Insisto na ideia mesmo que haja gente a gargalhar.
Isto devia ser feito assim:
Movimento coletivo. Para ser eficaz.
Reunião geral de Diretores, subdiretores e adjuntos/as.
Proposta: ultimato com data marcada ao Governo. Ou negoceia mesmo tudo (e não só concursos) ou no dia x entramos com o pedido de demissão coletivo. E todos os presentes votam e comprometem-se.
Texto elaborado para divulgar com problemas e soluções (medidas a tomar).
Seria uma espécie de “MFA” da mudança no quadro opaco em que estamos.
Afinal embora muitos colegas nos vejam como “coronéis”ou “brigadeiros”, pouco mais somos realmemte que “tenentes” ou “capitães”….
E forçando a metáfora também nós levamos com a incompetência da “brigada do reumático” dos boys dos órgãos centrais (façam lá o computo dos processos disciplinares fúteis que caem sobre atos banais de equipas diretivas).
E, como há muitos membros de equipas diretivas sindicalizados os sindicatos e as associações podiam ajudar a organizar.
Para os que estão mais amarrados ao lugar (que não é o meu caso), acho que nem chegavam a entregar a cartinha, tal a força da ameaça.
E ganhavam o respeito de muita gente ao terem sido uma força de desbloqueio.