A Manuel da Maia na TV

Na RTP

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21 comentários

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    • Pedro on 19 de Outubro de 2012 at 21:55
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    Oh tadinhos dos meninos……. Só aprendem com aqueles professores…..

      • l..-.-..l on 19 de Outubro de 2012 at 23:02
      • Responder

      Os outros, os bem graduados há 3 anos atrás fugiram deles… dos tadinhos dos meninos. Já te posso adiantar que os poucos (3 ou 4 novos) que entraram. Passam as aulas a colocar os tadinhos na rua. E ainda agora começamos… Os professores graduados são fantásticos a despachar trabalho para os outros!!!!!!!

        • Maria on 19 de Outubro de 2012 at 23:35
        • Responder

        Pois… cada um inventa e faz as generalizações parvas que lhe apetece. E nós acreditamos, é claro.
        Os escolhidos à revelia da lei, por serem menos graduados, eram todos fabulosos, logo desde o primeiro momento em que ali entraram. Nem nunca precisaram de interpor qualquer procedimento disciplinar aos ditos tadinhos, aquilo foi empatia total desde a 1ª hora, nem se compreende como é que após os 3 anos a escola continuou como TEIP, tal era a harmonia vigente e a total ausência de problemas conseguidas por tais iluminárias da pedagogia.
        Por outro lado os tais novos professores que entraram só sabem colocar alunos na rua. São uns completos incompetentes. E porquê? Porque pertencem àquela sinistra casta denominada, no comentário precedente, de “graduados” (???) (isso significa o quê, que os que lá estavam antes tinham uma graduação tão baixa, que até custava apelidá-los de graduados?). Eu acho mesmo que o critério mais valorizado para contratação numa escola TEIP deveria ser o da menor graduação, se possível até a ausência da mesma. Era fórmula garantida para o sucesso!
        Haja paciência para tanta parvoíce…

          • l..-.-..l on 20 de Outubro de 2012 at 9:30

          Burro e companhia,…
          Parabéns pela vossa dignidade e por tudo o que têm feito pela estabilidade e sucesso educativo dos alunos das escolas a que pertencem.
          Fora com os Srs. diretores das escolas TEIP, que surgiram só este ano como parte deste “sitema educativo” e são todos uma cambada de curruptos!
          Aqui no blogue do Sr. Arlindo temos de falar assim, porque é esta a mensagem que ele, FNE, FENPROF, MEC querem passar aos milhares de profs desempregados porque assim ficam preocupados com umas centenas de vagas de escolas TEIP, mal classificadas na fantástica lista de escolas e não estão na rua a fazer barulho.
          A continuidade pedagógica e a estabilidade inerente às renovações serve para quê?
          Porque razão os Srs. diretores das TEIP não devem também eles promover essa estabilidade e continuidade pedagógica nas suas escolas?

          • pras on 20 de Outubro de 2012 at 13:49

          Errado, os diretores das TEIP e os seus critérios de compadrio e amiguismo não surgiram só agora, não foi só este ano que esta pouca vergonha sucedeu, o azar deles (e vosso também) é que finalmente o MEC decidiu legislar o concurso TEIP. Felizmente não foram todos os diretores que o fizeram, apenas aqueles que julgam estar acima da lei e que podem fazer o que lhes apetece, dando-lhe a si e a outros a “vantagem competitiva” que não pode acontecer em qualquer concurso público. Quanto ao aspeto da graduação profissional, parece que, no seu ponto de vista, é sinónimo de imcompetência. Digo-lhe então que sou professor do quadro(felizmente) e já trabalhei es escolas bem difíceis, antes sequer de terem o pomposo nome de TEIP e não lhe reconheço capacidade para vir falar de graduação ser sinónimo de não querer trabalhar. Pergunto-lhe como se sentiria se visse colegas passar à sua frente com uma graduação superior à sua? Embora não seja diretamente interessado no assunto, visto já ser do quadro como disse, não posso deixar de me sentir indignado pela forma como alguns diretores trataram colegas, sim que no fundo é isso que eles são, obrigando-os a fazer centenas de quilómetros, sem comer nem dormir, na esperança de encontrar um trabalho num concurso viciado, cujo horário já estava entregue a si e a outros “previlegiados” como você que estavam em casa, sentadinhos no sofá, a gozar o “prato”.

          • l..-.-..l on 20 de Outubro de 2012 at 15:17

          Oh pras, é tão triste quando tentamos adivinhar o que se passa em escolas e em processos que desconhecemos por completo!
          20 anos de serviço, dos quais 8 em TEIP! Não acerta uma! e perdeu a oportunidade de se preocupar com a sua escola e com a preparação das suas aulas. Quer explicar-nos o processo de recondução da sua Escola?

