Muitos têm sido os docentes que têm demonstrado uma certa apreensão em relação à supervisão pedagógica entre pares. Se o CP aprovou, que remédio têm…
Mas convém dizer que, ao falar-se disto, tem que se falar de processos de regulação do ensino e da aprendizagem, da reflexão e investigação sobre a ação educativa e de melhoria de práticas pedagógicas, não só dentro da sala de aula. Ou seja, criar espaços e oportunidades para a construção do conhecimento não só a nível profissional, mas também, de limites pessoais, desenvolver o profissionalismo dentro e fora de sala e aula, refletir sobre a profissão e sobre a sala de aula enquanto espaço de pedagogia, partilhar experiências (isto será o mais importante, a meu ver…), formas de olhar o ensino, as aprendizagens e a sua avaliação. Nada mais do que isto… apenas uma reunião de trabalho colaborativo.
Tretas de quem não tem mais nada para fazer e quer chatear quem trabalha. ( já fazemos isto informalmente há anos) Mais uma daquelas “coisas” bonitas para mostrar à IGE.( temos que ter evidências) Mas nem me oponho, desde que não venha sobrecarregar ainda mais os docentes, nem ocupar o seu tempo de preparação de aulas e atrasar a entrega de testes e outros trabalhos aos alunos.