A empresa foi constituída dois meses após a criação do programa da Proteção Civil “Aldeia Segura”. Venda ocorreu quatro meses depois. Foxtrot, a empresa, opera no setor do “turismo de natureza”.
As mais de 70 mil golas de proteção de fumo para pescoço e rosto que foram compradas pela Proteção Civil e depois foram distribuídas em aldeias localizadas em zona de especial risco de incêndio, mas que afinal eram inflamáveis, foram adquiridas a uma empresa detida pelo marido de uma autarca socialista. A notícia é avançada pela revista Sábado, que refere que a Foxtrot — Aventura, Unipessoal, Lda. pertence a Ricardo Nuno Peixoto Fernandes, residente em Longos, Guimarães e casado “em comunhão de adquiridos” com a presidente da junta de freguesia de Longos, Isilda Silva, eleita com o apoio do PS.
(…)
Continua aqui:
Empresa que vendeu golas inflamáveis à Proteção Civil é de marido de autarca do PS – Observador
PS:
Anedótico – agora os 70.000 Kit`s é só para brincar, só cá:
(…) A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) veio entretanto esclarecer que os materiais distribuídos no âmbito dos programas não são de combate a incêndios nem de proteção individual, mas de sensibilização de boas-práticas
Ministro considera ″irresponsável e alarmista″ notícia sobre golas antifumo
PS2:
Assim se ganha dinheiro, à conta do parvalhão do contribuinte:
(…) A Proteção Civil pagou pelo menos um euro a mais por cada uma das 70 mil golas antifumo inflamáveis fabricadas pela empresa Foxtrot Aventuras, no âmbito dos programas “Aldeia Segura” e “Pessoas Seguras”. O Jornal de Notícias nota que cada gola custou 1,80 euros, mas, tendo feito uma consulta ao mercado, constata que o valor por cada unidade, também de poliéster, fica entre 63 e 74 cêntimos (já com IVA). No total, as golas custaram 125 mil euros. (…)
Golas inflamáveis custaram mais do dobro à Proteção Civil – Observador