Com a marcação de entrevistas simultâneas para a avalanche de horários que terminam hoje a candidatura. No entanto quero alertar que a própria DGAE desaconselha a entrevista para a seleção dos candidatos.
Fica aqui um mail que me chegou dando conta desse problema.
Arlindo, ontem estava a acabar de concorrer às ofertas (bem, tecnicamente já era hoje) e o meu cérebro foi assaltado por uma dúvida (desde que não seja assaltado em dinheiro, vamos indo!). Acabado de concorrer a cerca de 120 ofertas ao grupo 110, embora tenha sempre dado aulas ao 220 nestes 11 anos e a mais umas quantas ao grupo 220, surgiu-me uma dúvida:um candidato – que não eu, que com média de 23 terei ainda poucas hipóteses – que tenha uma média de 24 ou 25 e tenha concorrido até meio do país, como eu, certamente dessas 120 ofertas será chamado para entrevista para pelo menos 1/3 das vagas a que concorreu. Aí surge mesmo uma situação caricata, o ser chamado para “prestar provas” em diversos estabelecimentos à mesma hora e em sítios tão díspares como Viseu, Guimarães ou Santarém, por exemplo. Se recusar ir à entrevista pode perder um lugar, se disser que já tem “marcações” noutro local perde a vaga na mesma. E agora? O candidato tem direito a ser entrevistado…Daí que defenda que neste tipo de vagas continue a utilizar-se o critério da graduação e/ou com mais 1 ou 2 critérios pré-definidos pelo MEC e não entrevistas, que muitas vezes servem para perder tempo, aumentar enormemente os gastos e fazer-nos correr, com perigos de acidentes porque se chegarmos 5min atrasados dá uma impressão negativa do candidato, etc. Será quer vamos ter que pernoitar numa qualquer pensão ou mesmo no carro para evitar mais kms e despesas avultadas?
Penso que seria um bom tema de reflexão para o dia de hoje, uma vez que há já dezenas de vagas que terminam o seu prazo de candidatura hoje. Segunda-feira começará a confusão geral…