André Pestana (STOP): “Fui convidado para assessor. Não foi inocente. Não há almoços grátis…”
Nesta Entrevista Dura, o líder do STOP diz que vai processar Renata Cambra (do MAS) e explica porque fez cair a anterior direção do STOP. Revela convites e ataca o PCP e o BE. E jura que sabe pouco sobre o novo partido Mudar, mas não o descarta no futuro.
Tem sido um annus horribilis para André Pestana. Em plena consolidação do STOP – o sindicato de que é o principal rosto desde a criação, em 2018 – e, quando o setor da educação está na ordem do dia há meses, rebentaram-lhe guerras internas por todo o lado. Primeiro no partido MAS, de onde saiu por alegadamente estar envolvido na criação de um novo partido, o Mudar. Daqui nasceu um conflito aberto dentro do STOP, que levou à queda da direção (de que fazia parte) é à eleição de uma nova (de que faz parte, mas já sem os críticos). No STOP e no MAS acusam-no de sequestrar emails e senhas de redes sociais. Defende-se de tudo nesta entrevista em Coimbra.
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