São vários os relatos de docentes que tendo concorrido na 1ª e na 2ª prioridade não tiveram colocação na 2ª prioridade quando outros docentes menos graduados da mesma escola conseguiram, porque foram retirados pela DGAE.
Não é fácil explicar esta situação mas vou tentar.
Existem 5 docentes enviados para ausência da componente lectiva, vou-lhes chamar docente 1, 2, 3, 4 e 5. Pela ordem de graduação o docente 1 é o mais graduado e o 5 o menos graduado.
Entretanto 2 docentes da mesma escola concorreram por sua iniciativa (apenas 2ª prioridade) à Mobilidade Interna, docentes 6 e 7.
Os docentes 1 e 2, fiados que estavam bem posicionados por concorrerem em 1ª prioridade pouco arriscam na segunda prioridade.
Os docentes 6 e 7 obtêm colocação em 2ª prioridade.
Há 5 docentes sem componente lectiva e não são colocados no concurso os docentes 1 e 2, pois as 5 vagas negativas deixaram de existir com a saída dos docentes 6 e 7, reduzindo-se para 3 as vagas negativas e por esse motivo os docentes 1 e 2 deixaram de estar em 1ª prioridade e passaram para a segunda.
E qual a regra para ser atribuída componente lectiva?
A graduação.
Por essa razão foram retirados da 1ª prioridade por atribuição de componente lectiva os docentes 1 e 2.
Espero ter-me feito entendido.