… em especial nos grandes centros e nos QZP mais cheios.
Já o tinha dito aqui e agora alguns docentes começam a perceber.
A Mobilidade Por Doença não pode originar insuficiência da componente lectiva aos docentes dos quadros de agrupamento, mas irá retirar horários para a Mobilidade Interna.
E chegou-me este relato por e-mail para divulgação.
Não sei como está o panorama nacional, mas aqui por Viseu, os destacamento por DCE este ano são imensos ao ponto de me questionar se os agrupamentos conseguem enviar 1 ou 2 vagas para o concurso da mobilidade interna este ano! (nos anos anteriores mandavam sempre 10, 12 vagas)A colega Isabel está a mobilizar os colegas, pedia-lhe se nos pode dar uma ajuda nesse sentido.
Olá colegas, envio a dita carta, eu vou enviar, registada com aviso de receção.
para: Inspeção-Geral da Educação e CiênciaAv. 24 de Julho,1361350-346 Lisboapara: Direção-Geral dos Estabelecimentos EscolaresPraça de Alvalade, 121749-070 Lisboapara: Gabinete do Ministro da Educação e CiênciaAv. 5 de Outubro,1071069-018 LisboaDevemos unir-nos e enviar o número máximo de cartas, estamos a ser altamente prejudicadas, pois pensem se os agrupamentos têm já elevado número de professores destacados, não vão pedir mais recursos, o que significa que vagas por perto não vai haver, e nós iremos ficar a centenas de Km.Pode não servir de nada, mas pelo menos tentamos, alertamos para as situações que estão a acontecer debaixo do nosso nariz. Sei que:em Mangualde há já 12 professores destacadosZona urbana de Viseu – 42Infante D. Henrique – 12Se tiverem conhecimento quantos professores há destacados nos vários agrupamentos, vão-me enviando. Enviem para outras colegas que se encontrem na mesma situação que nós.