Algumas instituições conseguem produzir autênticos milagres!
Nas páginas de alguns estabelecimentos de ensino ao abrigo do contrato de associação da região Oeste lemos que integram a rede pública de estabelecimentos de ensino. Como provam as seguintes imagens.
Perante tal afirmação, quando questionada a DGAE refere que estes não fazem parte da rede pública.
Só que a questão não fica por aqui. Os docentes destas instituições encontram-se a concorrer na 2.ª prioridade sem cumprir a regra dos 365 dias de serviço nos últimos seis anos em estabelecimentos da rede pública.
Como é que os docentes destes estabelecimentos de ensino estão a concorrer na 2.ª prioridade? Que dados apresentaram aos agrupamentos de validação? Essa documentação foi analisada com rigor?
É que a DGAE afirma o seguinte:
Quem tem conhecimento desta situação e não atua?
DGAE – diz para denunciar os candidatos. Como pode alguém denunciar centenas de docentes dos mais variados grupos de recrutamento? Tendo conhecimento da situação não devia atuar junto das instituições?
Agrupamentos de escolas – como validam estas candidaturas em 2.ª prioridade? É ignorância do decreto-lei que regula os concursos? Falta de rigor? Desleixo?
Sindicatos – dizem que não se pode fazer nada a não ser denunciar os candidatos.
Pergunta que se impõe: quantos colegas usufruirão da 2.ª prioridade indevidamente neste concurso? Sabendo que há algo que subverte as regras do concurso, a DGAE não tinha obrigação de atuar?
Prejudicados serão apenas os contratados que serão ultrapassados de forma questionável e não sabemos se alguns não se depararão com o desemprego à conta desta situação.
Resta-nos sermos “polícias” uns dos outros e acartar com os respetivos aborrecimentos.