Proposta do MEC não resolve o essencial
[youtube=https://www.youtube.com/watch?v=kYEHSdB2aFA]
A FNE saiu ontem insatisfeita com o resultado da 2ª ronda negocial com o MEC sobre a alteração do diploma de concursos. Consideramos que a proposta do Ministério da Educação é insuficiente e não responde a duas questões que a FNE considera essenciais. Por um lado, não responde ao direito à vinculação de todos os docentes que têm mais de três contratos sucessivos de tempo inteiro e não rompe com o grave problema da precariedade, instabilidade e insegurança que afeta milhares de professores nas nossas escolas.
Por outro lado, há também um outro aspeto que a FNE considera profundamente negativo e que tem a ver com o estabelecimento de condições que permitem, por via da contratação de escola, que haja uma total subversão da lista graduada.
Durante a reunião a FNE alertou a tutela de que não haverá qualquer possibilidade de aproximação caso se mantenha o desrespeito pela lista graduada e a manutenção da precariedade na atividade docente. A FNE considera que o respeito pela lista graduada é a forma mais justa de garantir a segurança e a estabilidade necessárias. Exigimos o respeito por estes dois princípios. O MEC comprometeu-se a apresentar uma nova proposta até ao final do dia 18 de março. A nova ronda negocial, que deverá ser a última, realiza-se na próxima 5ª feira, dia 20 de março.



3 comentários
Temos que ser colocados através das listas graduadas, seja em ofertas de escola ou nas bolsas. Deixem-se de entrevistas da treta que muitas vezes servem para colocar “outros” e escolherem um candidato com umas pernas bonitas ou que tenha a barba feita ao invés de docentes que têm mais graduação…
Concordo e acrescento “Temos que ser colocados através das listas graduadas, seja em ofertas de escola ou nas bolsas” e EM TODOS OS CONCURSOS. Deixem-se de prioridades da treta, professores do quadro (QE, QA ou QZP) pela graduação ATÉ na mobilidade interna. Qualquer outra opção é injusta.
Devia ter vergonha o João Dias da Silva, é o Catroga da Educação, vende os ativos existentes (quadros) a preço de saldo por um futuro vazio e achinezado (o caos gerado com a loucura concursal de ultrapassagem e compadrio partidário). FNE – Fraude Nacional da Educação.