MEC envia resolução para tribunal que evita suspensão de concurso
O MEC envia ao tribunal do Funchal a resolução fundamentada que evita a suspensão imediata do concurso extraordinário de professores depois de uma providência cautelar interposta pelo Sindicato dos Professores da Madeira.
O Ministério da Educação e Ciência [MEC] enviará ainda hoje para o TAFF [Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal] a resolução fundamentada (…) A resolução fundamentada suspende assim os efeitos da citação, desde o momento em que o MEC foi citado”, lê-se na nota enviada ontem pelo Ministério à agência Lusa. A 4 de fevereiro o TAFF ordenou a citação urgente do MEC, com efeitos suspensivos sobre o concurso extraordinário de professores que excluía os docentes da Madeira, disse fonte sindical.
Com a resolução fundamentada do MEC anula-se o efeito suspensivo imediato sobre o concurso extraordinário de vinculação de professores, decorrente da citação enviada hoje pelo tribunal do Funchal.



5 comentários
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Um comunicado completamente institucional, quando o MEC tinha uma excelente oportunidade de derreter as agremiações sindicais, caso divulgasse os fundamentos.
Parece-me bem!
3 a 0, ganha o MEC!
Aliás, no que aos contratados respeita, o MEC, apesar de tudo, é bem menos inimio do que os sindicatos.
Desculpem as maiusculas, mas é mesmo um grito de indignação:
JÁ ALGUEM OUVIU UM SINDICATO PEDIR A ALTERAÇÃO DAS PRIORIDADES PARA OS CONTRATADOS PREVISTAS NO 132?
E A ANVPC, TAMBÉM ANDA A DORMIR?
Depois, em Setembro, queixem-se!
ora ora é um episódio menor num mar deles ó ares lindos
O Governo Regional da Madeira anunciou hoje que vai pôr o Ministério da Educação e Ciência em tribunal, por causa dos professores na Madeira e nos Açores terem sido impedidos de “concorrer ao concurso extraordinário de vinculação”.
Ver noticia em : http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/368895-gr-processa-ministerio-da-educacao
Eu acho muito bem. Até porque nada justifica que os professores do continente concorram para a Madeira atrás dos ilhéus.
O desespero da fenprof é tanto, que até Alberto João lhe serve para aliado no disparate!
Mas ainda não entenderam que não serve de nada acabar com a prioridade na Madeira? o problema está nas renovações. Depois das renovações nãoconsegue entrar mais ninguem lá tanto esteja na 1º como na 2º priorid.
Por sua vez nos Açores não existem renovações mas são necessarios 3 anos como professor profissionalizado nos Açores (só não sei se têm de ser seguidos)para passar para a 1º prioridade.