O novo ministro da Educação tem à sua frente uma bifurcação: Continua a fazer tudo como os seus antecessores, fazendo-se rodear de tecnocratas conhecedores de tudo o que à Educação diz respeito, ignorando os professores.
Ou cria uma comissão de consultores constituída por professores com serviço efetivo prestado dentro das salas de aula. Provenientes de todos os distritos, verdadeiramente conhecedores dos problemas mais graves de que a educação padece. “Assessores “que conhec…em o País Real, que vivem dentro dele, que conhecem a Escola por dentro e por fora.
Se optar pela primeira, não esperem grandes avanços. Quando muito, mais medidas avulsas.
Se optar pela segunda, duvido muito, fiquem certos que é desta que os problemas da Educação em Portugal iniciam o caminho da procura da solução mais correcta. A que melhor servirá os alunos, os pais, os professores e a sociedade.
10/02/2016
Miguel Moreira