Pela Didáxis

 

 

Professores da cooperativa Didáxis acusam a direcção de descriminação e perseguição e acusam o ministério de negligência.

 

Diz-se também que os 70 despedimentos por mútuo acordo de 2011/2012 não devem impedir a bonificação de 4,5% nas verbas a serem transferidas pelo MEC para 2013 por os mesmos não serem considerados despedimentos coletivos.

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15 comentários

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    • Miguel on 13 de Novembro de 2012 at 21:59
    • Responder

    O mais sensato é ser a DGAE a colocar os professores nestas escolas, através da Reserva de Recrutamento, uma vez que estes estabelecimentos de ensino vivem do dinheiro do Estado, tal como qualquer escola da rede pública.

      • Shue on 13 de Novembro de 2012 at 22:39
      • Responder

      LOL
      Essa foi boa!

      Não sabes de mais nenhuma? assim com imensa piada tb? 😀 😉

  1. O mais sensato seria que a estes professores se aplicassem as regras do estatuto da carreira docente e não o contrato coletivo de trabalho da AEEP, uma vez que funcionam com verbas do estado.

  2. E quem sabe também pelo modelo de gestão e administração das escolas públicas.

    • MM on 13 de Novembro de 2012 at 22:47
    • Responder

    Ninguém imagina o que se passa nesta escola…falaram dos 70 docentes que assinar um “acordo” para irem embora no ano passado mas deveriam também falar dos professores que estão em processo de despedimento coletivo este ano. Alegam que não há horas para distribuir por estes professores tendo em conta a redução de verbas e número de turmas, mas depois dão 30 e 31h aos sócios da cooperativa…
    Isto é um escandalo!!

      • José de Sousa on 13 de Novembro de 2012 at 23:54
      • Responder

      Sócios da cooperativa que levam dividendos, subsídio de alimentação, PPR, seguro de saúde….. mais 30 e 31 horas ….

    • lorelei on 13 de Novembro de 2012 at 23:17
    • Responder

    Didáxis, Didalvi, etc… etc… = espert(p)alhaços que enriquecem com o dinheiro dos nossos impostos!

    • Missão on 14 de Novembro de 2012 at 0:42
    • Responder

    O que se passa na Didaxis,, passa-se noutras escolas com contrato de associação como Didalvi, Ancorenses, Alfacoop e etc em que foram despedidos professores com imenso tempo de serviço para que pudessem ficar os cooperadores com mais horas que horários de 22 horas. Mamam os diretores e os seus amigos. O estado, nesta situação de crise, devia pôr fim a essa pouca vergonha e em vez de meter dinheiro nos bolsos dos diretores devia providenciar para a manutenção dos postos de trabalho. Essa pouca vergonha terminava no dia em que fosse o estado a pagar diretamente aos professores. Aí era ver os diretores a gemer por todos os lados.

    • A.B.F. on 14 de Novembro de 2012 at 7:36
    • Responder

    Quanto vale uma “cota”? 50, 60 ou 150mil?????
    Não quero ser descriminado, quero passar à fente dos colegas mais antigos.

    1. Vendem-nas por 25 000, 50 000, … dependendo do comprador e do cooperador. Recebem e não declaram ao fisco (claro é uma cooperativa). Grande negócio.

    • Um admirador dos professores resistentes da Didáxis on 14 de Novembro de 2012 at 9:27
    • Responder

    Eu fui um dos despedidos e tudo o que mostra a reportagem é verdade. Os não sócios são as formigas trabalhadoras que dão à casa cerca de 50 horas semanais. São explorados, constantemente avaliados ainda que pelos menos capazes… e ainda têm de dizer sempre “sim senhor doutor/a” aos membros da Direção, alguns deles, coitados, mal sabem ler ou escrever mas conseguiram construir um império no tempo “das vacas gordas” e com dinheiro público construir uma escola com instalações invejáveis mas “minada” pelos senhores todo-poderosos. Eu sou do tempo em que se oferecia a cada funcionário (docentes e não docentes) uma libra em ouro pelo Natal… – agora tirem as vossas conclusões!

    Na Didáxis impera o medo de perder o emprego, de ser arrastado para as filas intermináveis do centro de (des)emprego e claro, muitos deles sabem que muito dificilmente conseguerão um emprego “perto” de casa, então mantém-se a subserviência!

