Escassez de professores, más condições físicas das escolas e sentimento de insegurança nos recreios por falta de assistentes operacionais são os principais motivos apontados pelos pais para recorrerem ao ensino privado. Mas não tem sido fácil conseguir vagas, principalmente na Grande Lisboa e no Grande Porto, segundo a Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP). “A falta de vagas em Lisboa e no Porto deverá manter-se. Há novas ofertas, mas na verdade não esperamos uma diminuição da procura e a pressão deverá ser a mesma”, explica ao DN Rodrigo Queiroz e Melo, diretor-executivo da AEEP.