Blog DeAr Lindo

Manifesto Anti-Censura…

 

A censura é a mãe da ignorância. O censor é um imbecil…

A censura é uma moléstia. O censor é um doente incurável…

A censura não tem carácter. O censor é traiçoeiro e desleal…

A censura não tem coragem. O censor toca e foge…

A censura é mórbida. O censor é perverso…

A censura é exsanguinação. O censor é um vampiro…

A censura é a morte do pensamento. O censor não pensa…

A censura é o inferno. O censor é uma alma penada…

A censura esconde-se. O censor é um fraco…

A censura não sente. O censor é um infeliz…

A censura não tem honra. O censor é desprezível…

A censura é uma estupidez. O censor é um palerma…

A censura não olha nos olhos. O censor é um hipócrita…

A censura é arrogante. O censor é um pedante presunçoso…

A censura inflige sofrimento. O censor é um sádico…

A censura é ardilosa. O censor é um mentiroso…

A censura é a escuridão. O censor só enxerga a si próprio…

A censura é aleivosa. O censor é um farsante…

A censura asfixia. O censor é um suplício de estrangulação…

A censura é o vazio. O censor é apenas um eco abafado de si próprio…

A censura é a mentira. O censor é um fingidor…

A censura é imodéstia. O censor é um fanfarrão…

A censura julga que manda. O censor quer que o temam…

A censura é a sombra. O censor é um borrão…

A censura é vaidosa. O censor anda nu…

A censura é a solidão. O censor não tem ninguém à sua espera…

A censura é intimidação. O censor é um agressor…

A censura é a decadência. O censor não aceita a sua derrota, nem o seu fim…

A censura é uma porta fechada. O censor é um voyeur à espreita pelo ferrolho…

A censura é uma ameaça. O censor é um perseguidor…

A censura é o ópio dos ditadores. O censor é um dependente…

A censura é um cadáver putrefacto. O censor é um odor pestilento…

A censura é insanidade. O censor é um louco…

A censura é a morte. O censor é um moribundo…

A censura não presta. O censor ainda menos…

Não pode haver indultos para a censura…

“Devemos reivindicar em nome da tolerância, o direito de não tolerar o intolerante.” (Karl Popper).

Paula Dias