Uma Outra Proposta para a Vinculação Extraordinária

… desta vez eleborada pelo autor da petição ao parlamento europeu, Jorge Costa.

Para ser realista não consigo encontrar solução para que a cada candidato com 6 anos de serviço fosse encontrada uma vaga para esse docente trabalhar com componente letiva. No que respeita aos docentes com mais de 3600 dias acho que já poderia ser seguido esse objetivo, nem que para isso existisse alguma reconversão profissional de grupos de recrutamento mais excedentários, ou uma adaptação curricular aos recursos humanos do sistema.

 

UM CANDIDATO, UMA VAGA – SÓ ASSIM SERÁ UM CONCURSO EXTRAORDINÁRIO DE VINCULAÇÃO !

 

 

Foi apresentada às organizações sindicais a primeira proposta de vinculação extraordinária. Três pontos a reter:
– 3600 dias de serviço docente;
– um ano de serviço nos últimos três;
– Vagas ainda não definidas.
O ponto crítico: vagas a abrir?
Ou se abre um número de vagas igual ao número de candidatos para depois se fazer a distribuição por escolas ou este concurso deixará de fora, imagine-se, professores que chegam a ter 20 anos de serviço!!!
Outro aspeto a trabalhar é o requisito de tempo de serviço mínimo. Deve-se permitir que candidatos com mais de seis anos de serviço acedam a este concurso extraordinário, respeitando o estabelecido no Código Laboral, que diz que os contratos a prazo podem chegar extraordinariamente aos seis anos. Portanto, é lógico que este deverá ser o patamar deste concurso extraordinário, independentemente de salvaguardar no concurso ordinário do próximo ano o acesso aos candidatos com mais de três anos a vagas acrescidas a disponibilizar para concurso.
Mas agora, neste concurso extraordinário, a exigência deve ser, ninguém que a ele aceda poderá ficar de fora. Um candidato deve corresponder a uma vaga. Nem mais, nem menos!

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2012/10/uma-outra-proposta-para-a-vinculacao-extraordinaria/

38 comentários

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    • Baía on 21 de Outubro de 2012 at 18:47
    • Responder

    e por acaso já pensarem que vão haver professores que não vão querer vincular longe de casa? é que muitos dos professores com mais anos de serviço estão bem perto de casa neste sistema… pois arranjam sempre contratos perto… E o que fazer ás supostas vagas sobrantes???? ficam vagas? por amor de deus sigam as listas… é que assim não há que enganar

    • sofia on 21 de Outubro de 2012 at 19:11
    • Responder

    Não faz qualquer sentido esta vinculação extraordinária a poucos meses do concurso externo!

    • PM on 21 de Outubro de 2012 at 19:23
    • Responder

    Tenham vergonha nos comentários que deixam aqui. Esta malta já se esqueceu que este tipo de obrigatoriedade já existiu e que muita gente já teve que concorrer a nível nacional para efetivar, e mais, quando ficava efetivo tinha que obrigatoriamente ficar pelo menos um ano sem poder aproximar-se à sua residência. Como diz o povo : Querem dado e arregaçado. Tenham a decência de ser coerentes com aquilo que pedem. Afinal agora a ideia de efetivar já não agrada na totalidade. Queriam entrar na carreira docente e perto de casa? Corram e saltam com fiz. Acho muito bem que todos estejam disponíveis para poder efetivar em qualquer lugar do país porque em muitos grupos só não efetivaram mais cedo porque não quiseram ir para muito longe, Não tenho pena nenhuma deles. E com esta proposta até ficam beneficiados dado que no caso de não ficarem colocados no concurso interno podem concorrer na primeira prioridade na mobilidade interna (DACL), ou seja, ficam à frente dos pedidos de destacamento feito pelos colegas já do quadro que querem ficar mais perto de casa e que têm mais graduação. A proposta está muito bem e espero sinceramente que não mude nem uma vírgula.
    Agora cada um faça contas à sua vida. Quer ganhar estabilidade e mais uns euros mas com probabilidades de ficar longe, ou continua perto de casa mas eternamente contratado.Cada cabeça sua setença.

