… porque não imagino que a PACC possa ser uma necessidade social e impreterível.
Basta ver quantos que a realizaram o ano passado e que este ano estão a trabalhar.
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3 comentários
Que tristeza de MEC! Continua-se a perder tempo com a inútil PACC ao invés de apurar devidamente as vagas para o concurso interno de 2015 a fim criar condições de estabilidade às escolas, alunos e professores, para além de calendarizar atempadamente todas fases do concurso de 2015. Que não se repita a pouca vergonha de colocações deste ano, nem o faz de conta de concurso interno de 2013.
O rigor é tanto que a prova incide sobre quem é raramente colocado, ridículo. E como se fosse uma prova que determina quem é bom professor! Devem querer seguir o modelo anedótico francês para poder ensinar…tenham mas é juízo…Os subcritérios são os que ainda fazem sentido mas têm de ser menos e padronizados. E não venham legitimar as avaliações dos docentes que se praticam actualmente nas escolas porque aquilo é uma falácia…Auto-avaliação ou ser-se avaliado pela amiga, deixem-me rir!
“porque não imagino que a PACC possa ser uma necessidade social e impreterível.”
Não sei se é nem se não é. E pouco me importa na verdade.
O que sei são resumidamente três coisas:
Não faz parte do que está exigido por Lei à função docente (vigiar/corrigir/avaliar);
Os que as corrigem são pagos para isso (ao contrário de outras, essas de carácter obrigatório);
É ilegal (a sua obrigatoriedade para fins de filtragem ao acesso a concursos) pois não está considerada na LBSE;
Portanto, mais cedo ou mais tarde cairá. Como caíram tantas outras medidas parvas, abjectas e nojentas. E isto não é um acto de fé.