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A falácia da inclusão escolar em Portugal

Como se consegue, sob a bonita capa da inclusão (do famoso 54/2018), não beneficiar ninguém: este modelo não beneficia quem precisa de acompanhamento especializado e é despejado numa sala de aula como se a inclusão se limitasse ao espaço físico; não beneficia os outros alunos que acabam por ter o professor menos disponível na aula; as singelas medidas universais, estão a “dar um sinal errado de que as dificuldades superam-se com adaptações do mundo a cada um de nós e não com maior empenho e esforço”.

Eu acrescentaria ainda: a forma como a lei (e as equipas EMAEI das escolas) se têm tornado numa fonte interminável de burocracia para os professores.

A ler:

Inclusão escolar em Portugal: o grito silencioso das crianças esquecidas