        • Pedro Rafael on 20 de Outubro de 2012 at 9:35
        • Responder

        A regência do sub-critério

        Ou eu sou muito burro, ou os Professores da Escola Manuel da Maia querem fazer dos outros asnos. No vídeo disponibilizado, surge uma docente com um ano de casa naquela escola a falar novamente dos sub-critérios (à falta de melhor…).
        Vou esclarecer os interessados, de uma vez por todas.
        Abram bem os ouvidos.
        Os sub-critérios apresentados pela escola Manuel da Maia para a contratação de Professores em Oferta de Escola violam a Lei. Este estabelecimento de ensino tem autonomia para os apresentar desde que estes respeitem a legislação geral referente aos concursos públicos. Só agora o ME os anulou porque só nas últimas semanas é que a Inspeção Geral fez chegar o caso ao secretário de Estado. Já agora fiquem a saber que a ação inspetiva da IGE resulta de inúmeras denúncias de irregularidades que se prendem com os tais sub-critérios. Estes, por sua vez, violam a lei porque fornecem a chamada “vantagem competitiva” a determinados candidatos em detrimento de outros. Ora, como saberão, desde o 25 de Abril de 1974, os concursos públicos devem ser isentos, imparciais e independentes.
        Se alguém violou a lei não foi garantidamente o Ministério, custe o que custar.
        Caiam na realidade, apesar desta custar a engolir.
        ONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS!

          • inhaa on 20 de Outubro de 2012 at 14:29

          Sr. Dr. e que tal informar aqui no blog que também lá esteve e não se preocupou com irregularidades uma ves que NÃO É professor. Deu aulas com habilitação própria!!! Por isso, enfie um saquinho preto na cabeça e esteja calado, em vez de estar a cuspir no prato que comeu. Se lá não está, alguma razão deve existir! Quer clarificá-la aqui, para todos nós (incluindo-me) perceberem??
          Se há irregularidades… acho muito bem que reclamem. Eu também reclamo! Mas quem lá está, apenas concorreu aos horários, sem cometer ilegalidade nenhuma. Há que pensar em corrigir os erros, sim senhora, mas também há que pensar nos colegas que lá estão que não têm responsabilidade nenhuma perante isto.
          Passe bem Sr. Dr.!!!

        • pras on 20 de Outubro de 2012 at 19:39
        • Responder

        Não se preocupe com as minhas aulas, que dessas cuido eu e não preciso da sua ajuda. Relativamente ao processo, sei eu, e sabe a senhora também aposto, que é um processo que assenta num concurso ilegal, de “cunha”, o que num estado democrático não posso aceitar. Aliás, é esse um dos motivos por que atravessamos esta crise, o facto de existir tanto compadrio e corrupção. Quanto à recondução da minha escola, pelo que sei reconduziram os contratados que estavam em condições de o ser, embora, deixe que lhe diga, é algo que também não concordo, pois haverá de certeza outros colegas melhor graduados que pelo facto de nasua escola não haver horário não puderam ser reconduzidos, sendo assim ultrapassados por outros pior graduados.

    • Maria Ferreira on 19 de Outubro de 2012 at 23:41
    • Responder

    Um dos problemas da profissão docente é sem dúvida o facto de a maior parte dos professores se achar tão melhor que os outros todos …
    Só assim se explica que se achem tão especiais que não possam ser substituídos. Temos de ser mais capazes de nos olhar com verdade e maturidade, e compreender que se é verdade que os bons professores criam afectos e pontes, não são nem tão raros nem tão extraordinários que aqueles seus alunos não possam aprender a amar e respeitar outros professores igualmente bons.

    Os professores que actualmente lecionam nas TEIP não tiveram nem formação especial nem sofrem (salvo talvez raríssimas excepções) de uma excepcional vocação para aquele tipo de alunos (também há aqui muito preconceito, pois há aí escolas que não sendo TEIP são muito mais difíceis que muitas TEIP), adaptaram-se porque são professores treinados para o serem. Como o fará 90% dos professores que lá for parar depois de um par de meses de adaptação. Agora também é verdade que tendo sido os alunos levados (manipulados?) a atuar desta forma, será muito difícil aos professores que lá forem parar conquistar os alunos, pois estes ve-los-ão como usurpadores.
    A culpa é dos Directores? Sim. Dos professores que aceitaram ser beneficiários de um concurso desonesto? Sim. Mas essencialmente a culpa é do ME, que desde o início poderia ter evitado esta “palhaçada”de ofertas de escola. A culpa não é certamente é dos alunos, nem dos professores que ficarem colocados nas vagas agora libertas, mas vão eles que vão pagar o preço de toda esta mediocridade e maldade.

