Mais um Desabafo a Propósito do Concurso do IEFP

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Boa noite colegas!

Permitam-me um grito de revolta!

Como é possível haver concurso nacional para uma instituição pública, com protocolo com o MEC, concurso realizado através da plataforma do MEC e que acaba em entrevista?

Mais… como é possível alguém no topo da lista inicial ser excluída por causa da atribuição arbitrária de classificação inferior a 10 na mesma? Foi a forma que o IEFP encontrou para admitir quem mais lhe convinha? Alguém me sabe dizer como reclamar? Não é que eu esteja já interessada no lugar, mas mereço algum respeito!!

A saber: se me atribuíam nota 10 seria a primeira classificada, pois tinha graduação de 33,363, enquanto a primeira selecionada tinha 31,121 e a segunda 29,535 (para duas vagas).

Pergunto ainda: como se avalia a competência e profissionalismo numa entrevista de 30 minutos?

Qual o peso da experiência profissional e capacidades adquiridas?

Uma boa noite para todos e: reparem bem nas coisas boas que têm na vossa vida!

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33 comentários

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    • Lia on 7 de Fevereiro de 2013 at 21:34
    • Responder

    “Como é possível haver concurso nacional para uma instituição pública, com protocolo com o MEC, concurso realizado através da plataforma do MEC e que acaba em entrevista?”

    De resto, não é isto que acontece também com as Ofertas de Escola? A lista graduada deixa de ter valor quando há outros interesses pelo meio… 🙁

    • Francisco on 7 de Fevereiro de 2013 at 21:46
    • Responder

    Aconteceu-me o mesmo! Excluido com classificação de 9.88! E sem entrevista estava mais do que colocado! Quem ficou tem classificação final bem inferior à minha! Tem que reclamar diretamente ao referido IEFP ao cuidado do Diretor.

    • Sofia on 7 de Fevereiro de 2013 at 22:32
    • Responder

    A mim, pediram me para descolar-me 4 vezes e não me realizaram a entrevista, alegando que não teria nenhum documento a comprovar que eu era flaviense, já que os meus documentos (NIF, segurança social) estão direccionados em v.n.g, pois tenho crédito habitação. Ainda por cima assinam dois elementos, sem que um estivesse presente na dita reunião. Claro que não recusei ficar com o documento.

    • Sofia on 7 de Fevereiro de 2013 at 22:37
    • Responder

    e depois de ter saído a lista definitiva, após ter questionado como um elemento do grupo 350, sem habilitação tinha sido selecionada, a IEFP, retirou a colega da lista informando que tinha sido um erro, pois a colega tinha renunciado ao grupo em Janeiro. Claro que fizeram isso porque eu mandei email para o Ministério da economia e emprego, bem como para a sic.

    • Sofia on 7 de Fevereiro de 2013 at 22:40
    • Responder

    Passado alguma horas verifiquei que me tinham baixado à nota, pois em janeiro, quando saíram as listas tinha uma graduação de 13, 7 e agora nesta última lista tenho 12, qualquer coisa. Como é possível, uma vez que não tive entrevista? Como é que funcionam estes concursos, alguém me pode dizer. Fazem o que lhes apetece…..QUE VERGONHA

    • manela on 7 de Fevereiro de 2013 at 22:51
    • Responder

    mas…também não é com a “antiguidade” que se avalia se uma pessoa é profissional e trabalhadora…há professores que passam dez anos a fazer as mesmas fichas, por exemplo, porque deve esse professor passar à frente de professores mais competentes?

      • Rosa on 9 de Fevereiro de 2013 at 10:23
      • Responder

      Concordo completamente, colega! Bons e maus profissionais há-os em todas as áreas! Agora diga-me: Como avaliaram todo o meu trabalho ao longo de todos estes anos de serviço? Como avaliaram as minhas capacidades e competências em 30 minutos de entrevista? Como sabem que as pessoas que foram colocadas e assim beneficiadas com o meu afastamento são mais “competentes” que eu? Se calhar já os conheciam, não é? Talvez até sejam amigos, não é… do peito…
      Diga-me mais: Como posso aceitar uma classificação que, com base em nada, é um denegrir da minha imagem e competência profissional? Prova disso mesmo é o seu comentário, cara colega!

      • Rosa on 9 de Fevereiro de 2013 at 10:56
      • Responder

      Outra informação pertinente: na última avaliação docente, que incluiu observação de aulas e teve em conta o trabalho desenvolvido ao longo de um período alargado obtive a classificação de MUITO BOM!

