No plano nacional “Escola Sem Bullying, Escola Sem Violência”, que até 20 de outubro, Dia Mundial de Combate ao Bullying, chegará a todas as escolas do país, constam várias medidas. A aposta recai na comunicação direta entre os diretores e o Ministério da Educação e na criação de equipas nas escolas responsáveis pela promoção de ações de sensibilização e prevenção, com poder para intervir em situações concretas.
O Ministério da Educação dará liberdade às escolas para formar as equipas, mas recomenda que as mesmas integrem alunos. Para além do coordenador da escola e do diretor de turma, psicólogos e professores, esta equipa também deve incluir os coordenadores da Promoção e Educação para a Saúde, da Equipa Multidisciplinar e da Estratégia para a Cidadania.
A implementação do plano “Escola Sem Bullying, Escola Sem Violência” vai ter apoio informativo online através do site que reúne “instrumentos de literacia e projetos que já existem e se enquadram nesta temática e boas práticas partilhadas pelas escolas” e técnicos especializados, apoiando-se num grupo de trabalho composto por elementos do Ministério da Educação, que será responsável por estabelecer parcerias e protocolos com instituições e organizações ativas no combate ao bullying e ciberbullying.
Mais uma coisa bonita para inglês ver, se aplicassem o Estatuto do estudante em toda a sua grandiosidade e com mão de ferro, nada disto era necessário.