Os economistas não estão a pensar em recuperação de aprendizagens, nos alunos, nas tutorias ou na qualidade da educação.
Aliás, disso, como nunca deram uma aula do 1º ou 2º ciclo sabem pouco ou nada.
É isto: afirmar o princípio, mais propriamente economicista, de que “tutor substitui professor” e que “qualquer gajo ou gaja pode dar aulas”.
Acabar com a nossa profissão, negando a exigência de profissionalização. Prossegue a velha prática. Dar aulas não é trabalho altamente especializado. Para o que é, bacalhau basta….
E cito, o seu brilhante plano:
“As tutorias aconteceriam uma hora por dia, durante esse período, e implicariam a contratação de tutores, que podiam ser não só professores com profissionalização, como recém-licenciados ou jovens que estivessem ainda a concluir formações superiores.”