Nota de esclarecimento | Pedido de Divulgação do Docente Agredido no Porto

Face ao post do Vosso Blogue, com o título “Pedido de Divulgação do Docente Agredido no Porto” cumpre-nos esclarecer, com a discrição e sensibilidade que o assunto merece, que o SD EMRC Porto, tendo conhecimento da situação comunicada via e-mail pelo professor lesado, na tarde desse dia:
Lamentou junto do remetente o sucedido, disponibilizou os seus contactos, colocou-se ao dispor do necessário e esclareceu que, de acordo com as informações disponíveis, o incidente teria sido perpetrado por indivíduos alheios ao evento, à disciplina e aos alunos de EMRC.
De acordo com as informações recolhidas junto das entidades presentes de apoio ao evento – segurança pública e apoio médico-sanitário – o incidente terá ocorrido fora do perímetro de ocupação do XXI Encontro e teria sido consumado por indivíduos não participantes nesta iniciativa.
O docente agredido, tendo-se dirigido ao posto médico-sanitário de apoio ao evento, foi prontamente socorrido e encaminhado para o hospital por uma das ambulâncias de emergência médica disponíveis.
Este Secretariado manifestou-se, desde a primeira hora, absolutamente solidário com as circunstâncias que originaram o incidente.
Assim, atenta a natureza e sensibilidade do assunto, usamos desta oportunidade para reiterar o repúdio por este grave e inqualificável incidente, com o qual nos solidarizamos, esclarecendo que de acordo com as informações detidas até ao momento, a agressão não terá sido perpetrada por alunos participantes no Encontro e que, desde o momento da ocorrência, partilhamos o nosso contacto e colocamo-nos ao dispor do que o professor necessitasse.

Com os melhores cumprimentos, e cordialmente, subscrevemo-nos:

 

Secretariado Diocesano da Educação Moral e Religiosa Católica da Diocese do Porto

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6 comentários

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  1. Porque é que em nenhum dos posts vejo referência a queixa na polícia? Não tem mais lógica fazer queixa na polícia do que vir para a internet fazer posts?

    • Ressabiado on 21 de Maio de 2025 at 15:39
    • Responder

    Eu quero é saber quando a ‘padralhada” toda deixa a escola. Não se admite, numa escola/estado laico, no séc XXI, uma cambada de inúteis, com horário de luxo, sem direções de turma, nada…. vão à escola tomar o pequeno almoço …. Por isso nos vamos fartando e fazendo cada vez menos….

      • Mainada on 21 de Maio de 2025 at 16:01
      • Responder

      Em geral, não se trata de padralhada nenhuma. Em segundo lugar, a disciplina não é obrigatória. Por fim, pelo que tenho visto ao longo do tempo, pode tratar-se de uma disciplina eminentemente ativa e formativa. De religiosa costuma ter o nome. És um anarquista de inícios do séc. XX?

    1. A padralhada da diocese do Porto anda muito entretida a escorraçar velhinhas das casas doadas por benfeitores para usufruto dos pobres em negócios muito, muito manhosos…

    • Fernando on 21 de Maio de 2025 at 19:21
    • Responder

    Ainda que mais moderado do que outros intervenientes, também considero que há muito esta disciplina não deveria existir. Hoje, o engodo para terem alunos são precisamente estes encontros e visitas de estudo. Tanta moral e cidadania e alunos cada vez mais mal formados.

  2. É evidente que o Secretariado Diocesano nada têm a ver com o sucedido e que fizeram tudo correto.
    Assim como é evidente que os agressores não faziam parte do grupo de alunos que estavam em comemorações
    O que falha na noticia é um certo enquadramento.
    O Parque Oriental da cidade o Porto fica colado ao bairro do Lagarteiro e ao bairro Cerco do Porto.
    O pavilhão onde decorreram as celebrações fica colado ao bairro do Lagarteiro.
    Muito provavelmente estes miúdos eram de lá.
    Mais de 10 000 pessoas que vivem nestes bairros e a maior parte são pessoas decentes.
    No entanto existe uma parte destes residentes que trazem má fama aos bairros e não é de forma desmerecida.
    Quem entrar no Cerco a pé é de imediato abordado com ofertas de compra de droga, em plena luz do dia.
    Alguns destes miúdos, infelizmente, nascem e crescem com esta cultura.
    Foi com este tipo de pessoas com as quais muito provavelmente o docente se cruzou.
    Numa situação destas uma pessoa tem que ter sempre muito cuidado, pois não sabe com quem está a falar.

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