    Há professores sócios que auferem ordenados altíssimos por o serem desde a formação da escola e são esses que ocupam os cargos de destaque. As cotas podem ir até 150 mil euros mas a maior parte é “herdada” de familiares. Os pais deixam aos filhos, sobrinhos, afilhados… mesmo que estes não tenham a mínima vocação pelo ensino. Há ainda os sócios acumuladores e que trabalham na função pública, a maior parte deles só lá vai “dar” umas horitas para assegurar não perder o direito à cota, que entretanto espera que o seu filho/a termine o curso e tenha o tão almejado emprego certo a tempo inteiro e ainda com regalias!

    Poderia continuar, tamanhas são as irregularidades que se passam numa escola, com estatuto de privada mas à custa de dinheiros públicos. Assim não custa nada! venha o dinheiro que nós cá haveremos de o gerir (a nosso favor, é claro)!

    Acho que a “bolha vai rebentar” e não deve faltar muito…

    O meu bem haja a todos os professores que estão a encabeçar esta luta. Sei, em primeira pessoa, que não deve ser fácil e mais, tenho pena de não estar lá para juntar-me a eles. Na altura da assinatura do “acordo” fomos pressionados com “palavreado de advogado” que se não o fizéssemos, acabaríamos por ser despedidos à mesma e sem possibilidade de voltar a lecionar lá. Eu sempre pensei que me voltassem a chamar, ainda que fosse para umas horitas, mas chamaram sim, os filhos dos sócios que lentamente foram largando as suas quotas para dar lugar à nova geração que irá tomar conta da escola.

    Eles já se estão a posicionar… há casos de colegas meus que foram despedidos, auferiram de subsídio de desemprego, foram indemnizados e um ano depois voltaram à escola com estatuto de sócio!!!!

    ESCANDALOSO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    eu?? continuo sem colocação, após uma década e meia a lecionar. O que me espera? só Deus sabe!

    Ao MEC – abram os olhos! bataria uma inspeção à séria e já tinham pano para mangas, mas claro, têm de se deslocar ao Norte e passar um tempinho a ver como foram (bem) enganados durante décadas!

    SORTE A TODOS OS PROFESSORES QUE AINDA LECIONAM NA/S COOPERATIVA/S DE ENSINO DIDÁXIS (Riba de Ave e Vale de S. Cosme) E MUITA CORAGEM!

    • Alex on 14 de Novembro de 2012 at 14:31
    • Responder

    É urgente, de facto, que o MEC inspeccione realmente o que se passa na maioria das escolas com contrato de associação… construíram-se grandes fortunas à custa do erário público e de um profundo desrespeito pela legislação, sacrificando-se professores e funcionários a um trabalho quase “escravo”. Continuo a defender que urge reequacionar a rede pública e a necessidade (ou não!!!) de manter muitos destes contratos de associação; obrigar a que todas as escolas que dependem financeiramente do MEC obedeçam exactamente às mesmas regras de contratação e de gestão e a que a inspecção faça um verdadeiro trabalho… Sei de uma escola que, quase imediatamente após a sua abertura, foi alvo de uma inspecção e condenada, em tribunal, por fraude (detectada em meio milhão de euros) e continuou, “impávida e serenamente” a receber dinheiros públicos…escusado será dizer que o sucedido só “refinou” a forma de defraudar o estado…

    • Litos on 14 de Novembro de 2012 at 15:58
    • Responder

    Os sindicatos também deveriam defender estes professores mas não, só olha para os professores do público como se os professores destas escolas fossem extraterrestres. Quando me pediram para assinar o “acordo” para vir embora da Didáxis fui ao meu sindicato para me aconselhar e dizer que a minha vontade era continuar lá a trabalhar. Sabem o que me responderam?! Que era melhor assinar porque se eles quisessem mesmo iam acabar por me despedir, mesmo que fosse com uma artimanha para me despedirem por justa causa e aí nem direito a indemnização teria pelos doze anos que lá trabalhei…

    • To Sa on 14 de Novembro de 2012 at 16:09
    • Responder

    O Vale do Ave no seu melhor

    • Anónimo on 19 de Agosto de 2014 at 2:59
    • Responder

    SOS PROFESSORES DO EPC
    Antigamente, a PIDE prendia-se quem discordava publicamente. A partir de 1 de setembro de 2014, segundo o novo CCT assinado pela FNE, os donos das Escolas Particulares e Cooperativas podem despedir todo o professor que emita uma opinião discordante sobre a gestão administrativa, pedagógica ou financeira, alegando falta de lealdade.
    O FASCISMO VOLTOU E SERÁ APLICADO POR ALGUNS DOS REVOLUCIONÁRIOS DE ABRIL, AGORA NO PODER.

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