E já agora, os Açores também vão ter?
Secretaria de Educação e Sindicatos assinam acordo para concurso extraordinário de professores
O objectivo é a vinculação de profissionais que estão há vários anos a contrato
Tal como já foi feito pelo Ministério da Educação, a Região vai abrir também um concurso extraordinário para professores, o que reuniu a concordância de todos os sindicatos.
A assinatura do acordo decorreu esta manhã, na Escola Profissional Francisco Fernandes. Na cerimónia, o secretário regional de Educação e Recursos Humanos sublinhou que, apesar de algumas ressalvas por parte dos sindicatos, o consenso foi conseguido, o que se torna importante para a estabilidade do corpo docente na Região.
Em comum esteve, entre outras coisas, o facto de todos terem manifestado satisfação pela salvaguarda dos professores que estão já nos quadros e também o desagrado por não ter sido definido à partida o contigente.
Assinaram este acordo o Sindicato dos Professores da Madeira (SPM), o Sindicato Democrático dos Professores da Madeira (SDPM), o Sindicato dos Professores Licenciados dos Politécnicos e Universidades, o Sindicato Nacional dos Professores Licenciados e o Sindicato Independente dos Professores e Educadores.
Aguardo mais desenvolvimentos do madeirense



40 comentários
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ARLINDO, está na hora:
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PARA O ARLINDO, ele entende porquê:
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(Arlindo, é urgente que as Pessoas de Bem, entre as quais obviamente tu te incluis, joguem em conjunto urgentemente as cartas que ainda, por enquanto, possuem… depois já não será mais possível…)
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http://parlamentoglobal.sic.sapo.pt/124144.html
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Os do continente podem também concorrer?
Por causa da burrice do MEC, agora sofrem os melhores graduados que poderiam não se importar de vir para as ilhas… desta forma fecham as portas para os de cá, tal como fez o MEC, também, poderão contestar em tribunal e acho bem, isto é uma vergonha, abrirem concursos assim todos devem poder concorrer! E espero que aqueles colegas alarves que se manifestaram contra os sindicatos por tentarem junto dos tribunais que o concurso extraordinário fosse para todos, agora reflitam sobre o que disseram…
Tanto Sindicato…
Boas
Estive ausente todo o dia só agora posso postar. Então é o seguinte ainda não existe o número de vagas (aprenderam com o Crato!) mas o mais incrível é que a graduação será pelo número de dias (antes e depois da profissionalização), ou seja, existe grupos em que o número 30 da lista “normal” irá entrar e o 1º ficará de fora. Já estou a trabalhar nas listas e porei aqui resultados.
“… a graduação será pelo número de dias (antes e depois da profissionalização) ..” – isto significa o quê? A graduação não é sempre contabilizada assim? Ou está a querer dizer que dos dias de serviço antes e depois da profissionalização, irão valorizar os que foram prestados na ilha?
Contará só o tempo de serviço e não a média do curso? Será isso?
Ah, sim, pode ser. A nota de curso não entra… Obrigada, não estava a perceber.
– Conta apenas tempo de serviço!!!!
não respeita a atual graduação (nota licenciatura + tempo antes+ tempo depois)
– Aberto a todo o Nacional…apenas ter lecionado nos últimos 3 anos com CTT ou CAP
– Concorre apenas no grupo mencionado no atual contrato!
Boas. Onde conseguiste essas informações? Pelas informações que disponho será aberto a todos os docentes mas com prioridade aos que se encontram a leccionar na RAM
Acho q pra Madeira nunca aparecem o nº de vagas, não me lembro de nunca as ter visto.
Parece-me bem. Defendi isto desde início.
Mas…
Será que os contratados do continente nao metem a recíproca providência cautelar?
Se o nao fizerem, os sindicatos da fenprof devem explicar-se publica e judicialmente.
Haja tomates para afrontar interesses particulares.
Mas pq haveriam os docentes do continente contestar se o concurso é aberto a todos e não só aos q leccionam nas ilhas. Suponho q tenha prioridade na lista quem lecione na ilha mas isso já é outra coisa.
Cada um tem a sua opinião e deve ser respeitada, mas defender que se altere assim de repente os critérios de admissão ao quadro (onde depois já é a graduação profissional que conta) não me parece nada justo! pelas situações já verificadas são muitos os que estão à anos em primeiro na lista e agora de repente passam para 10º, 20º e até 40º.
Será por causa da diretiva europeia q obriga a efetivações após 3 anos de tempo de serviço não interessando se a graduação for maior mas sim o nº de contratos?
Mas então entravam todos com X número de contratos. Isto é uma Chicoespertíce à madeirense sem dúvidasd.
Parece q é pra quem tem mais de 10 anos de tempo de serviço, e sendo assim no meu grupo por exemplo existem pessoas com melhor graduação mas com menos de 10 anos de tempo de serviço, e assim essas pessoas irão ficar atrás dos q tem menos de 10 anos de tempo de serviço. É bom pra quem acabou com 12 e tá com 22 de graduação e mau pra quem acabou com 16 e tá tb com 22 de graduação.
Então está na mesa mesmo a hipótese de a nota final de curso não entrar para cálculo de graduação, neste tal concurso extraordinário madeirense? Estou a perceber bem? Para quando a análise às listas da Madeira? E já agora, esse tal concurso já não deverá ser para este ano, pois não?
Se bem entendi esse concurso extraordinario será agora (Maio ou Junho) e será ao mesmo tempo q o concurso normal? ou em substituição do normal? mas tb não sei bem q ninguém sabe como serão as coisas nem datas.
Não é para quem tem mais de 10 de serviço, a graduação vai ser pelos dias de serviço sem mais nada e todos podem concorrer.
