Não é novidade nenhuma que as greves que se têm feito, não têm surtido o efeito pretendido. O governo olha para o lado e aproveita para descredibilzar as várias classes de trabalhadores, perante a sociedade.
Os sindicatos vão-se entendendo dentro de uma classe trabalhadora, mas não se entendem de forma a unir as lutas de várias classes de um setor. Esse seria o caminho da greve dos 5 dias na Educação.
Se os sindicatos das diferentes classes de trabalhadores da Educação se unissem e definissem uma estratégia, como a que vou apresentar, talvez os resultados fossem outros.
Estratégia de greve no setor da Educação:
Os sindicatos dos professores segmentavam os diferentes ciclos de educação/ensino por dias, segunda-feira para as(os) educadoras(es), terça-feira para os docentes do 1.º Ciclo, quarta-feira para os docentes dos 2.º e 3.º Ciclos e secundário. Os sindicatos da Função Pública marcariam greve para os Assistentes Operacionais na quinta-feira e para os Assistentes Técnicos e Técnicos Especializados na sexta-feira.
Uma greve no setor da Educação traria para a praça pública muito mais eficazmente os problemas de todos os trabalhadores do que uma greve por classes profissionais. Mas isso sou eu a pensar alto…
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