      • C3PO on 21 de Outubro de 2012 at 20:54
      • Responder

      Cada cabeça sua sentença e mais nada, não decida pelos outros!

      Quer comparar a situação com a de à 10- 20 anos? com que idade é que o/a colega andou a saltitar? com que regalias e a ganhar quanto? E com que perspectivas a curto-médio prazo?

      Não se esqueça que os contratados de que está a falar são pessoas com pelo menos 10 anos de serviço ou seja colegas com uma idade de 35-40 anos com casa a pagar com filhos a criar numa conjectura económica em que se calhar andar a pagar a casa onde estão mais um aluguer a 200 km não é tão praticável como à 20 anos a trás, e não esquecer que para o ano o ordenado que se vai ganhar vai ter uns bons cortes….

      Tenho muita pena pelo que alguns colegas passaram, mas não é justo o argumento do “eu passei por isso vocês também têm de passar” os colegas quando eram contratados também passaram pelo que nós passamos/estamos a passar?

      1. “os colegas, quando eram contratados, também passaram pelo que nós passámos/estamos a passar?”
        Sim e, em alguns casos, ainda pior. Não ter direito a ir ao centro de emprego e ter subsídio de desemprego, por exemplo. Esses subsídios saem directamente do bolso de todos os que pagamos impostos.
        Não havia essa situação (muito injusta) das ofertas de escola, mas sempre houve lugares ‘guardados’ para alguns professores.
        Tenho, também, muita pena pelo que estão a passar, mas há que ter a lucidez suficiente para não andarmos uns contra os outros…

        E desculpe a ousadia de corrigir o seu escrito (mania de professora…). E, já agora, poderia modificar para “há 10-20 anos” e “há 20 anos”?
        As gralhas são um aborrecimento… desculpe.

          • C3PO on 21 de Outubro de 2012 at 23:26

          Desde já não foi ousadia, foi um favor que me fez e agradeço.

          Eu não estou a por ninguém contra ninguém, apenas acho triste que o argumento de muita coisa seja “passei por isso vocês também têm de passar”

          A colega acha justo este argumento? E volto a dizer:

          Não se esqueça que os contratados de que está a falar são pessoas com pelo menos 10 anos de serviço ou seja colegas com uma idade de 35-40 anos com casa a pagar com filhos a criar numa conjectura económica em que se calhar andar a pagar a casa onde estão mais um aluguer a 200 km não é tão praticável como há 20 anos a trás, e não esquecer que para o ano o ordenado que se vai ganhar vai ter uns bons cortes….

          A situação é a mesma? É justo comparar as duas?

        • Maria on 22 de Outubro de 2012 at 12:45
        • Responder

        E já agora, não é “conjectura” económica, é “conjuntura” económica. A grafia e o som das palavras são semelhantes, mas os significados bem distintos.

      2. Não há como comparar situações incomparáveis. O que lhe quero dizer, sem nenhum sentido paternalista, é que sempre houve situações complicadas na vida de toda a gente. E injustiças. E tiranias. E gente que se deixa estar à espera que tudo caia do céu. Por isso, os argumentos que utiliza não serão os mais plausíveis. Nunca ouvi ninguém dizer “passei por isso vocês também têm de passar”, mas deve ser por eu ser meia surda 😉
        Agora… que este concurso extraordinário parece ser uma ‘ordinarice’ de todo o tamanho, lá isso parece.
        A começar pelos 9 anos e 315 dias (podia ser 9 anos, 315 dias, 3 horas, 7 minutos e 52 segundos) e a terminar na (quase) evidência de haver um concurso externo no ano que começa daqui a menos de 2,5 meses… Parece-me um presente envenenado. Não quero ser ‘velho do restelo’, mas não me parece que haja muitas vagas! Mas só parece, não sei se é…

