Depois de acompanhadas por duas professoras ao longo de um ano, as crianças ficaram a saber, nos últimos dias, que, afinal, não transitaram de ano porque estavam em situação ilegal.
Tudo começou em 2014, quando a escola do 1.º ciclo de Monsanto, concelho de Idanha-a-Nova, acabada de inaugurar, foi encerrada pelo Ministério de Educação. Sem outros recursos, os pais pediram ao agrupamento escolar de Idanha que lhes fosse atribuída a possibilidade de optarem pelo ensino doméstico. A autorização não foi concedida, mas, ainda assim, as crianças não foram à escola durante o último ano lectivo.
Depois de acompanhadas por duas professoras ao longo de um ano, as crianças ficaram a saber, nos últimos dias, que, afinal, não transitaram de ano porque estavam em situação ilegal. Acabaram por chumbar por faltas injustificadas.