… é ser telefonista e convencer um professor a aceitar uma colocação.
“A diferença é que vamos ter os telefones dos professores e poderemos pressioná-los directamente, no bom sentido. Ou seja, sensibilizá-los, de maneira a que não deixem esgotar todos os prazos para aceitação ou recusa”, explicou Filinto Lima, vice-presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP)
Mas não querem ser responsabilizados pelo insucesso dessa “missão”.