    • Mari on 19 de Outubro de 2012 at 23:53
    • Responder

    Urge cumprir a lei. Uma vergonha o que se passa… Queremos ouvir esta direcção. A direcção receia das consequÊncias e está a utilizar os alunos – uma vergonha o que se passa nessa escola. A escola pública deve dar o exemplo. Não é possível este tipo de atitudes por parte das direcções. Abuso de poder. BASTA

    • Cruz on 20 de Outubro de 2012 at 1:18
    • Responder

    È impressionante como alguns colegas professores tentam justificar a ilegalidade de não respeitar a procedimentos de contratação, o compadrio, a “cunha” .Muito triste este manipular de alunos na escola pela direção e professores colocados por critério manhosos.

    • Manuel do Burro on 20 de Outubro de 2012 at 2:19
    • Responder

    A
    Apesar de ser totalmente contra a este tipo de “convites” no entanto não critico os professores que aceitaram a propostas, pois os tempos são dificeis para todos nós. Quem fez a proposta sabia a resposta. O que é seriamente vergonhoso é a existência de alguns dieretores aproveitarem-se das necessidades dos outros e fazerem este “brilharete” que denegride cada vez mais a classe. Estes Diretores deveriam ser penalizados de forma exemplar para servirem de exemplo aos demais prevericadores.

    • Pedro on 20 de Outubro de 2012 at 12:48
    • Responder

    O problema não foram só os critérios ilegais. Foi também o facto da escola não ter publicado a lista final de ordenaçãp. Escondia algo? Mas mais grave foi a escola ter avançado nas tranches eliminando todos os candidatos só porque nunca lá tinham lecionado, até chegarem ao seu menino, que no caso de um grupo estava, por exemplo, no lugar 96 da lista. Agora a dgae já veio esclarecer que só podem avançar nas tranches caso o candidato nao prove os dados ou não aceite. Como vêem as ilegalidades foram muitas. Vale sempre a pena reclamar. Não se calem. Estejam atentos.

    • Sucri on 20 de Outubro de 2012 at 14:27
    • Responder

    A Educação anda mesmo pelas ruas da amargura… E embora muitas vezes se culpe os nossos governantes pela falha na implementação de políticas educativas eficazes, o facto é que em última análise valores e moralidade não se aprendem/ensinam através de políticas, programas ou manuais. Esta “manifestação espontânea” de alunos, é evidência disto mesmo. A manipulação de crianças e encarregados de educação para conseguir o encobrimento de ilegalidades é por demais evidente. De acordo com a circular do Ministério, sabe-se que o professor deve continuar a dar aulas até ser colocado novo professor. Além disso, o professor só vai embora se este tiver sido colocado de forma indevida. Após o visionamento desta peça, só retive esta certeza:os professores foram colocados de forma indevida e todo este teatro serve apenas para justificar as escolhas da direção da escola. Aliás uma escola com alunos que prezam desta maneira os seus professores e encarregados de educação tão preocupados e interventivos não é digna de ter a designação TEIP…

    • inhaa on 20 de Outubro de 2012 at 14:31
    • Responder

    coreção: “uma vez”

    • eu on 20 de Outubro de 2012 at 16:13
    • Responder

    A Manuel da Maia já era… há que assumir os erros e corrigir esses mesmos erros… Então e a AZEVEDO NEVES? O AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO BAIRRO PADRE CRUZ? CAMARATE? ENTRE OUTRAS…

    • Otília on 20 de Outubro de 2012 at 17:00
    • Responder

    A Directora da Escola Manuel da Maia é a ÚNICA responsável pela situação que ali se vive.

    Realmente, ao violar, com dolo, as regras estabelecidas na Lei para os Concursos de Escola, não se preocupou com as consequências que daí adviriam para os professores que recrutou, para aqueles que foram, ilegalmente, preteridos e, PRINCIPALMENTE, para os alunos da sua escola.

    Para coroar este tipo de actuação, vem agora incitar protestos de professores, alunos e encarregados de educação contra uma situação da qual ela, Directora, é a única responsável, não se preocupando com a instabilidade que cria, na sua escola, no presente e no futuro, esta sim, muito prejudicial para a aprendizagem dos alunos.

    • Otília on 20 de Outubro de 2012 at 17:07
    • Responder

    Seria bom que a Directora da Escola Manuel da Maia e todos os Directores que, como ela, procedem, compreendessem, de uma vez por todas, que os Professores não são fantoches ao serviço das suas ambições de poder pessoal.

    • Pesacador on 20 de Outubro de 2012 at 17:43
    • Responder

    b

    • SF on 21 de Outubro de 2012 at 22:13
    • Responder

    É bom que alguns dos colegas que aqui, tão facilmente injuriam, caluniam e insultam, se lembrem de que a lei também serve para ser utilizada em casos assim. Há aqui afirmações muito graves. É um conselho meu… já que estão desempregados, se calhar um processo crime levantado por injúrias, difamação ou outro não seria bem-vindo. Digo eu… E nem vos passe pela cabeça que ao estarem ocultos por nicks e ausência de fotos poderão sair impunes. Informem-se sobre isto. Talvez ocupados por essa pesquisa se abstenham de publicar aqui tanto disparate!

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