        Para terminar, só lhe quero dizer o seguinte: Sou professora há 28 anos. Há alguns anos atrás, já vinculada ao MEC, contabilizei 24 escolas em 2 anos lectivos. Estou a 250Km de casa. Não estou na escola que queria. Mas tenho a consciência tranquila porque fiz pela vida e não estive à espera de nada extraordinário nem fantástico… 🙂

      • Mónica on 21 de Outubro de 2012 at 23:07
      • Responder

      Boa noite,

      Só respondo, porque penso que muitos colegas não têm noção do que outros passam e, se calhar, se fôssemos mais unidos e não pensássemos só nos problemas individuais, teríamos conseguido não perder tantos direitos.
      Eu sou um desses casos de professores com mais de 10 anos de serviço que podem concorrer à vinculação extraordinária e, neste momento, até estou no desemprego. O lugar no quadro que eu quero não é “dado e arregaçado”. Terminei o curso no ano de 2000 com uma média bastante razoável (15 valores) e numa boa universidade (Coimbra). Desde então, tenho dado aulas, percorrendo o país e estrangeiro (estive na Guiné-Bissau através do MEC). Só consegui ficar relativamente perto da residência nos últimos dois. Mesmo assim, o mais perto que consegui ficar foi a 65 Km, o que significou uma vitória, porque consegui vir dormir a casa todos os dias com o meu marido e a minha filha.
      Sou profissionalizada em dois grupos – 300 e 330, sempre concorri aos dois e já dei aulas nos dois e nos mais diversos “sub-sistemas”: ensino regular, profissional, técnico-profissional, recorrente, SEUC, CEF, EFA, RVCC, etc., etc. Já tive de assumir vários cargos, alguns deles até penso que de forma irregular, desde diretora de turma e afins, a delegada de grupo e a coordenadora de DT (em substituições). Tudo isto significou muito trabalho e nunca tive a sorte de repetir currículos.
      Tenho 11 anos de serviço e já passei por 14 escolas. Muitas vezes mais de metade do ordenado era para pagar as despesas por estar a trabalhar longe de casa. Fui sempre boa profissional e posso gabar-me de ter alguns Muito Bons e um Excelente na carreira, para os quais nunca precisei de cunhas, nem de dar graxa a diretores. Infelizmente, nunca me serviram de nada. O meu contrato nunca foi renovado.
      Como disse, neste momento estou desempregada e não, não concorri a nível nacional. A distância máxima a que concorri foi a 150 Km de casa. Não concorri para mais longe, porque o emprego do meu marido é estável e fixo e, por isso, é com ele que a minha filha fica e eu decidi, há dois anos, que também quero ver a minha filha crescer e não ser só mãe e esposa de fim-de-semana e de férias.
      Sei bem e entendo que a vida de todos os professores, até os do quadro, não tem sido fácil. Na minha família há muitos professores e de várias gerações, mas acredito que só se todos nos unirmos pelo respeito pela profissão e pelos profissionais é que chegamos a algum lado.
      Gostava de entrar para a carreira, até porque é disto que eu gosto e, sinceramente, não sou muito versátil e não sei fazer quase mais nada, mas já não estou disponível para andar com a casa às costas. Já vivi assim dez anos.
      Provavelmente, vou acabar por deixar de ser professora e nem sei o que vou fazer, mas tenho a certeza (e a consciência limpa) de que se eu conseguisse um lugar no quadro e perto de casa, era mais do que merecido.

        • PM on 22 de Outubro de 2012 at 15:09
        • Responder

        Também eu Mónica gostaria de efetivar mais perto de casa mas infelizmente estou efetivo a mais de 100Km de casa e como tal não posso concordar com um concurso que vai dar a possibilidade de pessoas que estão atrás de mim centenas de lugares possam ficar com as escolas que eu tanto gostaria de ter. Pensem o que quiser, e até podem dizer que é egoismo da minha parte, mas mereço ficar mais perto de casa após 18 anos de serviço. É injusto e imoral e só espero que corrijam este roubo que estão a fazer.
        Não estou contra o concurso mas sim com as regras nele inseridas. A graduação não é defendida. O artigo 8 alínea 3 é exemplo disso.

