… trata-se desta forma.
Não acho que legalmente seja assim, mas quem souber mais informações que a coloque na caixa de comentários.
Sou professora contratada, do grupo 500, há 12 anos com 9 anos de serviço e este ano não tive colocação e pelo panorama não irei ter.
Este mail serve como um desabafo e/ou talvez esclarecimento.
No ano letivo anterior estive o último mês de gravidez de atestado uma vez que entrei em risco no dia 7 de dezembro (deixei tudo pronto: últimos testes corrigidos, avaliações feitas e reunião de avaliação preparada) e no dia 26 de dezembro tive o meu filho. Estive 4 meses de licença de maternidade, até ao dia 26 de abril.
No dia 3 de setembro como todos os professores contratados lá fui eu para o centro de emprego, infelizmente.
Quando recebi o documento da segurança social a indicar os valores que iria receber (21,87€ por dia = 656,1€ em 30 dias) fiquei surpresa e liguei para os serviços da segurança social a perguntar se não haveria engano ao que a senhora que me atendeu perguntou se eu achava pouco? E eu disse-lhe que sim (uma vez que tinha conhecimento de colegas que iriam receber à volta de 29€ diários = 870€ em 30 dias). Ela pediu-me o NISS para analisar o meu processo. Qual não é o meu espanto quando a dita senhora me diz que estive 4 meses de baixa, e eu disse “sim, de licença de maternidade que é um direito que eu tenho” ao que ela me respondeu ainda bem que o tem, mas entrou para o cálculo do seu subsídio de desemprego.
A minha frustração deve-se não só ao facto de não ter trabalho mas também de ter sido penalizada no subsídio de desemprego em 200€ porque tive um filho!!!!!!!!!
Será que o governo sabe que um filho acarreta mais despesa?!!