    • JF on 7 de Fevereiro de 2013 at 23:09
    • Responder

    Por todas e mais algumas razões sendo professor ou formador nunca poderia ter menos de 10 na entrevista! Na minha opinião…

      • Rosa on 8 de Fevereiro de 2013 at 21:29
      • Responder

      Concordo plenamente!!! EU NUNCA PODERIA TER TIDO NOTA INFERIOR A 18, no mínimo! Sou pessoa mais que competente!

    • JF on 7 de Fevereiro de 2013 at 23:12
    • Responder

    Como conseguem atribuir, por exemplo, uma nota de 9,88???

      • Cristina on 7 de Fevereiro de 2013 at 23:20
      • Responder

      julgo ser pertinente pedirem os critérios de avaliação da entrevista..

    • Cristina on 7 de Fevereiro de 2013 at 23:17
    • Responder

    Pouca vergonha, não concorri porque estou colocada, mas RECLAMEM, RECLAMEM….estamos no 3º mundo? é o que parece…..é revoltante….

    • ana-amarela on 7 de Fevereiro de 2013 at 23:23
    • Responder

    Felizmente, não sou parte interessada neste concurso, mas estive a analisar as listas de admissão na proximidade do meu concelho e fiquei intrigada com as classificações das entrevistas, atribuídas às centésimas: 10,25; 13,75, 19,05… Numa entrevista de meia hora, embora com parâmetros de avaliação com certeza, isto parece anedota.
    Quando voltar a fazer provas orais (exames) aos alunos, vou lembrar-me deste rigor.

    • Fatu on 7 de Fevereiro de 2013 at 23:27
    • Responder

    Uma vergonha!!! Eu vou reclamar!! Sendo das primeiras da lista com 31 e tal, fui considerada inapta!!! Com que critérios???? Quero que me especifiquem ponto por ponto o total daquela classificação inferior a 10!! 9,5!! Vou reclamar. E todos os que se sentem injustiçados devem fazer o mesmo.

      • Sónia Gonçalves on 27 de Setembro de 2015 at 10:32
      • Responder

      Olá Fatu,

      Fui agora chamada para entrevista e também fui considera não apta.Como reclamou?

    • Maria on 7 de Fevereiro de 2013 at 23:32
    • Responder

    É uma vergonha! Colegas, temos que nos mexer! Há colegas colocados que assumiram disponibilidade total aquando da entrevista!
    É uma questão de justiça… o que não é permitido para uns não o pode ser para outros! Colegas “suplentes” mexam-se porque ainda podem conseguir colocação!!!

    • Patricia on 7 de Fevereiro de 2013 at 23:44
    • Responder

    Boa noite. A mim excluíram-me porque dizem que nao tenho habilitacao propria- TIC : portaria 731/2009 de 7 julho!

      • Susana on 8 de Fevereiro de 2013 at 23:18
      • Responder

      Mas isso é de 2009!Se for ao DGAE ver as habilitaçoes proprias p o 550 tem de lá aparecer a escola/faculdade onde tirou a licenciatura/mestrado/posgraduação. Se nao aparecer nessa listagem, nao tem habilitacao propria.
      Tambem fui excluida por isso. Tenho uma posgraduaçao em TIC, tenho mais anos de serviço no 550 do que outro grupo em que tenho habilitação profissional e ate ja fui corrdenadora tic e já fiz parte do projecto dos portateis e ja fiz parte do secretariado de exames coordenando o programa PAEB…..se fosse a falar…..nao saía daqui! Sei que é so uma posgraduação mas a expereiencia que fui adquirindo nao conta para nada?!!Só porque a instituição onde tirei a pos graduação nao aparece na dita lista!Mas um engenheiro que nunca deu aulas na vida , nem tem pratica pedagogica nenhuma, pode dar!!!!!!Enfim!!!!!!!

    • maria on 7 de Fevereiro de 2013 at 23:58
    • Responder

    Deve-se pedir explicações ao Ministro do Emprego e denunciar este abuso de poder de alguns directores do centro Atenção que existem casos de sucesso praticado por alguns centros (não está tudo no mesmo saco). Daí ser necessário e urgente denunciar todas as irregularidade e, urge pedir explicações/dar conhecimento ao presidente do IEFP. Aguarda-se com muitas expectativas uma solução equilibrada para esta grande confusão.

    • Zaratrusta on 8 de Fevereiro de 2013 at 8:03
    • Responder

    Nem outra coisa seria de esperar. Um concurso aberto pelo IEFP com protocolo com o MEC; que numa primeira fase assenta na graduação dos candidatos, mas depois o poder de seleção é passado para 2 ou 3 funcionários semi-analfabetos dos vários centrinhos de formação espalhados pelo país, cuja primeira prioridade foi selecionar os primos, amigos e enteados.

    Veja-se o exemplo de Beja-Aljustrel.

