporário a 200 km. Apresentou-se e disseram-lhe que era anual. Ela recebeu o horário e constatou que era noturno e com os piores alunos. Não quer ficar lá todo o ano, prefere regressar à bolsa. Tem direito, porque só concorreu a um temporário. Ela vai ficar apenas 1 mês, por opção. Mas a Isabel, porq lhe convém, passa por cima de gente que está à sua frente, com melhor graduação, provavelmente mais tempo de serviço. Mas afinal? Fazem o que querem? Preferências nesta altura? Quem quer assim, concorre a OE!!!!!!!!!!!!!!!!!

    • Pedro Teixeira on 21 de Setembro de 2011 at 23:58
    • Responder

    Concordo em absoluto com a Ana. O mais justo, e eventualmente menos dispendioso, seria voltar ao minuto imediatamente antes da BR2. Repetir e acertar as colocações.
    O colega que entretanto já estava na escola só tem que perceber que beneficiou de uma injustiça gritante e colocar-se no seu lugar de direito (eventualmente noutra escola ou até em casa, à espera da BR3). Sendo que o Ministerio lhe possa dar os dias em que leccionou.
    Do ponto de vista dos alunos, estes viam um professor sair num dia e entrar outro no dia seguinte, sem perda de aulas.

    Prático e justo, digo eu…

    • maaps on 22 de Setembro de 2011 at 0:26
    • Responder

    Considerando que fiquem 2 no mesmo horário, então o que entrou na BR2 deveria ficar na escola apenas o tempo indicado na aplicação (1 Mês) , que foi a esse horário que concorreu, e o docente correctamente colocado que fique o resto do ano. Espero que se lembrem disso, pois não estamos em situação financeira para estarem 2 profs no mesmo horário anual.

    1. Obviamente que essa seria a solução mais justa.

      • cardix on 22 de Setembro de 2011 at 17:41
      • Responder

      Claro que assim a justiça seri reposta, mas não me parece que o ME se preocupe com esse principio fundamental e regulador da sociedade.

    • cardix on 22 de Setembro de 2011 at 17:24
    • Responder

    Considero que, nesta confusão de horários temporários e anuais, fui ultrapassado por colegas, uma vez que não concorri a temporários. Sei que muitos temporários afinal eram anuais, mas não sei exactamente quais. Pretendo recorrer, mas não sei como fazê-lo. Alguém me pode ajudar?

      • maaps on 22 de Setembro de 2011 at 18:33
      • Responder

      Não sei se vou ajudar mas reclamei da seguinte forma:

      “Tendo em conta que concorri apenas a horários anuais e, na eventualidade de os horários disponíveis na BR2 (todos com duração de 1 mês) serem anuais, gostaria de ver corrigida a minha situação. Concorri para os seguintes horários atribuidos a candidatos menos graduados, que surgiram como temporários e que possivelmente são anuais: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx…… “

        • cardix on 22 de Setembro de 2011 at 23:11
        • Responder

        Obrigado colega. Pareceu-me bem e como tal segui a tua sugestão.

    • Pvox on 22 de Setembro de 2011 at 17:35
    • Responder

    então a minha questão é a seguinte… onde reclamar?
    será aqui?
    https://servicos.dgrhe.min-edu.pt/Recurso_Bolsa_2011/%28S%28qosnwzrgvo0eycvkburxroeg%29%29/logon.aspx

      • cardix on 22 de Setembro de 2011 at 17:39
      • Responder

      para Pvox: é exactamente nessa aplicação.

        • Anónimo on 22 de Setembro de 2011 at 18:25
        • Responder

        Já agora, elaborei um texto mas que tem várias suposições, isto é, se aquele horário for anual eu talvez entrasse. No final quando é para confirmar a aplicação questiona “é esta a questão que quer colocar?” de que forma aconselham fazer a reclamação com base em suposições?
        gracias .)

    • contratada on 22 de Setembro de 2011 at 23:45
    • Responder

    pessoal que grande confusão!!!!!tanta coisa para quê eles é que devem verificar isso a confusão foi deles nós temos de verificar por eles e os agrupamentos estão fartos e ja não respondem.

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