Professor de História escreve carta ao primeiro-ministro.
Não deixem calar a voz dos professores!
Termina assim esta longa carta:
Esta carta é um grito, é uma expressão de um cidadão que possivelmente representará um vasto conjunto de cidadãos que também são professores e que estão ligados ao ensino público português. Termino esta carta mencionando que subscrevo tudo o que foi referido, com a consciência de que usei a arma mais poderosa em tempos de liberdade: a palavra.
Assino e subscrevo o conteúdo desta carta,
João Tomé