Anúncio de Gaspar ao minuto

Assim não dá sono.

 

Anúncio de Gaspar ao minuto

 
 
16h07: “A estabilidade e a coesão no nosso país têm sido  cruciais neste processo. É crucial manter o diálogo em concertação social e o  diálogo político na Assembleia da República”.

16h02: Vítor Gaspar explica que a sobretaxa no IRS terá  a duração do OE 2013.

15h57: Questionado sobre as declarações de António  Borges, que disse este fim de semana que os empresários portugueses são  “ignorantes”, Vítor Gaspar evita a pergunta, dizendo que a afirmação foi  proferida a título pessoal e nada teve a ver com o Governo. Contudo, o ministro  das Finanças diz que “a conduta profissional de António Borges é exemplar”.

15h49: “A aplicação do imposto sobre transações  financeiras ainda não está definida”, esclarece Gaspar, questionado por um  jornalista.

15h47: Gaspar diz que “a situação dos funcionários  públicos e pensionistas será melhor em 2013”.

15h46: Seguem-se as perguntas dos jornalistas.

15h45: Vítor Gaspar termina a sua declaração com a  seguinte frase: “Este é o caminho da liberdade e da responsabilidade política, é  o caminho que assegura o futuro de Portugal”.

15h40: “A consolidação orçamental em 2014 será feita do  lado da despesa”.

15h38: “A evolução do desemprego é preocupante. É o  problema mais saliente para os portugueses, especialmente para os mais  jovens”.

15h35: “O PIB deverá cair 3% este ano e 1% em 2013.  Deverá começar a crescer no segundo trimestre de 2013”.

15h34: “Paralelamente a este enorme aumento de impostos  o Governo vai reduzir a despesa”.

15h33: “Será aplicada uma taxa de 4% sobre os  rendimentos em 2012”.

15h32: “Os contribuintes do último escalão do IRS  estarão sujeitos a uma taxa adicional de 2,5%”.

15h30: “A taxa média de IRS passa de 9,5 para 11,8%”.

15h29: “Os escalões de IRS serão reduzidos de 8 para 5”.

15h28: “As medidas visam distribuir mais equitativamente  os esforços entre o sector público e o sector privado, por um lado, e entre os  rendimentos de trabalho e de capital, por outro”.

15h27: “Será devolvido um subsídio aos funcionários  públicos e 1,1 aos pensionistas”.

15h26: “Passo agora a explicar a solução encontrada pelo  Governo”.

15h24: “O ajustamento está a revelar-se mais custoso do  que o estimado”.

15h23: “Serão necessárias medidas pontuais para atingir  o défice de 5% de PIB”.

15h22: “O ajustamento anteriormente previsto é agora  insuficiente. O esforço exigido é maior”, anuncia o ministro, fazendo uma  paragem ‘dramática’.

15h19: “Serão antecipadas medidas fiscais para  2013”.

15h18: “A redução da despesa pública é inquestionável”.

15h17: “É um ajustamento orçamental sem precedentes”.

15h16: “O défice estrutural diminui 6% em 2011 e 2012”,  diz Gaspar. “Em 2010 a despesa públia atingiu 51% do PIB”, acrescenta o  ministro, enquanto exemplifica com outros gráficos.

15h15: “O caso atual é mais assinalável já que não há  instrumento cambial nacional”.

15h12: “O ajustamento das famílias e das empresas  portuguesas é particularmente notável (…) o consumo privado e o investimento  caíram mais do que o esperado. Houve uma quebra acentuada da procura interna”,  diz Gaspar, enquanto mostra um gráfico.

15h11: “A credibilidade e a confiança levam tempo a  construir”.

15h10: “Portugal está a financiar-se a taxas  sustentáveis que não comprometem o futuro”.

15h09: “Ganhámos tempo precioso para consolidar o  programa de ajustamento”.

15h08: “Quero destacar que Portugal regressou hoje ao  mercado de obrigações (…) a operação de hoje foi realizada com juros de  5,12%”.

15h07: “Estivemos à beira da bancarrota, estivemos a um  passo de não poder pagar salários e pensões”.

15h06: “Em Portugal temos uma crise de financiamento e  endividamento (…) Temos de reconstruir o nosso acesso ao financiamento”.

15h04: Vítor Gaspar começa por dizer que “há progressos  conseguidos no equilíbrio das contas, com consensos”.

15h01: O ministro das Finanças entra agora na sala,  ladeado por Carlos Moedas.

15h: Vítor Gaspar ainda não está na sala onde se  irá desenrolar a conferência de imprensa.

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5 comentários

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    • Shue on 3 de Outubro de 2012 at 16:24
    • Responder

    Quid novis? Népia… até aborrece.

  1. É desta forma que querem: “A estabilidade e a coesão no nosso país têm sido cruciais neste processo. É crucial manter o diálogo em concertação social e o diálogo político na Assembleia da República”.

    Mais uma vez quem paga são os do costume. Assim qualquer um governa…

    Venha outro governo que este já deu…

  2. “Paralelamente a este enorme aumento de impostos o Governo vai reduzir a despesa”. Onde, como e quando? haja respeito pelo povo.

    • jose on 3 de Outubro de 2012 at 18:53
    • Responder

    Gaspar dixit
    Vítor Gaspar referiu hoje que o equilíbrio virtuoso da consolidação orçamental, feita com dois terços da parte da despesa e um terço do lado da receita, será difícil de atingir. Isto apesar da Comissão Europeia ter pedido alternativas às mexidas profundas na TSU através da aprovação de medidas de equivalência “quantitativa e qualitativa”.

    Ou seja anos a mentir

    • borges on 4 de Outubro de 2012 at 22:38
    • Responder

    Este mr bean também é outro cromo que só rouba aos mesmos. É um atrasado e até parece mas é um NEE.

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