O que alcançamos com a greve desta semana? O que aconteceu que não ouvi, nem li mais nada sobre o assunto? O que faço às minhas expectativas? Como as migalhas ou espero pelo pão?
Greves entre amigos
A festa (leia-se ‘greve’) ficou feita! Tudo na mesma, sem mossas em ninguém.
Em ninguém? Apenas nos professores usados nestas utopias, naqueles que vão acreditando sinceramente nestas promessas impossíveis de cumprir, como são as reformas antecipadas nos tempos que correm. Podem até no futuro receber umas migalhas, como um pequeno descongelar de carreiras, ou uns tantos (poucos) se vincularem por concurso. Mas, na verdade, são expectativas criadas a toda uma classe que deveria pensar mais pela própria cabeça.
Conclusão? Greves assim são até gostosas para o Governo, desenvolvendo aparências como estas lutas com os sindicatos, sobretudo comunistas. Contudo, na minha opinião, são estes os autênticos baluartes do Governo, como se viu neste exemplo ou se pode constatar nos transportes.



2 comentários
Greve para reivindicar concursos extraordinários. Não muito obrigado! São injustos para os efetivos. A greve devia ser para acabar com estes concursos.
Sei que estás em festa, pá
Fico contente
E enquanto estou ausente
Guarda um cravo para mim
Eu queria estar na festa, pá
Com a tua gente
E colher pessoalmente
Uma flor do teu jardim
Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei também quanto é preciso, pá
Navegar, navegar
Lá faz primavera, pá
Cá estou doente
Manda urgentemente
Algum cheirinho de alecrim
https://www.youtube.com/watch?v=uukuDGWAt7w