          • Marta on 22 de Outubro de 2012 at 16:41

          Mas o PM pelo menos está efectivo: nós nem isso. A Mónica efectivou na Casa Pia de Lisboa, mas isso implicava que nunca mais pudesse chegar a Coimbra, porque a CPL nunca abrirá um colégio em Coimbra. Agora o PM nem sequer pondera a hipótese de concorrer em pé de igualdade com contratados com anos e anos de serviço. Se preza tanto a lista graduada, ela será tida em conta quando os velhos e os novos efectivos concorrerem para as vagas no próximo concurso interno. Tema é os alpinistas que cheguem do privado. Esses sim, são o inimigo.

    • JC Narciso on 21 de Outubro de 2012 at 20:31
    • Responder

    Meus caros, a única e mais fácil forma de vinculação extraordinária é aquela que vincula desde já os professores aos quadros nas escolas ou Agrupamentos onde se encontram presentemente a lecionar. Como é óbvio, só aqueles que preencherem os requisitos pedidos pelo MEC, nos quais me incluo. Os restantes (os que não estão a trabalhar ou não quiserem vincular «longe»…) sujeitar-se-ão ao concurso.
    Eu estou a largas centenas de km de casa.

    1. ahahah…querias!!! Quer dizer, como ficaste colocado vinculavas já a esse agrupamento! Só resta dizeres que ficaste colocado por recondução??!! lol…é que passavas a frente de todos? até dos do quadro!!! Lol o teu nickname é mesmo adequado!

        • JC Narciso on 22 de Outubro de 2012 at 9:09
        • Responder

        Você é ridículo, ou ridícula, conforme o caso. Nada de recondução. E tem razão, já tenho tempo de serviço suficiente para estar à frente de muitos dos que estão nos quadros. Como adivinhou ? Cresça e apareça. Ou então meta-se num buraco escuro a chorar as suas mágoas.

          • P on 22 de Outubro de 2012 at 13:31

          Como adivinhei?! Como terá sido?…Qualquer um lendo o seu comentário simplista, chegaria a tal conclusão. Evidentemente que se nota que apenas se preocupa com o seu umbigo e isso é triste…realmente digno de se meter num buraco escuro…LOl

    • Daniel on 21 de Outubro de 2012 at 20:43
    • Responder

    Não percebo a insistência na tecla de ficar efectivo ao fim de 3 ou 6 anos, como no privado. São assim muitos os professores que conseguem estar tanto tempo na mesma escola? A maioria de nós percorre várias escolas, consoante as necessidades destas, que variam de ano para ano.

    No privado as pessoas ficam efectivas no local onde estiverem a aí ficarão até quererem mudar de empregador. No nosso caso é um pouco diferente, ficamos na Escola A, mas como não é do nosso agrado (por várias razões), concorrermos para a Escola B… E assim de faz a carreira até chegarmos à escola do nosso agrado.

    E se queremos o código laboral para umas coisas, que se o aplique a tudo.

    1. Caro Daniel

      O Código de Trabalho é igual para todos, contudo, o MEC não o aplica e não é só com os docentes… Existem todos os anos, pessoal não docente, que são contratados a termos e esperam os 6 anos limite ( 3 + 3 especial)… é um abuso da precariedade …

      Assistente Técnico

        • Daniel on 22 de Outubro de 2012 at 2:07
        • Responder

        Mas os assistentes operacionais/técnicos acabam por ficar na mesma escola onde estiveram os 6 anos. Não há concursos nacionais…

    • Helena Mendes (tt) on 21 de Outubro de 2012 at 22:05
    • Responder

    Parece-me absolutamente razoável que se concorra a nível nacional.
    A maioria dos contratados, mesmo os do topo das listas, já assim procede, anualmente.
    Há sempre a hipótese de, nao querendo arriscar, permanecer em contratação.

