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De como uma má gestão pode destruir uma escola. DESMENTIDO (Direito de Resposta)

 

Agrupamento de Escolas Gil Vicente. 

De como uma má gestão pode destruir uma escola. 

DESMENTIDO 

(enviado a todas e todos os docentes do Agrupamento) 

 

Esta comunicação serve para demonstrar que são grosseiramente falsas as declarações mencionadas no texto publicado na revista do SPGL (Escola Informação, n.º 279), de Outubro de 2021, que mais do que criticarem a direção do Agrupamento, prejudicam gratuitamente a imagem interna e externa do Agrupamento. 

 

  1. Comecemos pelo título: “De como uma má gestão pode destruir uma escola“. A “má gestora”, diretora do Agrupamento de Escolas, foi avaliada em 2020/2021, pelo Conselho Geral, após quatro anos de desempenho deste cargo, com uma classificação de 9,975 (em 10).  Para quem não sabe, a avaliação do desempenho docente de um diretor assenta em três parâmetros: 

    1.1. Compromissos – cumprimentos de cada conteúdo fixado na Carta de Missão da Diretora; 
    1.2. Competências – liderança, visão estratégias, gestão e representação externa demonstradas; 
    1.3. Formação contínua. 

     

  2. queixas quanto ao modo como a direção gere o agrupamento e apreensão quanto ao futuro“. Desde março de 2021, que a Diretora comunicou a toda a comunidade educativa de que sairia no final de mandato. Fê-lo no Conselho Pedagógico desse mês e mais tarde na reunião do Conselho Geral, neste sentido o futuro da gestão e administração dependerá somente das pessoas que ficarão no Agrupamento, com a oportunidade de alterarem aquilo que julgam ser uma gestão ineficiente. 
 
  1. horários com longos e irracionais furos” (passando por cima do que poderá ser um «furo irracional»), durante uma semana, dos 103 horários do Agrupamento, 98 não têm qualquer furo, 7 têm 1 furo, 4 têm 2 furos, 2 têm 3 furos e 2 têm 5 furos. De acordo com o princípio de transparência que sempre respeitámos, seguem anexados os horários de todos os e as docentes do Agrupamento.   
  2. aulas de língua portuguesa não materna [Português Língua não Materna] a colegas sem qualquer preparação para isso“. A disciplina de PLNM, de todas as turmas da escola, está atribuída a uma docente com vários anos de experiência e provas dadas do excelente trabalho que desenvolve. As coadjuvâncias dentro da sala de aula, com alunos estrangeiros, foram todas entregues a pessoas devidamente qualificadas, como não poderia deixar de ser.   
  3. irracionalidade de critérios na atribuição de turmas e níveis aos professores“. Cito aquilo que foi dito num Conselho Pedagógico: «A distribuição do serviço docente, competência da diretora, visou a gestão eficiente e eficaz dos recursos disponíveis e obedeceu estritamente ao disposto no Despacho Normativo n.º 10-B/2018, de 6 de julho de 2018, que estabelece as normas relativas à distribuição de serviço docente, bem como aos critérios aprovados pelo Conselho Pedagógico, numa lógica de continuidade pedagógica.»  
  4. discrepâncias quanto aos critérios de atribuição de atividades consideradas letivas na componente não letiva e vice-versa“. Relativamente às tarefas atribuídas na componente não letiva, foi pedido um esclarecimento jurídico à tutela, estando tudo de acordo com a lei. 
     
  5. ilegalidade na constituição dos horários“. Do nosso conhecimento, não há qualquer horário ilegal na Gil Vicente. Aliás, estranhamos muito que um sindicado diga que há ilegalidades a este respeito e não tome as devidas providências. 
     
  6. sintoma claro do mau ambiente criado ao longo dos anos é o facto de 80% dos docentes do quadro do Agrupamento ter concorrido no último concurso, para sair, o que nem todos conseguiram“. Apenas 17 pessoas do quadro do Agrupamento concorreram para sair, o que perfaz 19,5%, perfeitamente dentro da média dos concursos anteriores. 8.1. É, aliás, contraditório que os e as colegas tenham concorrido para outros Agrupamentos ou Escolas não Agrupadas por causa da direção, quando esta os tinha informado, bem antes dos concursos (3 de março de 2021), de que não continuaria a desempenhar essas funções. É, pelo contrário, mais racional pensar que alguns e algumas colegas quiseram sair porque a direção ia cessar funções.  

     
    Contrariamente ao que foi feito na publicação da revista do SPGL, este texto irá assinado. 

Ana Duarte

Diretora