Antes Pelo Contrário

JN Concursos não resolvem injustiças

Jornal de Notícias (23-04-2014)

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22 comentários

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    • Sónia Veríssimo on 23 de Abril de 2014 at 18:02
    • Responder

    Por acaso até acho que das opções possíveis esta apresentada pelo governo até nem foi injusta… qual seria a justiça de vincular contratados com anos sucessivos quando alguns deles têm muito menos tempo que outros que não tem contratos anuais sucessivos? Há muitos docentes com muito tempo acumulado mas não sucessivo nem anual…

    • Sónia Veríssimo on 23 de Abril de 2014 at 18:10
    • Responder

    Acho também que esta ANPC quer arranjar divisões entre contratados… por uma razão qualquer que desconheço acha que a antiguidade não interessa o que interessa é mesmo é ter tido durante x n.º de anos horários anuais e sucessivos… acontece é que há muitos nestas condições com pouco tempo de serviço e que com esta proposta da ANPC ficariam em vantagem em relação a outros com mais tempo de serviço e sem os ditos anos com horários anuais e sucessivos… se o governo alinhasse com esta ANPC isso sim seria injusto!!!

      • Nuno Coelho on 23 de Abril de 2014 at 18:29
      • Responder

      Defender a aplicação de um direito dos contratados deveria estar a ser aplicado desde 2001 é dividir contratados!!!!
      Eu bem digo que o maior inimigo dos professores são os proprios professore.

        • Sónia Veríssimo on 23 de Abril de 2014 at 18:35
        • Responder

        O ministério durante anos atribuiu horários temporários e incompletos que foram sendo dados a contratados e muitos deles não tiveram a “sorte” de ter os tais x anos de horários anuais, completos e sucessivos… que justo seria se agora só se vinculassem os que tiveram essa “sorte”?

          • Nuno Coelho on 23 de Abril de 2014 at 18:59

          Esta então a dizer que os contratados não devem ter esse direito que todos os outros funcionários públicos europeus. Direito que já existe no provado há mtos anos!!!!
          Repito, os professores são os seus piores inimigos

      • fdoc on 24 de Abril de 2014 at 12:11
      • Responder

      Sim Sónia, é muito mais justo vincular quem teve toda a vida no ensino privado e lembrou-se há dois anos de ir para o público.

      Sinceramente…

    • Cristiana on 23 de Abril de 2014 at 19:04
    • Responder

    Concordo plenamente com a Sónia Veríssimo. Não é que com esta lei eu vá entrar, pois as vagas são irrisórias, mas pelo menos assim não será tão injusto. Assim, quem tem bastante tempo de serviço e que por azar nos últimos 2 anos teve a infelicidade de não ter um contrato de 365 dias, devido às regras que foram estipuladas para os contratos temporários (que efetivamente eram anuais) pode concorrer. É lamentável que embora sejamos todos professores, uns só pensem no próprio umbigo e permitam que nos façam cada vez mais mal. É lamentável a vida precária de professores como eu e outros estarem a trabalhar meio país longe de casa, com horários reduzidos e com contratos mensais. Cada mês uma escola diferente ou uma fila no centro de emprego, porque terminou o contrato de 30 dias,ou então, de quinze em quinze dias fazer a apresentação no centro de emprego para não perder o subsídio…. Foi preciso estudar, fazer formações, mestrados, …. para quê? Para agora não ter nada, um sonho de vida que ano após ano tem sido adiado…

    Sei que todos temos os nossos problemas, cada um diferente dos outros, mas todos somos professores. Não deveríamos ser mais unidos? Não entendo com que moral alguns de nós educam os alunos, se enquanto adultos, não têm qualquer moral, se apenas pensam no seu único bem estar. Mas lembrem-se que hoje quem está bem, amanhã (futuro) pode estar mal, porque as leis estão sempre a mudar e enquanto existir esta fachada de crise, a educação será um alvo atingir enquanto desculpa do orçamento de estado.

      • Nuno Coelho on 23 de Abril de 2014 at 19:10
      • Responder

      Cristiana
      Por acaso, desde 2001, consegui ter 4 contratos anuais consecutivos?

    • Correia on 23 de Abril de 2014 at 19:20
    • Responder

    experiencia

    • Correia on 23 de Abril de 2014 at 19:28
    • Responder

    O problema não está na aplicação da diretiva comunitária per si. O problema está que a aplicação dessa diretiva face ao que se verificou nos últimos anos, na contratação em Portugal!… Há colegas que tendo sido colocados em horários anuais e completos não conseguiram renovar essa mesma colocação e, quebraram o ciclo de quatro contratos sucessivos e anuais, porque colegas bem menos graduados e com bem menos tempo de serviço tiveram a sorte de continuar a ter horário na escola, onde ficaram colocados. Quando acabaram com os concursos anuais e criaram o sistema de renovações implementaram a maior injustiça, pois estando os lugares ocupados por renovações, os colegas mais bem graduados ou não conseguiram colocação anual ou não conseguiram horário completo. Para além disso assistiu-se há inoperância do Ministério da Educação e do IGEC perante as inúmeras reclamações, durante anos, face às colocações nas escolas TEIP e com autonomia, sem critérios legais e, que permitiram a muitos dos colegas menos bem graduados conseguir colocação no decorrer desses 4 anos…

    • Sandy on 23 de Abril de 2014 at 20:35
    • Responder

    E colegas acham bem este ano virem a ter hipótese de vincular colegas que só este ano foram colocados no 1ciclo (porque não tiveram vaga no 2ciclo) só porque estão à frente na lista graduada e tirarem lugar aos colegas que sempre trabalharam no 1ciclo. Desculpem mas é injusto deveriam ter pelo menos um ano no grupo a vincular.

