Blog DeAr Lindo

Casos Reais

… que só podem ser resolvidas com o pagamento das deslocações para o exercício de funções dentro de um agrupamento, mas que mesmo assim será fácil de resolver nos locais onde não exista esse transporte.

 

Caso enviado pela APEVT

 

Começam a surgir-nos situações “desabafos” e preocupações muito complexas.

Uma colega, a chorar, fez-nos chegar um depoimento ao qual não podemos ser estranhos.

Reside a pouco mais de 50 Km da Escola onde exerce funções docentes. Esta colega de EVT, grupo 240 (um dos mais afetados), não tem transporte próprio, pelo que utiliza transportes públicos (comboio e/ou autocarro) para se deslocar, como até 31 de agosto sempre fizera.

Hoje tomou conhecimento do serviço docente que lhe foi atribuído. Sendo que tinha “horário zero” e foi “respescada“, atribuíram-lhe serviço em 11 Escolas do 1º CEB no Agrupamento, Mega, onde está. Algumas dessas escolas distam 8 a 10 Kms umas das outras.

Como vai resolver a situação? A escola providencia transporte? Imaginem encaixar 11 escolas, 2 horas em cada escola, num horário. Sendo que entre cada bloco de 2 horas há um “furo” para andar a saltar de “uma escola para outra“. Cabe às escolas providenciar as deslocações? O que vou fazer? Meto uma licença sem vencimento? – Estas foram questão que quem denunciou a situação nos colocou…