Entendi, de qq forma quem tiver mais tempo de serviço é q efetiva, no meu grupo apenas 6 tem mais de 10 anos de serviço. Nas ilhas quase toda a gente tem pouco tempo de serviço, mal conseguem efetivar concorrem pro continente e entram outros novos com pouco ou nenhum tempo de serviço. Tive a ver a ordenação do meu grupo por tempo de serviço, somos poucos e no meu caso subo apenas 2 lugares. A maior diferença é a nº 18 q passará a nº 2 pq tem mt tempo de serviço antes da profissionalização, a nº 9 q passará a nº 1 pq acabou o curso com 12 e tem mt mais tempo de serviço q os outros, o nº 1 q descerá para nº 8 e o nº 12 q passará pra 19. De resto não muda quase nada, apenas 1 ou 2 lugares. Mas isto num grupo pequeno, nos grupos grandes as alterações devem ser maiores.
Só o facto da número 18 passar a 2ª lugar, já é muito, colega!!!!!! Num universo de umas 300 (??) vagas disponíveis em por todos os GR, esses pequenos passos de subida em lista, são castradores para quem teria o direito de vincular.
Sim tb acho mt, mas no meu grupo somos poucos, 60 e tal e a maioria fica +- na mesma; o cenario deve ser mt pior em grupos grandes como o 110 e 100.
300 vagas pra efetivar? era fantastico… espero q o panorama não seja igual ao do continente e q aqui realmente apareçam mais vagas disponiveis.
Amigo Madeirense não fale do que não sabe.
Se se confirmar estes critérios de admissão a concurso, estamos a assistir a um retrocesso, ao fim do mérito e dos esforço. É só bananas na Madeira!!
Esclarecimentos:
– Ainda não existe número de vagas por isso qualquer número é pura especulação;
– O concurso será o mais rápido possível e antes do concurso externo normal (tudo até julho claro);
– As listas estão a ser trabalhadas e penso que amanhã já as colocarei por cá.
Sim, tudo especulação!!! Não quero levantar falsos testemunhos: o número 300 surgiu de uma primeira abordagem ao tema, por alguém que já não me lembro, no Diário de Notícias, em que andavam a ponderar vincular extraordinariamente pois estavam a prever/calcular, 300 pedidos de reforma. Foi mais ou menos isso. Pessoalmente não acredito nesse número, pois metade do número do continente, parece-me exagerado!
Se fossem 300 pedidos de reforma, seriam umas 150 entradas de profs, já q normalmente cada reformado esta só com 14h devido a reduções por idade e ainda temos de contar com os horarios negativos pq mts alunos emigraram com os pais e deixam de haver tantas turmas.
O caso mais flagrante q vi nas listas (vi por alto apena, dp o madeirense deve colocar cá as listas) foi no 1º ciclo em q o nº 225 ficava em 22 (se não estou em erro).
Boa tarde a todos.
Há uma coisa que ainda não percebi: só pode concorrer quem tem 10 anos de serviço completos (3650 dias?!) ou, por exemplo, 3200 como constava na 1ª proposta apresentada pelo MEC para o concurso extraordinário do continente?
Se forem 3650 dias, no meu grupo só 6 reunem essa condição!!!
Recordo-me que esta proposta acabou por cair no continente pois lá os Sindicatos não assinaram…
Nós, profs da RAM, ficamos excluidos desse concurso, mas os profs do continente puderam todos concorrer (independentemente do tempo de serviço que possuíam).
O madeirense disse q não havia limite minimo de tempo de serviço para concorrer, mas estamos a espera de mais atualizações. Estive a ver as listas e contando todos os grupos de recrutamento serão +- 355 candidatos com 10 anos de serviço (vi todos os q tinham 9 ou + anos de serviço na ultima lista, pq este ano ja terão 10 anos). Há até alguns grupos onde ninguém tem 10 anos de tempo de serviço. Temos de esperar o aviso de abertura q ninguém sabe qd será.
O que me foi garantido é que não vai existir número mínimo para concorrer. Ou seja todos concorrem e depois são ordenados pelos dias de serviço.
Pois… eu ouvi falar na questão dos 10 anos!
Estamos na fase do “disse que disse”… e ninguém tem certezas de nada.
Madeirense, e existe preferência regional certo? Quem já trabalha na Madeira fica em 1º prioridade?
Foi-me dito que sim que haverá a preferência regional.
Pelo que lhe foi dito?! Se trabalhasse na SRE já lhe tinha posto um processo por tanta especulação
Claro que toda a gente pode concorrer!!!! Dizer que toda a gente pode concorrer é muito diferente de dizer que toda a gente apanha uma vaga! 🙂 Simples!
E não me parece que a Madeira deixe cair, justo agora, a 1ªprioridade (dada a quem , à data de abertura de concurso, esteja a celebrar um contrato na Madeira). Para parvoíce já chega a de alterarem absurdamente a fórmula “milenar” de cálculo de graduação para efeitos de concurso. Pergunto-me até se terão coragem para fazer tal coisa…
Gostava de saber como posso contestar este concurso extraordinário? Têm conhecimento de alguma providência cautelar? Não compactuo com esta injustiça!
concordo com este concurso extraordinário de vinculação, o que não estou a perceber são aquelas situações de professores que não lecionaram este ano letivo, mas que ao concorrerem com o tempo de serviço do ano anterior passam à frente com uma margem minima de dias. Afinal quem está a trabalhar neste momento possui mais antiguidade,e não concordo que concorram em pé de igualdade.
Quem não está a trabalhar na ilha este ano, não concorre em 1ª prioridade. A manter-se a questão de prioridades, só é dada a 1ª a quem , à data de abertura de concurso se encontra a celebrar contrato na ilha.