… retirasse da parcela da graduação profissional o tempo de serviço e a bonificação da ADD e a escala de grandeza dos subscritérios da BCE fosse igual à da Classificação Profissional e no fim fosse somado o tempo de serviço/365 e a última ADD mínima de bom?
Algo como:
(50% CP + 50% Subscritérios) + Tempo Serviço Após a Profissionalização/365 + (Tempos de serviço antes da profissionalização/365)/2 + Majoração ADD
O que acham?
Por muitas fórmulas que se procurem arranjar elas nunca serão as mais corretas, porque o cálculo da graduação profissional é a mais correta das fórmulas que se conseguiu encontrar até hoje e que foi consolidada ao longo de muitos anos sem qualquer contestação de maior.
Qualquer fórmula que se crie assenta num objetivo e o objetivo do MEC é retirar com a fórmula que aplicou a experiência profissional dos docentes, passando para a opinião pública que está precisamente a fazer o contrário.
A fórmula que enunciei em cima assenta apenas num objetivo, equilibrar as atuais inflações de nota com que os alunos atualmente saem do ensino superior com as notas mais baixas de anos anteriores. Esse para mim é o maior problema que o cálculo da graduação profissional atualmente tem e basta ver o que tem acontecido com a Educação Especial, que atualmente tem uma nota mínima a rondar os 18.