    Enfim, um concurso do tipo “Biafra”, mas que, mais uma vez, vai passar impune.

    • João Penafiel on 8 de Fevereiro de 2013 at 9:47
    • Responder

    Caríssimos colegas, o que se está a passar com as vagas no IEFP, já se passava com as Ofertas de Escola. Não existe o mínimo de escrúpulos para aqueles que, sendo da nossa classe profissional, tenta tudo para passar à frente dos colegas. É certo que a situação das colocações está mal; cada vez há menos lugares para tantos professores, seguindo os cortes anunciados e por anunciar pelo MEC. Esta situação não irá melhorar; a tendência será para se acentuar. O que está previsto para a escola pública, em Portugal, é muito mais aflitivo do que estas ocorrências. Preparem-se para a privatização do ensino público (dos mega-agrupamentos, de escolas…), para a autonomização das escolas… Se isto nos preocupa, então deverá ocorrer situações muito mais preocupantes, sem que nada possamos fazer, uma vez instituídas e consignadas em lei.
    Necessitamos de nos unir numa única plataforma de entendimento, todos os docentes e educadores e lutarmos pelos nossos direitos e pela defesa da escola pública. Se não o fizermos, estaremos a consentir com todas as reformas que se estão a desenhar para a Educação. Se a classe docente está, neste momento, numa situação de grande angústia, esperemos pelos próximos episódios apresentados brevemente pelos nossos governantes. A partir desse momento poderemos afirmar que Portugal estará pronto para exportar professores (profissionais extremamente qualificados), para desempenhar funções fora da sua área de formação em países de acolhimento. Olhe-se o que está a passar com os enfermeiros: profissinais pagos à hora pelo menor preço possível através de empresas de recrutamento. O que nos espera será mais ou menos este cenário. Se olharmos bem o rumo que a escola pública e a Educação em geral está a tomar em Portugal, teremos que temer mais o que se avizinha do que estas injustiças, que não dignificam em nada a profissão docente. Devemos estar todos unidos, ponderarmos a criação, livre de qualquer partido político ou movimento sindicalista, de uma associação de professores, idêntica à associação de professores contratados, que já existe e que está a realizar um excelente trabalho. Já repararam que a classe docente é a classe profissional em Portugal com mais elementos e detentores de mais habilitações académicas (que até fazem inveja a qualquer deputado, ministro ou secretário de estado). É importante a denúncia destes casos, mas mais importante é a criação de uma plataforma de associativismo que poderá representar toda a nossa classe, incluindo igualmente os colegas que lecionam no ensino superior público e privado.
    Necessitamos de nos unirmos, só assim poderemos sobreviver, fazer valer as nossas reivindicações e acabar com este tipo de situações de colocação de forma arbitrária e incompetente, e com as reformas que estão a degradar a qualidade da Educação e a inclusão e tratamento imparcial de todos os alunos, independentemente da sua origem social.
    As colocações de professores deveríam ser mais transparentes.
    Ponderemos a criação de um único movimento nacional de professores, que possa centralizar todas estas denúncias de situações menos claras e serem professores deste movimento a participar nestas colocações, bem como nas ofertas de escola.
    Temos capacidades e e inteligência suficiente para defendermos um futuro melhor para Portugal, onde cada reforma desenhada para a Educação, seja debatida primeiramente por nós. FALTA-NOS MAIS UNIDADE E IMPARCIALIDADE PARA A DEFESA DA NOSSA CLASSE.

    • HD on 8 de Fevereiro de 2013 at 9:53
    • Responder

    Mas isto tudo é o que acontece nas Ofertas de Escolas.
    No inicio só brincavam com os contratados agora passaram a brincar com mts colegas dos quadros. Se esta brincadeira já chegou aos do quadro isto está tudo lixado

  1. Se tivéssemos um currículo igual ao do Franquelim conseguíamos tudo.
    Quem não tem não consegue nada !!
    Esta notícia diz tudo:
    http://www.meuportalfinanceiro.com/noticia/franquelim-alves-iniciou-carreira-aos-16-anos-em-empresa-fundada-19-anos-depois.html

    Cumprimentos

    • I. Cruz on 8 de Fevereiro de 2013 at 13:38
    • Responder

    Boa tarde: a graduação SIGRHE que aparece nas listas do IEFP não é a mesma da lista ordenada dos concursos 2012/2013? Eu pensava que sim mas vejo colegas colocados em que as 2 graduações não têm nada a ver uma com a outra.
    Alguém me tira esta dúvida? Obrigada.

