Os Técnicos Especializados (Assistentes Sociais, Educadores Sociais, Animadores, entre outros), após anos de luta contra a precaridade nas escolas, são premiados com uma vinculação, cujo vencimento é muito menor que o atual e não tem em conta o tempo de serviço, nem, tão pouco, a escola onde trabalham atualmente, apenas a escola que foram obrigados a indicar em 2017 ao concurso PREVPAP. Ao fim de tantos anos a correr o país não nos é dada a possibilidade de escolher uma escola perto de casa nem nos permitem mobilidade, mesmo quando temos familiares a passar por processos graves de doença.
Somos marionetes nas mãos do Ministério da Educação, onde existem politicas e não o direito de viver com a sua família!