Vamos imaginar que Ferro Rodrigues, depois das eleições de 30 de Janeiro, decidia que, com outros novos deputados eleitos, era ele que ia condicionar a formação do novo governo. Seria um escândalo antidemocrático e ilegal.
Em Oliveira de Azeméis, o conselho geral do agrupamento, que cessou mandato e já terá sucessores eleitos ou em vias de o ser, quer fazer o concurso e eleição do novo diretor. A legalidade é discutível, a falta de democraticidade patente.
Em 2007, quando se começou a falar da nova lei de gestão comentei que o legislador parecia o relojoeiro maluco.
Na altura, muita gente achou que exagerava. Afinal estava a ser moderado.