    1. Tem a ver com a bonificação da nut e com o tempo de serviço de 2012

    • Di on 8 de Fevereiro de 2013 at 16:24
    • Responder

    Este concurso é uma intrujice! Fui convocada para duas entrevistas, numa delas fui excluída… a entrevista em nada teve a ver com a outra aliás, estou convicta que as “entrevistadoras” nem sequer seguirão o guião, estiveram mais preocupadas em fazer questões sobre o facto de poder vir a ficar muito longe de casa!
    Já na segunda entrevista, fiquei como suplente, pois as duas candidatas seleccionadas residem naquela cidade e como tal tiveram de me baixar a nota da entrevista para as conseguirem admitir.

    • Susana on 8 de Fevereiro de 2013 at 23:22
    • Responder

    A minha entrevista nao durou meia hora!!!!Nem 15minutos!Tavam com pressa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    • Rosa on 9 de Fevereiro de 2013 at 10:34
    • Responder

    Aos que comentam e aos que apenas o pensam! Bons e maus profissionais há-os em todas as áreas! Agora digam-me: Como avaliaram todo o meu trabalho ao longo de todos estes anos de serviço? Como avaliaram as minhas capacidades e competências em 30 minutos de entrevista? Como sabem que as pessoas que foram colocadas e assim beneficiadas com o meu afastamento são mais “competentes” que eu? Se calhar já os conheciam, não é? Talvez até sejam amigos, não é… do peito…
    Digam-me ainda: Como posso aceitar uma classificação que, com base em nada, é um denegrir da minha imagem e bom nome profissional? Prova disso mesmo é o comentário de alguns colegas e o que outros pensam do assunto: “teve 9,75 por alguma razão foi… agora vem reclamar…”

      • Luís on 12 de Fevereiro de 2013 at 1:42
      • Responder

      A colega tem toda a razão de estar revoltada, pois eu também me sinto humilhado por ter sido considerado “inapto” com valor inferior a 9 (neste local foram 9 do grupo 400 a serem brindados com nota 9!!!).
      Tenho vários anos de escola pública, nos quais lecionei a todo o terceiro ciclo, turmas CEF, diretor de turma de CEF, Coordenador de CEF, EFA B3 , dei formação em vários cursos EFA B3 e Secundário nas áreas de Cidadania e Cultura, Língua e Comunicação (CLC), fiz perto de 1.000 km para ir a uma entrevista ao IEFP de Aljustrel, demonstrei competência e total disponibilidade, mas em vão, pois o lugar estava já destinado para um colega… as “doutoras” foram fazendo o trabalho sujo de eliminar até chegar ao menino abençoado…
      Neste centro de Aljustrel foi uma autentica vergonha (21 “inaptos”… estranho não?!?!?!)

    • azevedo on 10 de Fevereiro de 2013 at 16:44
    • Responder

    O que se passou nalguns Centros foi incompetência e fraude. Ao olhar para as listas é consistente que atribulem negativa às graduações mais altas e seleccionam outras pessoas. Urge a responsável deste Concurso pedir justificação por escrito à equipa de avaliadores: como chegaram a essas pontuações finais negativas de 9,13, 9,88, 9,00? E procurar saber quem são as pessoas que esses avaliadores escolheram e porquê? Infelizmente não foi só Guarda. As pessoas penalizadas devem reclamar ao Director do IEFP de forma a este proceder em conformidade e pedir justificações ao Director do Centro.

      • Luís on 12 de Fevereiro de 2013 at 1:53
      • Responder

      É fraude de mão dadas com a incompetência sim senhor, tudo é permitido sem nada acontecer… não é estranho que em Aljustrel tenham existido 21 “inaptos” e que 18 deles tiveram a mesma nota (9)!?!?!?!? , e que a maior parte tenha conseguido ter outro “estatuto” em outros centros, pois foram selecionados!?!?!?!
      Só mais uma nota: a maior parte foi do grupo 400… porque será????

    • Susana on 11 de Fevereiro de 2013 at 22:23
    • Responder

    E o que dizer do guião de entrevista publicado no site do IEFP!!!

    Na minha entrevista, muitas das questões foram colocadas de forma ambígua e/ou incompleta, não indo ao encontro dos parâmetros que seriam pontuados. De qualquer forma, lembro-me muito bem do que respondi, e como professora e avaliadora tenho a certeza que teria bem mais que os meus “precisosos” 11,50 de pontuação.

    Curiosamente não ouço ninguém a comentar as observações que surgem no guião relativamente ao ponto 8: “postura, apresentação…”, onde “deverá ser avaliada a aparência exterior”????!!!!!!

    Mas afinal isto não colide com os princípios da igualdade e não discriminação, constantes da Constituição da República Portuguesa e do Código do Trabalho, aprovado pela Lei nº 99/2003, de 27 de Agosto???

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