Todos perceberam que a desvalorização da avaliação externa das aprendizagens levariam a este resultado. Todos, menos o ME.
A introdução de de provas de aferição em anos não terminais, 2.º, 5.º e 8.º ano não surtiu os efeitos pretendidos. Aliás, essa inovação, só por si, desvalorizou o trabalho realizado nas escolas. A inconsequência deste modelo de provas de aferição deitou por terra a evolução dos resultados dos últimos anos.
As provas de aferição, no modelo atual, desresponsabilizaram todos os intervenientes da procura em alcançar melhores resultados, de se superar. O conhecimento de uma falha não implica que a mesma venha a ser corrigida, não, se não existir um reconhecimento dessa falha. Com este modelo de provas, isso não existe.
Aplica-se aqui o Princípio de Causa e Efeito que contém a verdade inabalável que nada acontece por acaso, que este é simplesmente um princípio para indicar uma causa existente, porém, não reconhecida ou percebida por quem de direito.