Face ao post do Vosso Blogue, com o título “Pedido de Divulgação do Docente Agredido no Porto” cumpre-nos esclarecer, com a discrição e sensibilidade que o assunto merece, que o SD EMRC Porto, tendo conhecimento da situação comunicada via e-mail pelo professor lesado, na tarde desse dia:
Lamentou junto do remetente o sucedido, disponibilizou os seus contactos, colocou-se ao dispor do necessário e esclareceu que, de acordo com as informações disponíveis, o incidente teria sido perpetrado por indivíduos alheios ao evento, à disciplina e aos alunos de EMRC.
De acordo com as informações recolhidas junto das entidades presentes de apoio ao evento – segurança pública e apoio médico-sanitário – o incidente terá ocorrido fora do perímetro de ocupação do XXI Encontro e teria sido consumado por indivíduos não participantes nesta iniciativa.
O docente agredido, tendo-se dirigido ao posto médico-sanitário de apoio ao evento, foi prontamente socorrido e encaminhado para o hospital por uma das ambulâncias de emergência médica disponíveis.
Este Secretariado manifestou-se, desde a primeira hora, absolutamente solidário com as circunstâncias que originaram o incidente.
Assim, atenta a natureza e sensibilidade do assunto, usamos desta oportunidade para reiterar o repúdio por este grave e inqualificável incidente, com o qual nos solidarizamos, esclarecendo que de acordo com as informações detidas até ao momento, a agressão não terá sido perpetrada por alunos participantes no Encontro e que, desde o momento da ocorrência, partilhamos o nosso contacto e colocamo-nos ao dispor do que o professor necessitasse.
Com os melhores cumprimentos, e cordialmente, subscrevemo-nos:
Secretariado Diocesano da Educação Moral e Religiosa Católica da Diocese do Porto



6 comentários
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Porque é que em nenhum dos posts vejo referência a queixa na polícia? Não tem mais lógica fazer queixa na polícia do que vir para a internet fazer posts?
Eu quero é saber quando a ‘padralhada” toda deixa a escola. Não se admite, numa escola/estado laico, no séc XXI, uma cambada de inúteis, com horário de luxo, sem direções de turma, nada…. vão à escola tomar o pequeno almoço …. Por isso nos vamos fartando e fazendo cada vez menos….
Em geral, não se trata de padralhada nenhuma. Em segundo lugar, a disciplina não é obrigatória. Por fim, pelo que tenho visto ao longo do tempo, pode tratar-se de uma disciplina eminentemente ativa e formativa. De religiosa costuma ter o nome. És um anarquista de inícios do séc. XX?
A padralhada da diocese do Porto anda muito entretida a escorraçar velhinhas das casas doadas por benfeitores para usufruto dos pobres em negócios muito, muito manhosos…
Ainda que mais moderado do que outros intervenientes, também considero que há muito esta disciplina não deveria existir. Hoje, o engodo para terem alunos são precisamente estes encontros e visitas de estudo. Tanta moral e cidadania e alunos cada vez mais mal formados.
É evidente que o Secretariado Diocesano nada têm a ver com o sucedido e que fizeram tudo correto.
Assim como é evidente que os agressores não faziam parte do grupo de alunos que estavam em comemorações
O que falha na noticia é um certo enquadramento.
O Parque Oriental da cidade o Porto fica colado ao bairro do Lagarteiro e ao bairro Cerco do Porto.
O pavilhão onde decorreram as celebrações fica colado ao bairro do Lagarteiro.
Muito provavelmente estes miúdos eram de lá.
Mais de 10 000 pessoas que vivem nestes bairros e a maior parte são pessoas decentes.
No entanto existe uma parte destes residentes que trazem má fama aos bairros e não é de forma desmerecida.
Quem entrar no Cerco a pé é de imediato abordado com ofertas de compra de droga, em plena luz do dia.
Alguns destes miúdos, infelizmente, nascem e crescem com esta cultura.
Foi com este tipo de pessoas com as quais muito provavelmente o docente se cruzou.
Numa situação destas uma pessoa tem que ter sempre muito cuidado, pois não sabe com quem está a falar.