Estado vai gastar mais 53 milhões de euros com escolas privadas
Se, até aqui, estes contratos – feitos com colégios privados e pelos quais o Estado paga – tinham lugar quando as escolas públicas não podiam dar resposta aos alunos, hoje, com a alteração do Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo, o critério assenta na liberdade de escolha.
Com este acréscimo de turmas, abertas para os 5º, 7.º e 10.º anos, no total, teremos 1732 com contratos de associação a funcionar em 2015/ /2016, apurou a Federação Nacional de Professores (Fenprof) num levantamento que fez a nível nacional. Cada uma custa ao Estado 80.500 euros. No todo, ultrapassam os 139 milhões. Quem está no terreno garante que há muitos casos em que ao lado destes colégios, a quem o Estado paga por um certo número de turmas, estão escolas públicas com condições para receberem os alunos.