    • Ana G. on 23 de Abril de 2014 at 21:34
    • Responder

    Isto está errado, porque os contratados deveriam vincular sem concurso. Foi isso que a UE mandou. Só serve para tapar os olhos da UE e dos contratados que acham que vão entrar. Façam contas e não se mexam para parar a injustiça que nunca mais melhoram a vossa situação!

      • Sónia Veríssimo on 24 de Abril de 2014 at 10:56
      • Responder

      No seu discurso há muitos pontos que não têm qualquer sentido, passo a detalhar:
      _ “(…) porque os contratados deveriam vincular sem concurso. (…)” … a que contratados se está a referir? A uns muito específicos , não?
      _ “(…) e dos contratados que acham que vão entrar (…)” … com tão poucas vagas não há muitos contratados com esperança em “entrar” não lhe parece?
      _ “(…) Façam contas e não se mexam para parar a injustiça que nunca mais melhoram a vossa situação! ” … injusto seria alinhar com estes “novos” contratados que querem passar por cima do tempo de serviço e “ganhar na secretaria” (UE).

        • Ana G. on 24 de Abril de 2014 at 21:33
        • Responder

        Olá Sónia.O meu discurso faz sentido se tiver lido a diretiva da UE que obrigou o Ministro a vincular os contatados. TODOS OS QUE TÊM MAIS DE 3 ANOS DE SERVIÇO e não apenas alguns.

          • Correia on 24 de Abril de 2014 at 21:58

          A diretiva não diz isso. Diz todos os que tiverem 3 contratos, anuais, completos, seguidos, no mesmo grupo de recrutamento, desde 2001, em escolas públicas.

          • Sónia Veríssimo on 25 de Abril de 2014 at 9:07

          É questão para dizer que pior é o cego é aquele que não quer ver… ainda que se recorressem a muitos argumentos dá jeito a alguém confundir 3 anos de serviço com 3 contratos, anuais, completos, seguidos, no mesmo grupo de recrutamento, desde 2001, em escolas públicas. E como dá jeito e se o governo alinhar tanto melhor para os interessados. Os “novos contratados”… ANPC… tanto empenho

          • Correia on 25 de Abril de 2014 at 11:19

          Sónia Veríssimo o que a diretiva diz é, efetivamente, aquilo que escrevi. Se concordo que isso se aplique assim, na nossa profissão? Não, não concordo! Concordo que esse cálculo seja diferente no nosso caso, pois a nossa profissão tem especificidades diferentes das outras e, como tal deveria ser X tempo de serviço, independentemente, dos horários serem completos ou incompletos, anuais ou temporários. Mas o que diz a norma comunitária não é isso e, como tal, há que compreender isso mesmo.

    • mary poppins on 23 de Abril de 2014 at 22:03
    • Responder

    tenho pena que os ditos nossos “colegas” do quadro só agora se preocupem com o facto de esta não ser a solução para os contratadfos, mas isto só agora, que há 2000 vagas a concurso, porque durante os anos (e já vão sendo muitos) em que não entrou nenhum contratado para o quadro ninguém se pronunciou, nem os sindicatos e muito menos desta maneira.
    não digo que esta seja a melhor solução, mas é melhor do que o que tem acontecido até aqui, os sindicatos dizem que os colegas do quadro que estão longe vão ficar sem estas vagas e que têm mais tempo de serviço do que os contratados, esquecem-se que há contratados com mais anos de serviço do que muitos dos que estão no quadro, com o azar de serem de grupos com mais dificuldade de colocação.
    repito, tenho pena que se pronunciem agora sobre o facto de 2000 professores contratados poderem vincular, quando há tantos anos ninguém vincula (exceção do ano passado) e aí ninguém dizia nada.
    Tenho pena do egoismo que se vê nesta classe, cada um olha para a sua barriga esquecem-se que é melhor vincularem 2000 do que nada e a grande preocupação dos “colegas” do quadro não é que sejam poucos contratados a vincular e sim não ficarem eles com estas vagas.

      • paulo on 23 de Abril de 2014 at 23:31
      • Responder

      Totalmente de acordo com a sua opinião.Este concurso extraordinário acaba por ser a melhor forma de vinculação, pena é que não sejam abertas mais vagas de acordo com as necessidades permanentes. Gostaria de referir que conheço muitos professores do quadro que estão de acordo com esta vinculação de professores contratados e penso que são mais os que estão de acordo do que aqueles que discordam.

    • João G. on 23 de Abril de 2014 at 23:55
    • Responder

    a

    Quem efetivar na VE de 2014 vai para uma TERCEIRA prioridade na mobilidade interna bem diferente de quem entrou na VE de 2013 que foi para a PRIMEIRA PRIORIDADE da mobilidade interna.
    Quem entrar nesta vinculação extraordinária, pode arriscar-se a ficar a colocado a CENTENAS DE QUILÓMETROS…

    • Dinha on 24 de Abril de 2014 at 5:25
    • Responder

    Mas se a lei 12A diz que as vagas antes de serem disponibilizadas aos contratos devem ser disponibilizadas aos efetivos. Onde está a legalidade da coisa?

  1. Pois é João G….mas pode ficar num QZP perto de casa… Bem diferente das 600 vagas de 2013 que nos obrigaram a concorrer para muito longe e agora colegas com menos graduação terem a possibilidade de vincularem mais perto…É a vida…

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