    Haja um minimo de bom senso!

      • FarinhaDoMesmoSaco on 22 de Outubro de 2012 at 0:35
      • Responder

      Desculpe mas não concordo. A maioria das pessoas do topo das listas estão na casa dos 40 anos, com família constituída… por isso, não deveriam ser obrigadas a concorrer a nível nacional. Nunca foi, logo… Cumprimentos.

        • Ana Guedes on 22 de Outubro de 2012 at 14:21
        • Responder

        Concordo totalmente, Farinha.
        Essa obrigatoriedade é ridícula! Cada um deve ser livre de fazer as preferências que mais lhe convierem.

          • PM on 22 de Outubro de 2012 at 15:21

          Para :FarinhaDoMesmoSaco e Ana Guedes: Não digam disparates sobre matérias que não dominam. A palvra NUNCA não se deve pronunciar quando as pessoas não percebem nada daquilo que dizem. Então fica sabendo que há dez anos atrás quem concorria para efetivar tinha que concorrer a nível nacional e se ficasse numa escola teria que dar aulas nessa escola pelo menos um ano e só depois poderia pedir destacamento. No primeiro ano que abriu os QZP os opositores tinham que ordená-los todos por preferências e como sabem isso é concorrer a nível nacional.
          “Essa obrigatoriedade é ridícula! Cada um deve ser livre de fazer as preferências que mais lhe convierem” – Concordo e foi a única coisa acertada que disse, tem a liberdade de não ser opositor ao concurso e permanecer como contratada. Cada um é livre de fazer as suas escolhas, ou concorre e pode ficar longe de casa mas é efetivo, ou permanece como contratado e pode ficar perto de casa. Uma coisa ou outra, as duas é pedir demais.
          Eu também gostaria de estar efetivo perto de casa mas estou a a mais de 100Km e tenho mais de 40 anos e com 18 anos de serviço. Opções.

          • Ana Guedes on 22 de Outubro de 2012 at 22:08

          PM,
          Eu dou aulas desde 1992 e, há 10 anos (2002), não me lembro de haver essa obrigatoriedade de concorrer a nível nacional. A questão do destacamento é outra.
          Além disso, escusava de ser tão agresssivo na sua resposta!
          É triste quando colegas se tratam assim…

          • FarinhaDoMesmoSaco on 23 de Outubro de 2012 at 22:42

          @ PM

          se falasse do que sabe e não inventasse, não diria todas essas barbaridades! Concorro há 15 anos e nunca fui obrigado a concorrer a nível nacional para efetivar. Em que país é que vive?! Cumprimentos.

    • maria on 21 de Outubro de 2012 at 22:11
    • Responder

    tudo muito bem,olhando para o seu umbigo…
    então e os profs que há 14 e 15 anos ,têm concorrido em concurso nacional,mas que por azar ou por falta da tal recondução ainda não completaram os 3600 dias?
    esses não têm cabimento….
    os sindicatos têm que defender criterios justos e o MEC deve abrir mão para que todos nas mesmas circunstancias usufruam de igualdade de oportunidades.
    espero que o dialogo leve á existencia de justiça.

    • tt on 21 de Outubro de 2012 at 22:53
    • Responder

    Compreendo, Maria.
    Admito que em sede de negociação esses 3600 dias possam baixar um pouco. No entanto, palpita-me que nem para todos os profs com mais de 10 anos haverá vagas.

    • didi on 22 de Outubro de 2012 at 10:33
    • Responder

    tenho uma dúvida… os 3600 dias são após a profissionalização? é que se não for esse o caso, há pelo menos 10 pessoas que estão atrás de mim que vão poder vincular e eu não…

    1. Essa pergunta é extraordinariamente inteligente. Continue a fazer dessas perguntas inteligentíssimas, pode ser que o António Borges lhe ofereça emprego.

