Mas quando assinaram os contratos de autonomia deviam-no ter feito com a condição de não fazerem a contratação dos professores.
Mas não é isso que querem, o que pretendem é que o processo se inicie mais cedo.
E o erro das colocações não é apenas a sua antecipação, é o emaranhado de regras e concursos que dificultam a vida a todos.
Um único concurso anual ou bianual com uma adaptação do cálculo da graduação profissional (que podia ser discutido entre todos MEC/Escolas/Sindicatos para que não fosse apenas o tempo de serviço e a classificação profissional) seria mais do que suficiente para terminar com este caos que se vive todos os anos.
Um concurso bianual tinha a vantagem de pelo menos um ano em cada dois não se pensar nos concursos e nas colocações. E isso trazia muita paz a todos.
Diário Económico (11-09-2014)