A portaria de vagas ao concurso externo anual determinava a abertura de 1453 vagas e foram colocados 1471 docentes.
Não vou voltar a falar sobre o que foi dito desde o início para se abrir este concurso externo anual onde sempre se referiu que era para dar resposta aos docentes que cumprissem a regra da norma travão. Na altura tinha identificado 461 docentes que cumpriam esta norma e disse que poderia haver outros tantos que tivessem ficado colocados pelo menos um ano em escola TEIP e/ou com autonomia e que daria um número aproximado de 900 docentes nestas condições. No final confirmamos que havia 753 docentes.
Também disse que havia vagas que estavam abaixo das regras a aplicar para a norma travão. Nesse artigo identifiquei 6 conjuntos de vagas que estavam abaixo dessa regra (omiti o grupo de EMRC porque nunca soube quem cumpria esses requisitos). Dos oito campos assinalados a verde (exceptuando EMRC) já em Março tinha dito que 5 deles tinham vagas insuficientes.
Fica aqui a comparação dos colocados no concurso externo, por grupo de recrutamento e QZP com a portaria de vagas.
Existiram 5 grupos de recrutamento que tiveram vagas adicionais:
290 – Educação Moral e Religiosa Católica – 7;
320 – Francês – 1;
540 – Eletrótécnia – 2;
910 – Educação Especial 1 – 7;
920 – Educação Especial 2 – 1.
E também 5 QZP com vagas adicionais:
QZP 1, 5, 6, 8 e 10, com 6, 4, 4, 2 e 2 vagas adicionais respectivamente.
No total foram criadas 18 vagas adicionais e garanto-vos que nada destas vagas adicionais tem a ver com reclamações, mas sim com um erro na portaria de vagas, que já em Março tinha verificado.