    • alexandra on 22 de Outubro de 2012 at 11:16
    • Responder

    LOLOLOOLOLOLOLL!!!! É o único comentário que me resta a estas barbaridades!!!!

    • pumba on 22 de Outubro de 2012 at 14:53
    • Responder

    Muito bem vista essa questão dos seis anos de contrato evidenciada pelo colega Jorge. Parece-me justo e de acordo com o estipulado pela lei.

    • PM on 22 de Outubro de 2012 at 15:26
    • Responder

    Se não gostam das regras não concorram e fiquem eternamente como contratadas.

      • ros on 22 de Outubro de 2012 at 20:08
      • Responder

      ou seja, devemos aceitar tudo e calar nos… bela mentalidade

      • FarinhaDoMesmoSaco on 23 de Outubro de 2012 at 22:44
      • Responder

      @ PM

      mais um comentário deveras infeliz. Se não tem mais nada para dizer… remeta-se ao silêncio da sua insignificância. Cumprimentos.

    • Jmrcardoso on 22 de Outubro de 2012 at 16:01
    • Responder

    Reconversão dos cursos???
    Cada curso tem a sua especificidade, acho eu…. Ou estamos a falar dos de Bolonha que tem uma matriz geral de ensino e depois no último ano é que se opta?
    Essa da reconversão do curso não me convence. Quando se tirou a licenciatura optou-se por um curso. Se quisesse ter outra opção nada mais que frequentar outra opção. Eu sou do 1.º CEB e optei por tirar a especialização em Educação Especial. Custou bastante quer a nível pessoal como financeiro e agora vem-me falar em reconversão de cursos. Tivessem tirado outra opção.
    Agora por terem hipotéticas vagas num curso já querem pedir a “reconversão”???
    E se obtivessem a reconversão para outro curso que tempo de serviço teriam? Também se pode levantar essa questão? 0 dias de serviço na área onde obteriam colocação?
    Há que analisar bem estas e outras questões. E não andar-se à vontade dos ventos e das marés.

    • miuzella arriba on 22 de Outubro de 2012 at 19:42
    • Responder

    A solução para este problema está em desvincular toda esta gente: todos devem ser pagos pelo índice 151, e o contrato ser renovado ano a ano. Se não fosse pontual e não possuísse o perfil adequado para a função: «olho da rua», pois os piores da profissão é a casta de efetivos «O pior inimigo do professor é o PROFESSOR EFETIVO», como alguém disse.

    • tecas on 22 de Outubro de 2012 at 20:44
    • Responder

    Infelizmente tenho de concordar com miuzella arriba:”…os piores da profissão é a casta de efetivos «O pior inimigo do professor é o PROFESSOR EFETIVO”!

    1. Lamento não concordar. Acho que a pior praga é mesmo o professor defectivo. Infelizmente vêem-se alguns por aqui, por ali e por acolá. 🙁

    • MM on 23 de Outubro de 2012 at 19:05
    • Responder

    O patamar para concorrer deveria ser, como ocorre ao nível do código de trabalho, a existência de, no mínimo, três contratos. Mas o MAIS JUSTO seria que o concurso se processasse nos mesmos moldes em que decorreu o concurso geral de 2009, o concurso para vinculação deverá estar aberto a todos. Não seria mais proveitoso, em época de contenção orçamental, realizar um concurso idêntico ao de 2009???Ao invés de se gerarem dois concursos, um de vinculação extraordinaria e novo concurso geral por 4 anos,dever-se-ia realizar num mesmo concurso a vinculação e contratação!!!
    Peço desculpa se “ferir” algum colega, mas esta é só a minha singela opinião.
    Obrigada pelo excelente trabalho realizado pelo Arlindo!

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